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4/30/2012

Opas quer menos exposição das crianças ao marketing de alimentos gordurosos



Entidade propõe regras para divulgação de "junk food"


Regulamentação proposta em 2010 no país foi suspensa pela Justiça; indústria foi contra a medidaGIULIANA MIRANDA
NO RIO
A Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), braço da OMS para as Américas, quer apertar o cerco à publicidade de alimentos e bebidas não alcoólicas -especialmente as supercalóricas e com baixo valor nutricional- para crianças. A entidade apresentou ontem, no Rio, suas diretrizes para promoção desses produtos.

A entidade pede uma integração de várias instâncias para a criação de políticas restritivas, controlando inclusive a divulgação de marcas e alimentos "disfarçada" de conteúdo educacional em escolas, como apresentações teatrais e palestras promovidas por empresas.

"Já existem evidências da ligação entre a publicidade de alimentos e a obesidade infantil. Chegou a hora de fazermos alguma coisa", diz Corinna Hawkes, consultora da Opas e da OMS e pesquisadora da área.

Pesquisas recentes no Brasil mostram que 15% das crianças são obesas.

"E não faltam estudos que mostrem que as crianças obesas têm grande probabilidade de serem adultos obesos, com todos os problemas de saúde e sociais associados a isso", completa Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana, ONG que participou da elaboração das diretrizes.

"A sociedade civil está fazendo muitas coisas positivas. Quisemos agregar essas experiências", disse Hawkes durante o World Nutrition, maior congresso de nutrição em saúde pública do mundo. O evento, no Rio, acaba hoje.

Um dos principais pontos das orientações é a necessidade de discutir as políticas restritivas entre as várias instâncias do governo e também a indústria alimentícia. Isso evitaria que, depois da criação das regras em cada país, houvesse contestação judicial por alguma parte, como já aconteceu no Brasil.

Em 2010, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma resolução que previa alertas em anúncios de alimentos com com alto teor de sódio, açúcar e gordura.

Após a publicação, a medida foi contestada pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentação, que conseguiu, na Justiça, suspender sua entrada em vigor.

Para a indústria, a agência não tem a função de criar regras para a publicidade de alimentos, papel desempenhado pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).

Para Hawkes, a autorregulamentação não é suficiente.

"A quantidade de dinheiro gasto pela indústria com propaganda é muito maior do que a verba para a educação sobre a alimentação. É uma briga desigual", diz Enrique Jacoby, consultor da Opas.



Via: Luis Eduardo - Lab-cons-ufrj
Imagem: Treehugger.com

4/20/2012

Mudança de interfaces das redes sociais incomoda os acomodados




Mudança de interface das ferramentas -> Mudança de comportamento.

Toda vez que algum site muda a interface, como o Twitter, Facebook, Blogger e outros, vejo vários usuários reclamando, dizendo que ficou uma merda, que ficou feio e tudo mais.
Gente, tudo que é novo para o ser humano é desconfortável por natureza. Deveriam pensar mais no design funcional do que o antigo, o velho, o ultrapassado, o cômodo. Acredito que essa galera que vive da presença digital deveria agradecer mais pelas ferramentas que possuem, as mesmas disponibilizadas de graça pelos empreendedores que as criaram, que fomentam novidades que aparecem e pelas inovações cedidas para toda a sociedade.

O mundo precisa de mais gratidão e não reclamação!

Os incomodados que se mudem. Os acomodados que se movam!

MOVE OVER -------->

4/10/2012

FlashMob inteligente da Tic Tac France

Chega de um monte de gente dançando em ações FlashMob por aí. Se liga nessa ação da Tic Tac feita pela Ogilvy & Mather Paris:

3/22/2012

Entenda o porquê de tanto ar dentro do saco de batatas Ruffles #infográfico

Já estava na hora de uma explicação, não é verdade? E foi só com a força dos consumidores das famosas batatas Ruffles, que a empresa tomou uma atitude, ao ver as criticas na web sobre a quantidade de ar dentro das embalagens. Quem nunca sentiu a sensação de ter pouca batata no pacote?


Frente aos comentários publicados na rede, a Ruffles poderia fazer como outras empresas, ao ignorar e não responder ou simplesmente apagar os comentários negativos, mas não, ela optou por fazer um infográfico básico para atender a demanda dos apreciadores da marca e explicar o porquê de tanto ar dentro das embalagens da deliciosa batata Ruffles. Um viva a era conectada! Salve a logística!

Imagem: https://www.facebook.com/RufflesOficial?sk=app_208195102528120

2/06/2012

6º Encontro Nacional de Estudos de Consumo


EMENTA DO EVENTO 
Nas duas últimas décadas, o tema da sustentabilidade socioambiental tornou-se central nas sociedades contemporâneas. O impacto da emissão de gases de efeito estufa, o consumo de água e energia não renovável, a perda de biodiversidade, a necessidade de redução e reciclagem de resíduos, entre tantos outros temas, passaram a ser objeto de acordos internacionais, de políticas públicas, de iniciativas empresariais, de reportagens da grande mídia, de ações de movimentos sociais e de acaloradas discussões no meio acadêmico. Hoje já há certo consenso de que mesmo com mudanças dramáticas nas políticas públicas, nas tecnologias produtivas e nas fontes energéticas, grande parte dos impactos ambientais permanecerá, uma vez que são produzidos também na esfera doméstica, ou seja, na forma como os recursos naturais e a energia do planeta são usados por uma classe consumidora global de 1,7 bilhão de pessoas espalhadas por todos os continentes. Isso significa que a sustentabilidade precisa ser pensada, mais do que nunca, a partir do consumidor final. Vida sustentável (sustainable living) é o conceito que sintetiza esta relação entre práticas de consumo cotidianas e sustentabilidade. Tal conceito inclusive nos obriga a recolocar em questão as próprias relações entre consumo e produção. Entretanto, a tarefa de redefinir e mudar práticas sociais é mais complexa do que campanhas e políticas públicas podem nos levar a crer. Práticas constituem-se em discursos e fazeres que se desenvolvem, se associam e se desmembram em novas práticas, cada uma implicando em novas formas de consumo.

O VI Encontro Nacional de Estudos do Consumo e o II Encontro Luso-Brasileiro de Estudos de Consumo têm como objetivo central discutir, tanto teórica quanto metodologicamente, o conceito de Vida Sustentável, além de analisar, de um ponto de vista sociológico amplo e distanciado, as práticas sociais e estilos de vida que constituem o viver na sociedade contemporânea. Trabalhos empíricos sobre práticas domésticas, consumo de água e energia, mobilidade urbana, transporte e logística, uso e adoção de tecnologias ecológicas na esfera doméstica, sobre o morar e sobre novas formas de articular a produção e o consumo, entre outros temas, serão de grande interesse, bem como a própria concepção simbólica e prática do que é “viver de forma sustentável” na sociedade contemporânea.

CHAMADA PARA TRABALHOS
 
Convidamos pesquisadores e estudantes de pós-graduação (mestrado e doutorado) a enviar propostas de trabalhos baseadas em reflexões teóricas e/ou resultados de pesquisas empíricas, em consonância com o tema de um dos Grupos de Trabalho relacionados abaixo. Cada autor e co-autor podem enviar quantas propostas desejarem.

As propostas devem ser submetidas primeiramente sob a forma de resumos expandidos. Os coordenadores de cada GT os analisarão e selecionarão aqueles trabalhos que serão apresentados no evento. Após a seleção dos resumos expandidos, os autores devem encaminhar o paper completo, de acordo com as datas estabelecidas abaixo.

CALENDÁRIO
Prazo para o envio de resumos expandidos: 30 de maio de 2012
Divulgação do resultado da seleção de resumos expandidos: 30 de junho de 2012
Prazo para o envio dos trabalhos completos: 15 de agosto de 2012

FORMATAÇÃO DOS RESUMOSOs autores devem enviar arquivo eletrônico com o resumo expandido no formato Microsoft Word, com no mínimo 3.000 caracteres e no máximo 4.000 caracteres (com espaços).

Informações sobre o envio de resumos e papers estarão disponíveis no sitewww.estudosdoconsumo.com.br.

Cada resumo expandido deverá conter as seguintes informações:
 

  • Título do trabalho;
  • Título e número do GT para o qual o trabalho está sendo submetido;
  • Nome, titulação, filiação institucional e contatos (endereço completo, telefone e e-mail) do primeiro autor;
  • Nome, titulação, filiação institucional e contatos (endereço completo, telefone e e-mail) dos demais autores (se houver);
  • Resumo expandido respeitando a formatação especificada acima;
  • Até cinco palavras-chave.

GRUPOS DE TRABALHO

GT
Título
Coordenadores
1
Politização e ambientalização do consumo
Fátima Portilho (CPDA/UFRRJ)
Fabián Echegaray (Market Analysis)
2
Consumo e inclusão social
Letícia Veloso (PPGS e PPGSD/UFF)
Sandra Rubia da Silva (UFSM)
3
Moda, gostos e estética
Lívia Barbosa (CAEPM/ESPM-SP)
Mylene Mizrahi (PPGSA/IFCS/UFRJ)
4
Globalização e circulação de bens e pessoas
Marta Rosales (CRIA/FCSH/UNL - Portugal)
5
Tendências do consumo alimentar
Renata Menasche (UFPel e PGDR/UFRGS)
Janine Colaço (UFG)
6
Consumo, marketing, comunicação e sociedade
Eduardo Ayrosa (FGV-RJ)
José Carlos Durand (Grupo FOCUS/ Unicamp)
7
Cidadãos e consumidores na rede: dramas, confrontos e participação
Laura Graziela Gomes (PPGA/NEMO/UFF)
Eliane Tânia Freitas (UFRN)
8
Mercados informais, ilícitos e “alternativos”
Rosana Pinheiro Machado (ESPM-Sul)
Lênin Pires (FD/InEAC/UFF)


INSCRIÇÕES
As inscrições devem ser feitas através do site www.estudosdoconsumo.com.br e terão preços diferenciados para pagamento antecipado:

Categoria
Até 15 de agosto
No dia do evento
Profissionais
150,00
200,00
Estudantes de pós-graduação*
100,00
150,00
Estudantes de graduação*
60,00
100,00
* Necessário enviar comprovante.

MAIORES INFORMAÇÕES
estudosdoconsumo@gmail.com
www.estudosdoconsumo.com.br

COMISSÃO ORGANIZADORA

Fátima Portilho (CPDA/UFRRJ)
John Wilkinson (CPDA/UFRRJ)
Laura Graziela (PPGA/NEMO/UFF)
Letícia Veloso (PPGS e PPGSD/UFF)
Lívia Barbosa (CAEPM/ESPM-SP) – Presidente
Marta Rosales (CRIA/FCSH/UNL – Portugal)
Veranise Dubeux (CAEPM/ESPM-RJ e PUC-RJ)

COMISSÃO DE APOIO
 
Camila Batista (Mestranda – CPDA/UFRRJ)
Daniel Coelho (Doutorando – CPDA/UFRRJ)
Daniel Wanderley (Graduando – ESPM)
Flávia Galindo (Doutoranda – CPDA/UFRRJ)
Layla Miranda (Graduanda – UFRRJ)
Michele de Lavra Pinto (Doutoranda CPDOC/FGV; Prof. ESPM-RJ)
Patrícia Gonçalves (Doutoranda – CPDA/UFRRJ)
Taís Queiroz (Mestranda – PPGA/UFF)

COMITÊ CIENTÍFICO

Eduardo Ayrosa (FGV-RJ)
Eliane Tânia Freitas (UFRN)Fabián Echegaray (Market Analysis)
Fátima Portilho (CPDA/UFRRJ)
Janine Collaço (UFG)
John Wilkinson (CPDA/UFRRJ)
José Carlos Durand (Grupo FOCUS/ Unicamp)
Laura Graziela Gomes (PPGA/NEMO/UFF)
Lênin Pires (FD/InEAC/UFF)
Letícia Veloso (PPGS e PPGSD/UFF)
Lívia Barbosa (CAEPM/ESPM-SP)
Marta Rosales (CRIA/FCSH/UNL  Portugal)
Mylene Mizrahi (PPGSA/IFCS/UFRJ)
Renata Menasche (
UFPel e PGDR/UFRGS)Rosana Pinheiro Machado (ESPM-RS)
Sandra Rubia da Silva (UFSM)


REALIZAÇÃO



 



INSTITUIÇÕES PROMOTORAS


Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-RJ/SP)



CAEPM — Centro de Altos Estudos em Propaganda e Marketing
 


Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)



CPDA — Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade
Núcleo de Estudos Redes, Mercados e Valores
 
 


Universidade Federal Fluminense (UFF)


PPGA — Programa de Pós-Graduação em Antropologia
PPGS 
 Programa de Pós-Graduação em Sociologia
PPGSD
 — Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito
NEMO
 — Núcleo de Estudos da Modernidade
 

Universidade Nova de Lisboa (UNL)



FCSH — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
CRIA 
 Centro em Rede de Investigação em Antropologia

Perfis Digigráficos via @DM9DDB

A DM9DDB realizou um estudo que introduz uma nova classificação do consumidor no ambiente digital.
O vídeo é bacana, relata a formatação feita pela agência para trabalhar com as marcas na internet. E claro, vender jabá de como potencializar uma marca através do potencial digital que os serviços da agência oferece. Bons profissionais. Parabéns pelo vídeo!


CRÉDITOS

Roteiro - Cynthia Horowicz, Rodrigo Maroni, Joyce Moraes
Pesquisa - Dora Faggin / Vox Pesquisas
Concept e Direção de Arte -- Washington Theotonio
Direção de Motion -- Washington Theotonio
Motion Design -- Marcus Prado, Marco Loschiavo, Nelson Modesto
Ilustrações -- Fernanda Oliveira

1/27/2012

Sobre a moda masculina e o homem masculino


As semanas de moda masculina são sempre menores, menos impressionantes e com doses homeopáticas de glamour. Mas o que elas nos oferecem sempre é uma percepção de quem é o homem de hoje, muito além de páginas de revistas e vitrines de shoppings.

No início da década passada, houve uma popularização do chamado "metrossexual" - um termo criado anos antes para definir a estética e hábitos que surgiam então na moda masculina. O metrossexual se referia até então, ao homem que assumia sua vaidade e o seu lado feminino - pelo menos na frente do espelho. Surgiram novas preocupações no cotidiano do homem, como depilação, bronzeamento artificial e o incessante cuidado com a estética corporal.

Já no final dessa mesma década, no início de 2010, uma nova direção surgiu: meninos do mundo todo interessados em uma imagem masculina - opção manifestada de forma muito clara nas preferências atuais de cortes de cabelo, barbas, bigodes e esteriótipos clássicos dos anos 40. Talvez uma reação à imagem de David Beckham, que ficou por anos fixada em nossas mentes, ou até mesmo porque em tempos de incertezas sociais e culturais as definições de gêneros ou diferenças sexuais tendem a ser mais reforçadas. Basta pensar nos efeitos das crises econômicas dos anos 2000, em como a estrutura de trabalho está mudando, em como as pessoas se tornaram mais móveis e deslocáveis e os ambientes de trabalho perderam sua rigidez e forma tradicional.

Antes de tudo isso, a década que entramos parece ser finalmente a celebração do individualismo dos homens no que diz respeito a como eles se vestem. Algumas pessoas podem dizer que esta valorização do individual é baseada em arquétipos de masculinidade, como soldados, lenhadores e trabalhadores braçais. Talvez seja verdade! - Alguém nesse exato momento pensou em "Village People"? Sim, a moda também sofre os seus riscos. Mas penso que só agora é que os homens realmente parecem ter auto confiança para assumir riscos em sua estética e experimentar o novo sem ter qualquer vergonha.

Se observarmos cuidadosamente as coleções de primavera/verão 2012 apresentadas em Junho do ano passado e até mesmo o uso de materiais e texturas vistos mais recentemente nas coleções de outono/inverno 2013, é possível acreditar que o homem ideal está em um caminho diferente do visto e até esperado anteriormente. A experimentação de idéias que eles nunca se atreveram por um longo tempo, começa a ser encarada mais facilmente, como investir mais na cartela de cores, estar focado em itens exclusivos e principalmente, colecionáveis e ser mais consciente do que é Moda e para que ela serve. (Diversão, talvez?)

A crítica de moda do "New York Times", Cathy Horyn diz "o homem atual ideal é um homem individual". Em um de seus recentes artigos do jornal, ela deixa clara a sua opinião:

"As melhores marcas tendem a reconhecer que o homem tem uma visão muito ampla da moda hoje em dia. Houve um consumidor de moda sedento nos anos 80 e início dos anos 90, que era muito provavelmente gay e que tinha um interesse muito grande em ser expressivo através de suas roupas ou por meio delas. Haviam também estilistas como Versace, Dolce & Gabbana, Thierry Mugler e Jean Paul Gaultier que preenchiam essa demanda."

“Entretanto acho que agora muitos homens homossexuais, heterossexuais – não importa – possuem um conhecimento muito bom sobre moda e de quem a está criando. Eles querem estar confortáveis, eles vivem em uma área urbana, eles precisam estar arrumados para o trabalho, mas eles também podem usar jeans e camiseta na maior parte do tempo ou até mesmo shorts, um item abominado pelo high street até então. Eles querem uma bolsa de qualidade, eles querem um bom caimento, bons sapatos”, concluiu Horyn em sua última análise das semanas de moda masculina.

É um fato que os consumidores do sexo masculino estão mais seletivos e mais conscientes no que diz respeito a sua escolha de compra. Pode-se perceber que alguns dos melhores designers de moda masculina atual (como Lucas Ossndrijver da Lanvin, Paul Smith, Junya Watanabe e Tomas Maier da Bottega Veneta), estão apresentando roupas na passarela que não se parecem com roupas de designer. Hoje se vê bons itens que podem ser usados de modo independente: peças bem construídas, precisas e por que não, definitivas. Talvez moda - no mais puro sentido da palavra - não seja mais tão interessante assim, abrindo espaço para o que os homens sempre quiseram: Estilo.

Os criativos da indústria da moda já sabem que seus clientes estão mais auto confiantes e que a escolha deles vai ser sempre a que lhes cair melhor.(Para aqueles que realmente amam algo ditado, montado e chamativo, não se preocupem, Prada, Balmain e Versace estão aí para nos divertir.)

Parece que o homem será capaz de continuar re-inventando seu limitado guarda-roupa e por que não, romantizando sobre quem ele quer ser. Materiais, cores, acessórios e os aclamados truques de styling vão ser os grandes responsáveis por expressar cuidadosamento este individualismo.

Estamos cada vez mais longe das restrições enquanto uniforme da moda masculina. E acredito que mesmo que um terno seja a escolha final, será com certeza um terno muito bem escolhido, afinal.

1/16/2012

Social Media Marketing for Startups #Infográfico

Sim, somos apaixonados por infográficos. E são artes maravilhosas com informações de qualidade, que além das imagens e design bacana que auxiliam na percepção sinestésica, também trazem uma porção organizada/desenhada do oceano de conteúdo existente no mercado. Existem milhares de infográficos interessantes pela internet e basta dar um search focado para achar vários deles atualizados com dados aprofundados sobre diversos assuntos.

Hoje segue um especial para startups, feito pela @columnfive para @udemy. O infográfico mostra como engajar pessoas para falar sobre a sua marca/serviço/produto nas mídias sociais. O tão querido buzz marketing.
Vale destacar uma orientação presente nesse infográfico: "não tenha medo de compartilhar o conteúdo do seu negócio com os seus contatos" - informar o que você está fazendo para os seus amigos, família, colegas é divulgar para a sua rede, logo, é trabalhar as redes sociais além das mídias.

É claro que não existe um processo específico de social media para uma empresa, pois cada uma tem a sua característica (são com árvores que dão frutos diferentes) e por isso devemos lembrar de sair do automático e adaptar os processos de acordo com a necessidade de cada negócio.

Segue abaixo (clique para ampliar).





11/28/2011

OH OW ! - ICQ no Mobile + Redes Sociais


O ICQ foi comprado por uma empresa gigante Russa, Mail.ru, que investiu na florzinha verde, integrando a outras redes sociais e inclusive com app pra mobile - hoje a plataforma possui mais de 35 milhões de usuários por mês. E na sua versão 7.7 vem agradando os outliers, por ser uma ferramenta de massa (nem todo mundo está no icq hoje em dia) e ainda é utilizada por pequenos grupos de amigos, organizações, clãs e pessoas que curtem a emoção do alerta "oh ow" hype agora também no celular.


Mais informações: Mail.Ru 
Existe um fã site brasileiro que evangeliza o ICQ no Brasil: http://www.icqrulez.com/

Tendência confirmada #eucoopero

11/17/2011

Números da internet no Brasil em 2011


A Beta-Id fez uma animação muito bacana que mostra dados sobre a internet no Brasil em 2011.
Para dar mais profundidade nesse post segue abaixo a transcrição dos dados que aparecem no vídeo:

- 81 milhões de usuários,
- Média de crescimento de 10% ao ano,
- 51% homens e 49% mulheres,
- Penetração por idade:
  • 12 a 15 anos 87%, 
  • 16 a 24 anos 85%, 
  • 25 a 34 anos 56%, 
  • 35 a 44 anos 41%, 
  • 45 a 59 anos 23% 
  • e 60 anos ou + 6%.
Penetração por classe social:
  • AB 75%
  • C 53%
  • DE 19%
Penetração por escolaridade:
  • Superior 90%
  • Fundamental 70%
  • Médio 28%
- 1 em cada 4 é estudante,
- 1 em cada 5 (15,6 mi) acessam pelo celular,
- A internet é 2ª opção do brasileiro em busca de notícia,
- Campeã de audiência na internet: mídias sociais - com 94% de adesão,
- Brasileiros gastam em média 5 horas por mês acessando as redes sociais,
- No Facebook os brasileiros são são 30 milhões - 54% são mulheres e 61% delas tem entre 18 a 34 anos,
- 36% dos brasileiros acessam diariamente o Facebook,

No Reino Unido as pessoas passam mais tempo no Facebook do que assistindo TV,
Nos Estados Unidos as pessoas passam mais tempo no Facebook do que no Google, Yahoo, Youtube, Microsoft, Wikipedia ena Amazon juntos.

Como as marcas estão utilizando as redes sociais:
- Twitter 65%
- Facebook 54%
- Youtube 50%
- Blogs 33%

76% das marcas usam redes sociais como estratégia de negócio,
74% das empresas acreditam que as redes sociais influenciam no ROI,
64% integram as redes sociais nos planos de marketing,

Faturamento estimado em publicidade digital no Brasil em 2011: 4,5 bilhões
15% do orçamento para publicidade já está na internet.

11/09/2011

Sua empresa na internet - Ô cabecinha! A abertura dos olhos da velharada

Nós que somos jovens profissionais, estamos o tempo todo nos forjando a comprovar o resultado do uso das tecnologias para as empresas conservadoras (e seus dirigentes antiquados). Mega complicado enfrentar essas barreiras nas pequenas, médias e grandes empresas. Mas o tamanho do desafio é o que nos motiva, não é mesmo?

A nova era está aí, a revolução já começou e não virá pelo rádio, jornal e muito menos via televisão. Estamos vivendo um momento histórico na humanidade em que muitos profissionais de comunicação, por pura ignorância ou arrogância baseada nos seus princípios de liderança antiga, quer dizer, dirigência (pois o líder é aquele que pensa nas pessoas e não em benefício próprio), acabam limando projetos maravilhosos de jovens profissionais que estão chegando no mercado de trabalho cheios de vontade de fazer acontecer.

O que dizer sobre a geração milenium que teve a boa sorte de crescer em meio a tecnologia? Incluindo seus viés ela possui seus benefícios, mesmo com a grande quantidade de informação e conteúdo, os hard users da web sabem muito bem onde procurar e quem seguir na rede para conseguir aquela informação preciosa que antes o diretor de marketing pesquisa nas revista e jornais. Santa tendência! Oremos para que eles, velhos profissas, abandonem os impressos e coloquem os aplicativos certos em seus tablets. Esqueça Veja, Valor, Exame e demais mídias de massa que falam sobre o mercado. Por mais que elas tenham conteúdo de qualidade e aprofundados, lembre-se que por trás de cada "matéria" existe uma grande empresa que influencia em todas as informações, mesmo sem ter o nome de informe publicitário (que é comprado). Não estou falando por achismo, acredite.

Vai esperar quanto tempo para colocar o seu analista junior dentro do planejamento de comunicação e mídia da sua empresa? Você não contratou o cara para somar na sua empresa? Então! Abra os olhos e dê uma chance do cara evidenciar o máximo do potencial dele com o que ele sabe e pode oferecer (e lembre ele disso).

Fica a dica para os profissionais da era da ditadura militar que ainda guardam pra si mesmos a sua experiência de longos anos que, por mais valiosa que seja, deve se abrir para o novo e dar mais oportunidades para quem sabe de verdade. A interdependência é muito mais forte que a independência. Pensei nisso.

8/15/2011

A segmentação mais perfeita da cidade


Ao longo das últimas semanas, muito se tem dito sobre a batalha entre os dois maiores gigantes da internet hoje. Com o lançamento do Google +, o Google está se movendo em direção ao competitivo território de redes sociais, que hoje é amplamente dominado por Facebook no mundo.

Toda a discussão sobre "quem vai ganhar" tem sido em torno das características de cada plataforma social: "Os círculos Google+ são uma ótima idéia", "o bate-papo de vídeo é muito melhor do Facebook", "Facebook é muito mais amigável", e assim por diante. Mas a real (e escondida) batalha é bem menos perceptível para o público em geral, embora muito interessante para o mercado publicitário e para aqueles que trabalham em pesquisa de mercado.

A batalha entre as duas marcas é sobre a busca de informações e modelos que podem segmentar os consumidores de forma mais eficiente.

Diferentes visões sobre segmentação
As visualizações de segmentação do Facebook funcionam de uma forma bastante completa. Com base em dados demográficos, dados sobre a localização e interesses pessoais, é possível, de forma muito eficaz, estabelecer um cluster. No Facebook, por exemplo, é possível conversar com mulheres com idade entre 20-30 anos de idade, residentes no Brasil, que estão envolvidas e são apaixonadas por maquiagem.

Já o Google sempre viu a segmentação de forma diferente. Consumidores sempre foram agrupados por meio de informações sobre as suas necessidades. Um anunciante do Google, por exemplo, pode falar com pessoas que estão buscando informações sobre (que têm uma necessidade de) maquiagem para peles oleosas.

Com o Google +, a marca se aproxima de um critério de segmentação quase perfeita. A marca é capaz de pegar todas as informações pessoais dos usuários do Google +, combiná-las com todos os dados sobre as necessidades dessa pessoa e oferecer agrupamentos mais assertivos. No futuro, não só os anunciantes do Google serão capazes de encontrar mulheres com idade entre 20-30 anos de idade, residentes no Brasil, que estão envolvidas e são apaixonadas por maquiagem (como no Facebook), mas também saber onde estas mulheres estão planejando pesquisar, comprar e usar os produtos.

O Google vai se tornar ainda mais poderoso no negócio de segmentar os consumidores quando eles começarem a reunir informações de outras marcas do Google, como o YouTube e o Google Maps, por exemplo.

Impacto na pesquisa de mercado
Se os anunciantes são capazes de encontrar de forma mais eficiente os seus objetivos, porque a pesquisa não pode se beneficiar da mesma lógica?

Com a capacidade de segmentação crescente oferecida pela Internet, pesquisar os consumidores se tornará uma tarefa cada vez mais interessante. Devemos aprender a olhar para os segmentos de uma forma mais atual, ligados à lógica da internet, descobrir maneiras diferentes e criativas para o acesso dessas pessoas, ganhando assim insights mais valiosos.

A evolução trouxe pelo Google + e pelo Facebook um impacto não só sobre a forma como pensamos sobre a publicidade, mas também sobre como nós investigamos os consumidores. As possibilidades de inovação em projetos de pesquisa estão se tornando ilimitadas. Só é preciso estar atualizado com o que há de novo na tecnologia da web e traçar paralelos com a realidade de pesquisa de mercado.

O único cuidado necessário é compreender que a maior quantidade de informações não necessariamente traz uma maior quantidade de insights, de idéias. Se a fonte de pesquisa está se tornando quase ilimitada, cabe ao pesquisador um maior trabalho em edição, análise e idealização na pesquisa de mercado.

7/27/2011

Campinas recebe 8ª Edição do "Bate papo sobre e- commerce


No próximo dia 30 de agosto acontece em Campinas a 8ª Edição do “Bate papo sobre e-commerce”, encontro que há dois anos já reuniu mais de 2.500 empreendedores, profissionais e estudiosos de todo o Brasil para falar sobre comércio eletrônico, empreendedorismo, blogs e mídias sociais, em um formato bastante descontraído e colaborativo.


A edição principal acontece todos os meses em São Paulo e uma vez por mês visita uma cidade que possivelmente hospedará o Bate Papo em edições fixas. O objetivo da organização é realizar edições mensais e simultâneas em todas as capitais brasileiras até Dezembro de 2011.


O "pagamento" da participação no evento é sempre com caráter social e fica a critério dos organizadores locais. No caso de Campinas, produtos de limpeza e higiêne infantil que será destinado a instituição Abrace Solidário.


Programação:
14h00 - O que é o Bate Papo? - Gustavo Menna
14h10 - Turismos de Experiências: Os bens são tangíveis, as
emoções são memoráveis - Jorge Nahas
15h00 - O mercado de Food Service na internet - Allan Mobley
15h50 - Coffee
16h10 - Grupos de Bate Papo
18h00 – Fim


Data: 30/08
Local: Unicamp – FEEC Sala FE02
Rua: Av. Albert Einstein, 350 - Cidade Universitária
Cidade: Campinas


Entrada: Grátis! Só pedimos para que sejam doados produto de
limpeza que serão destinadas para as crianças do Abrace Solidário


Inscrições: http://ow.ly/5OulA

Mais informações em: www.bpcampinas.com.br

7/26/2011

Compartilhando links

Em uma tarde de trabalho bem agitada, recebo um email da @VivianneVilela com uma porrada lista de links mega interessantes e inspiradores para qualquer ramo de atividade. Digo, qualquer ramo que existam pessoas engajadas em querer fazer mais do que trabalhar limitadamente.


E para nós o céu é o limite, certo?
Segue abaixo a lista. Tenho certeza de que algo daqui vai ajudar você nos seus negócios. #Enjoy




- VÍDEOS
1)      Colaboração no mundo em rede: http://www.youtube.com/watch?v=o4QRouhIKwo&feature=youtu.be
2)      Social Midia 2011 (estatísticas): http://www.youtube.com/watch?v=3SuNx0UrnEo
3)      Se o Facebook fosse um país: http://www.youtube.com/watch?v=iD6l47doQNc
4)      Se o Twitter fosse um país: http://www.youtube.com/watch?v=sPI8F7qhPnA
5)      Mercearia Paraopebas – a arte da gestão, atendimento e do relacionamento com o cliente e do empreendedorismo social: http://www.youtube.com/watch?v=aUiWgtIGJwU
6)      Um novo negócio por Abílio Diniz: http://www.youtube.com/watch?v=y2QPeoRwrc4
7)      Existe oportunidade de negócio segura? Por Abílio Diniz: http://www.youtube.com/watch?v=lCHF35oj8MI&feature=related
8)      Web 2.0 – a máquina somos nós: http://www.youtube.com/watch?v=NJsacDCsiPg



- INOVAÇÃO COLABORATIVA:
·         Open innovation - http://www2.innocentive.com/
·         Publique para milhões! A democracia das redes sociais te deu uma livraria #free http://issuu.com/
·         Você salva o planeta e ganha $ http://www.greenchallenge.info #eco #inovação
·         Para reinventar a nossa humanidade! Vai lá http://www.thevenusproject.com/
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- GESTÃO DE NEGÓCIOS
1 –Saiba como tirar proveito das redes sociais para avaliar as aspirações profissionais dos colaboradoreshttp://www.hsm.com.br/editorias/rh/voce-conhece-os-seus-colaboradores

2 - Instituto Inovação lança StartupFarm, programa inédito no Brasil que cria e acelera startups digitais em 30 dias: http://startupi.com.br/2011/instituto-inovacao-lanca-startupfarm-programa-inedito-no-brasil-que-cria-e-acelera-startups-digitais-em-30-dias/

3 – O mundo interconectado das empresas de tecnologia: http://startupi.com.br/2011/o-mundo-interconectado-das-companhias-de-tecnologia/

4 – Como usar o crowdsourcing para inovar na sua empresa: http://crowdoque.typepad.com/blog/2011/04/a-nova-bolha-e-o-crowdsourcing.html

5 – O que é crowdsourcing? http://crowdoque.typepad.com/blog/2011/07/para-voc%C3%AA-o-que-%C3%A9-crowdsourcing.html

6 – Compras coletivas: os dois lados desta estratégia: http://www.hsm.com.br/editorias/marketing/compras-coletivas-os-dois-lados-desta-estrategia

7 – As companhias mais lucrativas do mundo: http://startupi.com.br/2010/as-companhias-mais-lucrativas-do-mundo/

8 – 25 recursos essenciais para um empreendedor: http://www.entrepreneur.com/article/219967?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:%20entrepreneur/latest%20(Entrepreneur%20Update)&utm_content=Google%20Reader


5/25/2011

Injeção para Viralização

por Igor Romeu.

Muitas vezes, quando alguém ou alguma marca coloca um vídeo no Youtube, quer que o vídeo vire um viral, mas sinto informar que nem sempre isso é tão simples.

Um vídeo viral tem vida própria, ele cai na rede e é visto e repassado por milhares de pessoas, faz sucesso, vira meme, vira hit, todo mundo comenta sobre, aparece na TV, efim, como fazer um vídeo se viralizar?

Para começar é preciso saber que (“até um sanduiche iche…” #brinks) qualquer um pode fazer um vídeo e disponibilizar na rede, qualquer um pode produzir conteúdo (relevante ou não). Deste modo , começamos a ver na tela pessoas comuns, que não saíam em capa de revista ou estavam na novela, fazendo sucesso, como a Stefhany do Cross Fox.

Antes da criação da mídia eletrônica, as pessoas tinham como referencia o sobrenatural, o que era criado pela mente do homem; com a criação do rádio e da TV a mídia criou o irreal, um ideal que foi imposto. Agora com a web, a vida real chamou a atenção do público, as pessoas começaram a poder se ver na tela, identificar a realidade, o real, ver o Charlie mordendo o dedo do irmão (mais uma vez).

A vida real é representada na tela por produções caseiras, feitas em casa, editadas no computador pessoal, uma estética simples. E essa estética sem refinamento dita os virais, por isso quando uma marca quer fazer um viral, ela filma uma ação real, que ocorreu com pessoas reais – sem personagens – e faz uma produção simples. Para um vídeo profissional parecer amador, com estética de viral, sai caro, para não ocorrer o risco de queimar uma marca.

Como disse Rosana Hermann @rosana: “os mouses clicam pela ressonância, clicamos naquilo que ressoa em nós”, ou seja, clicamos quando de algum modo aquilo mexe conosco. Diferente da TV, na web nós selecionamos a programação, vemos apenas o que queremos e podemos escolher não terminar de ver tal vídeo e partir para o próximo.

Então o que atrai os internautas para que um vídeo se viralize?
As pessoas se atraem pelo que as revela, o que as tocam, o que as reflete na tela, quando se cria uma identificação com o receptor; cria atração também algo que intriga, que instiga, nesse caso uma chamada de suspense, que cria curiosidade pelo conteúdo atrai muitas visualizações. E as pessoas se atraem pelo que é moda, o que é onda, todos querem estar ao menos por dentro da moda, se Luisa Marilac está tocando como dj na balada todos querem ao menos saber de onde surgiu essa pessoa, mesmo que não goste, se não alguém vira e fala “VOCÊ NUNCA VIU O VIDEO DELA?!”, e você vai ficar se sentindo a pessoa mais desinformada do universo e redondeza.

Portanto, quando chegar um briefing no qual o cliente pede que na campanha surja um vídeo viral, a gente manda ele rezar? Também não. Há fatores que ajudam um vídeo a se viralizar, o Mashable divulgou esse infográfico com dados que servem para dar aquele “empurrãozinho” na viralização:


Deste infográfico se tiram algumas conclusões:

- Quanto menor o video, maior a chance de viralizar

- O Facebook é o principal meio de divulgar videos para que seus amigos vejam, e esses compartilham para os amigos deles, que compartilham, e por aí vai.

- Videos de companhias de bens de consumo são mais visualizados.

- 57% dos impactados são mulheres de 18 a 34 anos.

*Igor Romeu é diretor de arte da B2, agência especializada em marketing e eventos para o público jovem e escreve originalmente no Blog da Agência B2

Imagem: Mashable Infographics