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3/27/2017

Quando me deu preguica do movimento de startups na política

Me deu preguiça do movimento de startups na política quando comecei a presenciar algo que não me representava, que não era autêntico. Ouvia discursos que me chocavam. Ainda mais depois das manifestações de 2013.

Foi só me posicionar sobre o que acontecia na política brasileira, do ponto de vista social, que recebi ataques que chegaram até a mesa de reunião, onde fui chamado de "Petista", "esquerda caviar", "maconheiro". Isso sem ao menos ser filiado de algum partido político.

Beyonce, nos EUA, é chamada de traficante pela Direita ultra conservadora
A forma como as pessoas rotulam as outras só mostra o quanto nos limitamos perante a uma ideia que não concordemos. Se distanciar por conta de uma ideia ruim, entre outras 500 boas que a outra pessoa possa ter, é muita prepotência.

Logo achei que me atacavam pelo fato de ser voluntário e ativista em N projetos no Brasil. Colaborava sem interesse financeiro, dava palestras e acaba viajando o Brasil por conta dos projetos como consultor. O momento de crise política foi propício para que um discurso de ódio ganhasse força, menosprezando o politicamente correto e quebrando os limites do respeito ao próximo.

Em janeiro de 2015, saí de uma depressão profunda, estava no meu ápice, pelo volume de trabalho e precisava de um momento de reflexão pessoal. Abri mão da minha carreira, das oportunidades, e tudo que tinha em São Paulo. Resumi minha vida em duas malas, mudei pros EUA e decidi ficar. Tirei um ano "de folga" de trabalhar na minha área profissional pra sobreviver no subemprego. Assim pude me dedicar no inglês.

Finalmente, depois de meses de processo e muita ansiedade na espera, em janeiro de 2017, voltei a trabalhar com o que amo: conteúdo, para uma das maiores empresas de tecnologia do mundo no coração do Vale do Silício: o Facebook.

Uma das coisas legais daqui do Vale é que, mesmo você sendo funcionário, existe um suporte gigantesco para a diversidade, para que não se perca a criatividade e a inovação, em todos os sentidos. São projetos acontecendo o tempo todo e a postura empreendedora conta muito na hora de fazer as coisas acontecerem, estando dentro ou fora de uma empresa.

Você pode sair do Brasil mas o Brasil não sai de você. Um fato que me consome a cada notícia que leio, todos os dias. E é mais desafiador ainda quando se trabalha acompanhando várias esferas da mídia, enquanto ficamos daqui, atenciosos, pra compreender o que está acontecendo pelo mundo.

E esse "ano sabático" de 2016, foi essencial. Me ajudou a ver o mundo de outra forma, ao conversar com pessoas de outros países, todos os dias. Descobrir que muito do que se venda na mídia tradicional ao redor do mundo, incluindo escândalos políticos, de corrupção, de guerra e conflitos, não se passam de uma grande mentira para movimentar mercados.

Nasci na periferia de São Paulo, SP, filho de pais separados e ambos empreendedores. Aprendi com os dois que para se viver era preciso trabalhar. E trabalhar duro. Mas nunca tive ambição de sair do bairro e nem de me formar em alguma universidade. O mundo era limitado pra quem vivia uma realidade de família humilde.

Meus pais, mãe mineira, cabeleireira e pai paulista-bahiano, motorista de caminhão, me ensinaram muita coisa sobre trabalho. Me deram exemplo, enquando eu vivia entre as duas famílias.

Filho único e com duas famílias, revezava os meus finais de semana entre um salão de beleza lotado de mulheres numa tarde de sábado e outro pelas estradas, viajando com o meu pai. Nunca esqueço de uma madragada em que ele descarregava um caminhão inteiro de areia sozinho porque não tinha ninguém para receber a carga na baixada santista, e ele precisava voltar pra cidade.

Aprendi com eles que o sucesso está no processo, e não no resultado final. Casa, carro, roupas de marca, viagens. Tudo isso é efêmero. O lucro financeiro dá suporte, mas a FIB (Felicidade Interna Bruta), está na alegria do dia a dia. Na construção, no correr atrás dos sonhos. Em pequenas coisas como uma viajem pra praia mais próxima, uma cerveja, uma macarronada de domingo. Estar junto é ter sucesso. E disso eu nunca pude reclamar.

Comecei aos 14, fiz de tudo pra sempre ter o meu dinheiro. E quando iniciei a minha vida profissional em marketing, visitei casas e mansões de alto luxo. Descobri que a alegria nem sempre reina onde se tem muito dinheiro e coisas que se remetem ao sucesso. Neste cenário, percebi que não era representado quando o discurso nos palcos dos eventos de startups e ecommecre seguiam um tom arrogante sobre o sucesso. Os pré-requisitos eram ditados pelas panelas do ecossistema. Se você não fizesse parte desta panela, por não concordar com alguém ou alguma ideia do status-quo, você estaria fora.

E assim aconteceu quando o debate político chegou no empreendedorismo e no e-commerce. Era claro que, na maioria das vezes, ganhar prêmios em vendas, sair em capa de revista, dar entrevista pra TV, conseguir mais likes, seguidores, ser o nome do ano... Tudo isso é legal pro próprio ego da pessoa. Talvez até pro capital financeiro da empresa. Mas e pro ecossistema, como um todo?

Não fazia sentido estar ali jogando confete pra quem é orientado pelo ego, sem propósito e impacto social.

Todo esse oba oba dos eventos aconteceu - e acontece - em torno de um círculo muito pequeno e limitado de pessoas no Brasil. Quem está dentro sabe muito bem do que estou falando. Que, na maioria daz vezes, não incluem e representam o que chamados de empreendedores pelo resto do País.

Ser atacado, rotulado ou ouvir piadas sobre ser um empreendedor de esquerda já foi tenso (por mais que seja centro-esquerda liberal). Mas começou a me dar um bode maior quando um grupo tomou as dores, em nome dos empreendedores, dizendo que o empreendedorismo em si
é um dos motes de uma ideologia política de direita.

Ora bolas. Precisamos desenhar, então, pra poder voltar no passado e entender o que é direita x esquerda.

Se paramos pra estudar a história, podemos descobrir facilmente quem estava na direita nos tempos medievais. E se compararmos com hoje, sabemos quem está por trás dessa figuro: os patrões da sociedade - que não são os pequenos e médios empresários que as pessoas das startups e e-commerce acham que são.

Acreditar que políticos de direita lutam pelos pequenos e médios empresários (plus startups) é uma grande armadilha. O sistema de hoje ~e de ontem~ sempre defendeu os gigantes da economia, os grandes produtores, os BILIONÁRIOS. Jamais, os pequenos/médios empreendedores.

Meu estômago se contorce ainda mais quando vejo alguém, que se diz empresário, apoiando pessoas que são claramente financiadas por corporações bilionárias, entre elas, estrangeiras. Marionetes que se dizem empreendedores de sucesso, dando um show na frente as câmeras, que não passa de um teatro pra iludir a classe empreendedora.

Não estou aqui para julgar e nem dar nome aos bois. Mas, no mínimo, chamar o leitor para uma reflexão: quem investe no seu político? Quais são as parcerias que ele realmente possui enquanto diz que te representa? Seja ele de direita ou de esquerda, a quem ele está beneficiando?

É uma hipocrisia sem tamanho, e histórica, do ecossistema empreendedor brasileiro, adotar um discurso machista, concodar com ideias homofóbicas, ser contrário ao trabalhador (só porque é empresário), desprezar movimentos sociais e das minorias. Falam tanto sobre a inovação e criatividade em seus modelos de negócio, mas esquecem que para que isso exista no ecossitema é preciso apoiar a diversidade.

Ser empresário não te faz ser, obrigatoriamente, uma pessoa de direita. E mesmo que você já tenha chegado no seu primeiro milhão, ainda não será representado por aqueles que prometem a proteção aos "empresários". É preciso abrir os olhos e tentar descobrir quem financia a página no Facebook que você apóia, as personalidades que você segue e confia, as ideias que você acredita, os jornais que você assiste e as revistas que você lê.

Não questionar a si mesmo e se agarrar a uma única ideia só nos faz mais arrogantes e prepotentes.

Neste exato momento vivemos uma guerra midiática, onde é quase que uma obrigação de todos conferir os fatos, analisar as fontes. Quem não se informar, será informado. E facilmente, se tornará um informante, para servir os grandes senhores que lideram o mundo hoje.

Até porque, quando todo mundo acredita em uma grande mentira, ela se torna verdade. E na real, a verdade é relativa. Daqui alguns anos, o choque será o mesmo que tiveram aqueles ao descobrirem que a Terra, na verdade, era redonda e não plana.

O que me resta hoje, frente a essa era meléfica de líderes mundiais indo pra direita, é a esperança. De que os gigantes de tecnologia comecem a mostrar pra sociedade quem está mentindo, quem faz o jogo sujo por espalhar notícias falsas, sensacionalistas e com discurso de ódio - entre elas, no ecossistema empreendedor.

Assim, quem sabe no futuro (que seja bem próximo) possamos descobrir quem controla quem e se, de fato, essas figuras estão em prol dos empresários no País. Só assim para acabar com essa servidão voluntária aos patrões do mundo.

10/19/2012

Inovação ou morte! Feliz dia da inovação!


Hoje é dia de comemorar. Mas peraí, comemorar o quê? O que temos de novo para celebrar uma vitória? Eis a resposta: a inovação, meu bem.

No Brasil, segundo a Lei federal 12.193 de 14 de janeiro de 2010, o dia 19 de outubro foi intitulado o dia da inovação. Uma sugestão da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (PROTEC).

Para quem trabalha com inovação sabe o quanto é difícil fazer diferente em um mercado onde ainda existem muitos "dinossauros", profissionais que insistem em pensar com a cabeça de 1914. Mas vamos bater na tecla: "Século XXI"! Principalmente as novas gerações, ou simplesmente os espíritos jovens, independente da idade, que lutam a cada dia para realizar projetos diferentes, processos inovadores e novas realizações para o bem das empresas, organizações e de toda a sociedade.

O mundo muda, o universo está em constante transformação, e por quê nós, profissionais de marketing, devemos ficar parados no tempo por puro ego alheio que insiste em fazer as coisas do mesmo jeito? Eis o desafio: inovar não é nada fácil. Principalmente quando lidamos com ego, com o poder dos dinossauros em altos cargos executivos. Mas aí que está o desafio: se fosse fácil não teria graça nenhuma. "Because we like to do it nice and rough."

A inovação pode ser realizada por uma mudança planejada ou simplesmente por acaso. E são poucas as inovações que brotam no mercado simplesmente por acaso. A inovação surge da necessidade de criar algo novo para se adaptar às mudanças contínuas do mundo na vida das pessoas. Eis que as inovações mais bem sucedidas, são aquelas que surgem por oportunidades ou necessidades de se fazer algo novo.

Tipicamente, as inovações podem acontecer pela ocorrência, conjunta ou isolada, de sete principais situações:
- em consequência de factos inesperados;
- por incongruências;
- por necessidade;
- por mudanças na indústria ou no mercado;
- mudanças demográficas;
- mudanças de percepção;
- novos conhecimentos;
- imposições legais ou regulamentares.

Aproveitar as mudanças do mercado para fazer algo novo é algo que se precisa de uma grande percepção do todo, do macroambiente e da estrutura de rede das organizações e do comportamento do ser humano, que muda a cada dia.

Fica a dica para aqueles que insistem em continuar fazendo o mesmo em qualquer tipo de organização: inovação ou morte! Se você não inovar, meu querido, sua empresa/organização ou até você mesmo não irá sobreviver em um ambiente que está em constante transformação.

Parabéns a todos que fazem diferente! Mesmo sem conhecê-los, sou Fã de vocês!

Se u guys ;)

Imagem: comitê inovação fnq
Fonte: wikipedia

8/06/2012

Mídias Sociais como Canais de Revolução

Ok. Falar de mídias sociais já é ultrapassado para muitos. E há quem o diga que o assunto irá morrer um dia. Mas seja ele um assunto efêmero ou não, o que interessa é que está transformando sim a forma como o ser humano vem se relacionando em uma sociedade contemporânea conectada.

Já são tantos cases sobre SM que nem vamos perder tempo falando sobre eles. Vamos falar sobre a Revolução, que tal?

Segundo a wikipedia: A revolução (do latim revolutìo,ónis: ato de revolver), segundo o Dicionário Houaiss é datada do século XV e designa "grande transformação, mudança sensível de qualquer natureza, seja de modo progressivo, contínuo, seja de maneira repentina"; "movimento de revolta contra um poder estabelecido, e que visa promover mudanças profundas nas instituições políticas, econômicas, culturais e morais".

Quando abordo o tema em treinamentos que aplico, muitos pensam ~e falam~ sobre a revolução como algo grandioso, difícil, que precisa de grandes esforços em conjunto e movimento de multidões. Mas logo digo: não. Não é preciso movimentar milhões para realizar uma revolução. Se olharmos no caráter individual de cada pessoa, seja como profissional, empreendedor ou pessoal, a revolução interna consiste em quebrar paradigmas, adotar novos habitos e obter novos resultados através da mudança pessoal, de dentro pra fora. Daí sim, começa o processo de revolução com base na sua mudança com o seu ambiente. Aí que a mágica acontece e tudo começa a ficar mais divertido.

Tá, legal. Mas como mudar? Como obter resultados diferentes? O que fazer para transformar a situação atual em que você se encontra no trabalho, na empresa, na vida diária? Simples: mudança de hábito.
Lembra-se como fez para aprender a tabuada na escola? Repetir, repetir e repetir as multiplicações. Foi assim que fizemos para memorizar em nossos cérebros as contas e realizá-las automaticamente através do hábito de praticar os exercícios. Da mesma forma o fazemos na academia, nos treinos no esporte, no aprendizado de línguas estrangeiras e assim por diante. Com essa metodologia do relembrar, repetir e praticar que focamos a revolução no caráter individual, destacando alguns pontos pessoais e intransferíveis que devem ser trabalhados diariamente:
- Tarefas: Quais são as atividades-chave do seu dia-a-dia que garantem a sua produtividade?
- Agenda: Como estão separados os seus compromissos diários? Você consegue arcar com eles fielmente?
- Pessoas: Como está o seu relacionamento com os outros? Você cede mais o seu tempo ou não doa nada dele para colaborar, co-criar e aprender junto? Foque no tempo offline, nos relacionamentos vida a vida e deixe para se comunicar só com o necessário pelas ferramentas online.
- Consumo: O que você consome? Em todos os sentidos: alimentação, música, filmes, experiências e outros produtos. Repetir o mesmo produto/música/experiência dará sempre o mesmo resultado. Diversificar também é preciso. Pense nisso.
- Trabalho: já parou pra pensar que o seu trabalho tem que dar algum resultado para a humanidade? Pense nele como um propósito da sua vida para outras pessoas, que estão precisando de você. Logo, sua produtividade e comprometimento irá mudar depois de refletir sobre isso ~todos os dias~.

São diversos os pontos em que podemos mudar os nossos hábitos diários para obter resultados diferentes. A única pessoa que sabe onde, quando e no quê mudar é você mesmo. Mas para garantir essa revolução interna tudo depende única e exclusivamente de você.

E as mídias sociais?
À partir da sua revolução pessoal, da quebra de paradigmas antigos impostos pela sociedade, pelo antigo mercado, pela moda, mídia aliada ao poderio econômico, o seu comportamento será outro e a sua presença nas mídias sociais irá mudar naturalmente. Daí começa o início de uma revolução em conjunto, incentivada pela "vitória pública" (vulgo Maslow e Covey), onde você compartilha o propósito da sua revolução, do seu trabalho e da sua vida como realmente você deseja que ela seja e com pessoas que você irá atrair pelo mesmo propósito nas mídias sociais, seja ele qual for.
Parece meio clichê falar isso tudo, eu sei, mas o que abordamos é: ao transformar a sua vida, você começa a transformar o seu ambiente, o seu ecossistema, e dar início a uma grande revolução em conjunto.

Abaixo segue os slides da palestra realizada na #ViradaEmpreendedora, onde abordei diversos desses pontos e no final apresentei o caso de Auroville como exemplo. Uma ecovila na índia, onde se vive com base no ganha-ganha (não existe dinheiro lá, somente para turistas), onde vc trabalha na construção da cidade e ganha, em troca, materiais para construir a sua casa, compras ilimitadas no mercado local e outros benefícios na cidade, idealizada por um líder que teve a sua revolução individual e pensou no como poderia fazer algo inovador, com propósito para outras pessoas, design revolucionário e com grandes chances de dar certo.


A construção de Auroville já está em andamento há alguns anos. Hoje existem pessoas do mundo inteiro morando na ecovila, que tem como objetivo se tornar em uma cidade sustentável do futuro, que prioriza a economia criativa e fica longe do sistema capitalista em que vivemos - sim, esse lugar existe.
Utilizei essa cidade como um exemplo de prototipação de algo novo, que antes era interno (da Índia) e hoje pode ser visto pelo mundo com a ajuda das mídias sociais, tornando-se um lugar onde todos desejam ir para experimentar algo diferente do mercado atual em que vivemos.

Enfim, deixo aqui o meu desejo e incentivo para que todos possam realizar a sua revolução individual, depois na sua casa, com a sua família, no seu trabalho, comunidade, grupos, cidades e até chegarem a movimentar multidões. Quem sabe no futuro teremos um mercado diferente? Pois a revolução de uma única pessoa, pode transformar o destino de um país e de toda a humanidade.

1/16/2012

Social Media Marketing for Startups #Infográfico

Sim, somos apaixonados por infográficos. E são artes maravilhosas com informações de qualidade, que além das imagens e design bacana que auxiliam na percepção sinestésica, também trazem uma porção organizada/desenhada do oceano de conteúdo existente no mercado. Existem milhares de infográficos interessantes pela internet e basta dar um search focado para achar vários deles atualizados com dados aprofundados sobre diversos assuntos.

Hoje segue um especial para startups, feito pela @columnfive para @udemy. O infográfico mostra como engajar pessoas para falar sobre a sua marca/serviço/produto nas mídias sociais. O tão querido buzz marketing.
Vale destacar uma orientação presente nesse infográfico: "não tenha medo de compartilhar o conteúdo do seu negócio com os seus contatos" - informar o que você está fazendo para os seus amigos, família, colegas é divulgar para a sua rede, logo, é trabalhar as redes sociais além das mídias.

É claro que não existe um processo específico de social media para uma empresa, pois cada uma tem a sua característica (são com árvores que dão frutos diferentes) e por isso devemos lembrar de sair do automático e adaptar os processos de acordo com a necessidade de cada negócio.

Segue abaixo (clique para ampliar).





9/18/2010

MOTOR DE NEGÓCIOS

Verificar os sintomas e aproveitar os resultados causados pelo crescimento da economia é, de uma maneira otimista, enxergar os desafios de um crescimento desordenado e gerar oportunidades sustentáveis para aqueles, que em rede, podem descobrir novos mundos.

O objetivo do projeto inovador Motor de Negócios, visa em resumo aproveitar os resultados causados pelos sintomas do crescimento, pensando no desenvolvimento sustentável dos negócios, pelo Brasil inteiro, baseado nos novos modelos de educação e empreendedorismo, articulando a sociedade em rede, gerando novos modelos de negócio na internet e impactando a vida online e offline de muitas pessoas, mostrando a real identidade brasileira e potencial cultural e econômico para o mercado do mundo inteiro.

Segue a apresentação utilizada pelo @menta90 no Festival de Idéias Inovadoras em Educação #vivoeduca que rolou essa semana em São Paulo.