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9/30/2007

Blogue sobre moda patrocinado pelo Rexona














Desodorante que trás como beneficio não manchar a roupa preta, o Rexona Crystal, foi vinculado ao Blog Black is Back. Que segundo a Lowe Lisboa (que criou o conceito "Black is Back by Rexona Crystal"), será o primeiro blogue nacional Portugues de moda com conteúdos independentes e projeção internacional.
O Blog terá como colaboradores uma equipe da revista Zoot e parceiros da Lowe que irão expor não só o melhor da moda que está pela rua, mas também pelos desfiles, nas lojas, nas festas e nos bastidores.O conceito será explorado em eventos, materiais de ponto de venda, edições especiais, sampling e editoriais de imprensa.

Get a Mac

Comerciais sobre o Mac são axibidos pela TV da Apple e mostram o benefício do produto perante ao defeitos do seu concorrente, igual o conceito do site Dailymotion (Hi! I'm DailyMotion!) hehe.

No Primeiro eles explicam como é facil produzir videos caseiros de qualidade profissional. Com a participação da glamurosa Gisele, que apresenta um video caseiro produzido em um Mac.









Reportagem da TV Band sobre as mídias alternativas.
Nele segue Andre Vieira, Publicitário das Caixas de Pizza OneMídia.

9/29/2007

Inovar para ganhar

Já se foi o tempo em que propaganda no comercial do Fantástico, divulgação simplificada no Wal Mart e o anúnico na contra-capa da Veja eram suficientes para vender um produto e fidelizar o cliente. Nos dias de hoje a combinação marketeira de Estratégia e Criatividade são o ponto forte para a gestão de comunicação integrada das empresas. Regadas em muita pesquisa e apoiada em uma gestão eficiente, as marcas estão inovando para atingir melhor o seu público-alvo. Seguem a baixo alguns exemplos dessa nova onda.

New Style promove novo produto da Trakinas

A New Style comanda o lançamento do novo chocolate Trakinas com promotores uniformizados que visitarão parques, shoppings e outros locais, em vans adesivadas. A agência criou os materiais da ação, o layout do veículo de transporte dos promotores e sacolas no formato do biscoito. As equipes distribuirão amostras entre os dias 25 deste mês e 28 de outubro em quatro capitais brasileiras. 30 dias em São Paulo , 12 em Curitiba, seis dias em Florianópolis e 12 em Porto Alegre.



Samsung e Cinemark realizam concurso cultural

A Sansung e a rede Cinemark promovem o concurso cultural “Nunca é Tarde para Amar”, que premiará os participantes com um aparelho celular ou um MP3 player, até o dia 28 deste mês.

A ação premiará os cinco participantes que acertarem as questões do quiz disponível no site www.cinemark.com.br/clube/clube.html e enviarem a resposta mais criativa para a pergunta “Como você reagiria a uma atração por alguém mais novo ou mais velho que você?”, uma referência à comédia romântica estrelada pela atriz Michelle Pfeiffer, que estreou no último dia 21, na Rede Cinemark.

Os consumidores que comprarem qualquer modelo de celular ou tocador de MP3 Samsung, entre 24 de setembro a 18 de outubro, nas lojas dos shoppings Dom Pedro em Campinas, Minas Shopping em Belo Horizonte, North Shopping no Rio de Janeiro, Shopping Curitiba e Shopping Salvador na Bahia, ganharão um par de ingressos para assistir ao filme.



Lavanderia Quality inova na comunicação do ponto de venda de suas lojas

A Quality Lavanderia está inovando com uma ação realizada em ponto-de-venda que pretende informar e prestar serviços aos clientes com a Quality TV, programação veiculada diariamente, sem intervalos, por meio de um televisor de plasma e um DVD posicionados próximos ao balcão de cada loja.

A Quality TV tem conteúdo elaborado pelo Marketing da empresa, sem custo adicional para o franqueado. No conteúdo da Quality TV baseia-se na prestação de serviços ao cliente, como a divulgação de dicas de conservação de roupas e informações sobre os serviços e promoções das lojas

Os franqueados da rede aprovam a iniciativa e já vêem resultados na procura por serviços divulgados pela Quality TV. As lojas podem opinar no conteúdo da Quality TV e até mesmo pedir material exclusivo ao departamento de Marketing e, se aprovado, o vídeo é produzido.



Salem faz ação de guerrilha para lançar DVD da Pequena Miss Sunshine

Imitando o filme Pequena Miss Sunshine, a Salem Guerrilha está colocando uma Kombi lotação que percorrerá por avenidas de São Paulo com uma sósia de Olive e Frank que vão convidar as pessoas para um passeio em que eles assistirão a um trailer do filme e receberão um folder sobre o lançamento do DVD.




Direto dos EUA: A experiência da marca Mercedes-Benz

A Mercedes-Benz convidou um seleto grupo de proprietários de automóveis de marcas concorrentes para fazer um test-drive em um de seus modelos. O cartão-convite dessa ação vinha com uma réplica do símbolo da Mercedes e uma ventosa, que permitia o consumidor prender a réplica do símbolo no capô do seu carro, mesmo o carro sendo de outra marca.

Assim, o futuro cliente estaria o mais próximo possível de sentir a experiência da marca Mercedes-Benz. Isso é um bom exemplo de "Brand Experience" e mostra que cada vez mais as empresas estão interessadas em causar esse tipo de experiência no consumidor.



E você o que faz para se inovar? Quer algumas dicas?

divulgação:Web

9/28/2007

Joga No Google !

O Google tornou-se uma ferramenta muito utilizada, que atende muitas necessidades dos navegantes na internet, principalmente aqueles que dependem de informações rápidas e precisas em um pequeno período de tempo. Seja no seu dia-a-dia, para comunicação, por diversão, trabalho ou estudo, todos acabam entrando em sites de diversos segmentos, de níveis sociais, de culturas e lugares diferentes da terra, obtendo acesso a rede mundial e todo o conteúdo contido nela.
E No Google ultilizam muitos serviços como email, blogs, orkut, pesquisa,
Mais qual site é o mais acessado? Google?
Em um departamento de marketing, em plena sexta-feira, decisão de campanha, onde criativos e hiperativos trabalham, se você fizesse qualquer pergunta, a resposta era "Joga No Google!"
Ai começou a zona.
Seja qualquer pergunta, a resposta era joga no google!

- Vanessa, a campanha foi definida?
- Não sei ainda, joga no Google!
- idiota!
- Haha
- Cadê o relatório de pesquisa?
- huuuumm. não sei, joga no Google! hehe
- to falando sério, ele já está pronto?
- Joga que você acha... to falando.
- Desisto

Leila: - Quem você acha que matou a Tais?
- Foi a Bia Falcão...
- Você viu o grampeador?
- Não sei.. você tinha levado ele quando foi para a impressora..
- Não levei não, deixei ele aqui. cadê?
- Joga no Google que você acha.
Eu quis dizer marketing focus:
E você também joga no google?

Responsabilidade Social e Ambiental

Está em discussão entre ferrenhos ambientalistas um diferente método de crescimento econômico, que tem como proposta maior preocupação com os recursos naturais e controle da alta produtividade quantitativa - característica intrínseca ao capitalismo, modelo de desenvolvimento da atualidade.

Europa e os Estados Unidos, nações que melhor representam o desenvolvimento econômico na contemporaneidade, juntamente com o 'boom' da China, ao decorrer do tempo, vêm negligenciando a discussão, que teve maior repercussão após o inevitável aquecimento do planeta.
Os países desenvolvidos acreditam que esse modelo de crescimento é inviável por serem totalmente dependente de capitais e recursos estrangeiros, que ficariam mais restritos com a mudança econômica. Prova disso é o protecionismo dos países ricos aos diálogos. Não querem investir em política ambiental e esquecem que enquanto isso mais gases vão sendo emitidos à atmosfera.
Relatórios e mais relatórios do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) vão sendo feitos, mas não adianta: o homem não consegue adaptar-se às mudanças drásticas que devem ser feitas no momento, para de que o problema retroceda.
Tendo conhecimento que um dia o petróleo e a água irão acabar, os ambientalistas acreditam que conservando recursos que podem ser nefastos para o aquecimento, como a excessiva extração de combustíveis fósseis, a diminuição do uso de produtos nucleares e outros meios que um dia possam escassear ou emitir danosos gases.
Em um mundo onde é impossível viver sem celulares, internet, carros a gasolina, muito provável que essa discussão não avance, uma vez que grande parte dessa dependência teria que ser restringida. A tecnologia nos seduziu tanto, que agora é difícil largar.
Já que politicamente é quase impossível de haver uma conscientização coletiva, cabe aos verdadeiros preocupados com a situação esperar que o ser humano coloque a mão na cabeça e faça por si mesmo a sua parte, tentando consumir menos e preservar mais. Sérá isso possível?

Segundo Tiago Ferreira o mundo vem seguindo com um panorama de preocupação entre toda opinião pública e faz com que líderes mundias, potencias economicas e países emergentes comecem a pensar no futuro, como uma responsabilidade moral da consciência ética mundial de todos os povos, independe da região. Porque o resultado vem já aparecendo e a natureza não quer saber quem foi que soltou gases na atmosfera.

À medida que o lixo se foi amontoando nas lixeiras, as florestas foram desaparecendo e o ar se foi tornando cada vez mais irrespirável, ganhou força uma "revolução" destinada a travar a utilização incorrecta dos recursos.

A Responsabilidade ambiental e social tornou-se "preocupação" na opinião pública mundial, proliferaram decretos e foram adaptadas algumas directivas europeias.A consciência e as preocupações ambientais do consumidor começaram a ser mais visíveis.

Numa tentativa de se protegerem e protegerem o Planeta, os consumidores tendem a liderar uma nova tendência denominada de "consumismo ambiental", que defende a compra de produtos verdes em detrimento dos produtos convencionais. Consequentemente, as empresas começaram a responder com mais consistência a esta tendência, procurando atender às necessidades dos seus clientes através da oferta de produtos mais saudáveis e estabelecendo-se como "amigas do ambiente".

Nesta "nova" era do marketing, os produtos passam a ser avaliados com base, não apenas, no desempenho ou no preço, mas também tendo em conta a responsabilidade social dos produtores. O conceito de "valor" passa a incluir a salubridade do produto e da embalagem, e a imagem de qualidade passa, pois, a estar associada ao impacto ambiental.Assim, o marketing ambiental deverá ser assimilado pelas empresas como uma ferramenta estratégica.
A perspectiva de aumentar a quota de mercado é apenas um dos inúmeros benefícios potenciais que a sua prática pode trazer. Os gestores de marketing constataram que o desenvolvimento de produtos e processos de produção mais saudáveis ecologicamente, não só fornecem a oportunidade para fazer correctamente as coisas, como podem contribuir para uma melhor imagem corporativa e da marca, economizar recursos financeiros e abrir novos mercados.Actualmente as empresas vêem-se confrontadas com a necessidade de dar uma resposta rápida face aos novos interesses ambientais dos consumidores.
Nos EUA, muitos profissionais de marketing, sobretudo os das indústrias de produtos químicos, petrolíferas e de produtos de limpeza doméstica, já se aperceberam desta realidade. Desenvolveram estratégias de comunicação agressivas e estabeleceram sistemas administrativos para garantir que a sua oferta seguia as normas regulamentadoras e os interesses dos consumidores. Outras empresas, pelo contrário, têm sido lentas numa resposta, alegando que o consumo ambiental "não passa de uma moda".Também na Europa, as empresas têm vindo a adoptar uma postura mais verde. Por exemplo, em países como a Alemanha, Suíça, Itália, França, Holanda e Reino Unido, onde desde há muito tempo que os resíduos sólidos são uma questão crítica, foram criados programas de redução e separação de lixos. Por sua vez, os Japoneses poderão surgir como líderes em tecnologia ambiental neste século, uma vez que criaram tecnologias avançadas de prevenção da poluição e conservação de energia.

Conclui-se assim, que as empresas que não ofereçam ao mercado produtos mais seguros e saudáveis, arriscar-se-ão a perder alguma credibilidade juntos dos consumidores mais preocupados com as questões ambientais. Por outro lado, as organizações que forem responsáveis socialmente e que utilizem estratégias de marketing ambiental poderão tirar proveito das inúmeras oportunidades apresentadas pelo consumismo responsável e obter maiores vantagens competitivas. Portanto, esta deverá ser uma tendência (e não uma moda) cada vez mais seguida, e que poderá marcar a diferença entre as empresas!
Direto do Conteúdo e de Portugal. Por Tiago Ferreira e Arminda do Paço.



9/27/2007

Mais novo gigante do PDV



Schincariol investe R$ 18 milhões em sucos prontos e 40% da verba de mídia vai para o PDV
O Grupo Schincariol lançou mão ontem de duas armas para brigar no segmento não-alcoólico, um mercado que movimentou cerca de R$ 1 bilhão em 2006, segundo a ACNielsen. A empresa quer ganhar espaço na fatia dos sucos prontos e, para isso, re-lançou a linha Skinka e já investiu R$ 10 milhões em uma nova marca: o Fruthos. Os dois produtos irão à mídia com um cheque de R$ 8 milhões, dos quais até 40% serão investidos no ponto de venda, a grande aposta da Schin.

A investida em produtos que não estão ligados às cervejas, onde a empresa já está em todos os segmentos (do Pilsen ao Premium), é um passo no sentido de transformar o Grupo em uma companhia de bebidas, que também vende refrigerantes e águas. Isso porque os não-alcoólicos estão crescendo acima da média das outras bebidas. Na Schincariol, este segmento representa 20% do faturamento e a meta é chegar nos 30 pontos percentuais.

A nova fase da Skinka é um reposicionamento do produto para enfrentar diretamente a linha Kapo, da Coca-Cola, com foco no público infantil. Os sucos ganharam novos sabores além dos cítricos, como uva, maça e framboesa, novas embalagens e serão divulgados na mídia pela primeira vez. A mudança também lança mão do licenciamento de personagens do Cartoon Network em formato cartonado de 200ml. Com os pet de 450 ml, a marca espera vender também para os pais.

Nova linha
Já a linha Fruthos consumiu um ano de estudos e pesquisas para marcar um território ainda maior no mercado de sucos prontos. O novo produto será o carro-chefe dos não-alcoólicos, com seis sabores tradicionais e quatro lights, com uma mensagem que leva o suco da fruta direto para o consumo. Grande parte deste desenvolvimento envolveu os consumidores. “Fizemos vários testes com as pessoas e a percepção de entrega de um produto vindo da fruta fresca foi muito boa”, afirma Marcel Sacco, diretor de marketing do Grupo Schincariol.

O otimismo da companhia é tão grande que ela espera saltar da sexta para a terceira posição neste mercado. O maior trunfo está no sabor do Fruthos e no forte investimento no ponto de venda. Sacco diz que o preço vai ficar na mesma faixa dos concorrentes e, mais, vai posicionar ao lado das marcas líderes, sem contar na demonstração do produto. “Acreditamos muito na degustação e ela será um dos grandes pilares para a conquista de mercado”, diz o diretor. No contato direto com o consumidor, a companhia viu claramente que eles estão atrás de novidades.

Para apresentar o Fruthos a este consumidor, Marcel Sacco deixou claro que a Schincariol vai ter políticas comerciais agressivas, principalmente no PDV. “Além dos materiais tradicionais de ponto de venda, teremos ilhas temáticas e esquinas de gôndolas diferenciadas, com caixas que remetem a fruta vindo direto do pomar”, adianta o executivo. O investimento alto no trade marketing é uma amostra clara da importância do ponto de venda.

Quem estará nas ruas e nos supermercados para colocar o Fruthos no gosto dos consumidores é a Aktuell p.s.v.a, que desenvolveu a marca e as embalagens em parceria com a Tátil Design e fará todo o trabalho no ponto de venda e de degustação. “Além de fazermos a gestão do produto no PDV, vamos fazer ativação em parques, academias, supermercados e restaurantes”, conta Rodrigo Rivellino, Presidente da Aktuell. Assim, a Schincariol quer sair dos 6% de participação no mercado de bebidas para até 12% em um ano.

Reportagem de Bruno Mello

9/26/2007

Levi's para o Público Asiático


Fuçando no PdS da Taíssa, vi a indicação para o Site da Levi’s que é dedicado ao público Asiático. O Site leva bem o conceito do poder arquétipo explorador, que foi citado como um meio de manter a independência das pessoas, segundo Carol S. Pearson (autora do best-seller “Despertando o Herói Interior”).

Você entra lá, joga uns dados sobre você e da sua vida e cria um layout de acordo com a sua personalidade; dele você pode salvar como papel de parede, que fica muito interessante e claro, leva um subliminar fácil da levi’s contigo.

Fusão entre bancos no mercado financeiro mundial


A integração do Banco Real (ABN Amro) e do Santander deverá levar 3 anos para ser concluída e segue na tendência mundial de fusão entre instituições financeiras. Assim como o Itaú com o Bankboston, o HSBC que comprou 51% do KEB (Korea Exchange Bank) que era o sexto maior da Corea do Sul e se torna mais forte, o Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) que pegou 100% do banco norte-americano Compass Banschares por 6,655 bilhões de euros, o poderoso CitiGroup que já investiu no Egg Banking da seguradora britânica Prudential e no Bisys por US$ 1,45 bilhão entre outros, fora a provável criação do Banco Federal Absoluto, que prevê a fusão do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.
Mas no momento o mais falado é do Espanhol Santander, que algum tempo atrás comprou o Banespa (Banco do estado de São Paulo) e já causou dessa fusão uma grande confusão na instituição para seus clientes. O banco acaba perdendo investimentos de muitos anos dos clientes fidelizados do estado, fora os funcionários públicos que recebiam pelo Banespa e passaram a receber pela Nossa Caixa por decisão do governo; Mesmo assim o Santander fez de tudo para continuar com esses clientes que tinham contas abertas por mais de 20 anos, fornecendo benefícios como cartões sem anuidade, limites mais altos, cheque especial, pacotes de tarifas, transferências sem custos de salários, enfim... mas não teve muito sucesso, pois as tarifas eram as mesmas da cultura do banco espanhol, tarifas que não sugavam apenas a carne dos seus clientes, mas o sangue e o osso, mesmo tendo um atendimento diferenciado e preferencial em algumas agencias. Já o departamento de marketing da Nossa Caixa aproveitou e deu os mesmos benefícios para esse público, investimentos melhores e mais confiáveis ganhando essa carteira de clientes fiéis.
E vem por acontecer novamente algo parecido na fusão entre o Real e o Vermelho espanhol. Os funcionários de uma das melhores empresas para se trabalhar (segundo a revista Exame), já estão abandonando seus cargos devido ao risco que a instituição vem correndo. Investimentos caindo, clientes saindo do banco e fora a qualidade de serviço que mudará. Se for concretizada a operação, o Santander vai assumir o controle da unidade de negócios do grupo holandês na América Latina. O principal ativo na fatia espanhola é o Banco Real.
Mesmo assim o Real não para com suas campanhas de Marketing, onde o patrocínio é uma das suas ferramentas essenciais. Na Fórmula 1 será o 9º ano de participação e terá entre comercias e vinhetas 960 inserções na mídia, cota de patrocínio fechada para 2008. Serão veiculadas nas 18 corridas televisionadas pela Globo que começará no GP da Austrália em 16 de Março e acaba no GP do Brasil no dia 2 de novembro. Todo o fechamento da campanha foi negociado pela Lew’Lara, que baseado no pacote de 2007 apresentou um pré-projeto para a campanha. É muito investimento para manter uma marca tão forte do Banco, que está para fundir com a Tourada Espanhola. Agora é esperar para ver.







Enquanto isso os clientes formar os resultados dentro do banco:

TUDO GRIFADO !!


Depois da Dolce&Gabbana e da Prada, agora é a vez do Grupo Armani anunciar uma parceria com a Samsung para lançar seu celular.
Parece que o aparelho deve ser preto e com tela touch-screen, o que deve levar a comparações com o IPhone e o LG Prada. Mas a parceria não fica por aí!
Depois do celular, o que deve mesmo causar frisson, são os televisores e outros eletrodomésticos ARMANI que virão depois.
Imagino que os consumidores que não vivem sem um LOGO de grife, vão poder incluir os eletro-Armani no meio dos cobertores Missoni, da porcelana Versace e dos baús Louis Vuitton.

E VIVA O EXCESSO FASHION !!

fonte: Petiscos por Julia Petit

9/25/2007

Solteiros no Mercado


Solteiros: mercado em ascensão para o varejo

Estou fazendo uma pesquisa recentemente que trata em grande parte desse mercado consumidor que faz uma diferença grande nas metrópoles mundiais. Eles gastam mais, frequentam mais lugares e não abrem mão de ter as coisas que querer. Por isso o mercado de varejo etá mudando suas estratégias para atrair esses consumidores e tornar seus desejos uma realidade. Por que nós, as pessoas desse mercado, não temos medo de dizer: SOMOS SOLTEIROS E NÃO NEGAMOS, NAMORAMOS QUANDO A GENTE QUISER !!

"Um dos nichos de mercado que mais vem crescendo no País é o mercado de produtos voltados exclusivamente aos solteiros. Segundo estudo do Programa de Administração no Varejo (Provar), realizado este ano em oito capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Recife e Porto Alegre), 10% do total de habitantes das cidades pesquisadas são solteiros.

Segundo a pesquisa, a população total das cidades pesquisadas cresceu numa taxa anual de 1,85%, entre 1970 e 2000. Já o segmento dos consumidores que moram sozinhos cresceu 5,13% por ano, no mesmo período, o que representa um grande crescimento deste público no País. Por isso, criamos 10 dicas de como lidar com os solteiros no varejo:

1) Descubra a importância desse público
No mercado do varejo, há dia para tudo. Talvez, os poucos que sabem que 15 de agosto é o “Dia dos Solteiros” são os empresários que investem em produtos e serviços para o segmento. Mas os lojistas também devem tentar agradar este tipo de consumidor, celebrando o seu dia. E qual o perfil dos solteiros? São mulheres que ingressam no mercado de trabalho e adiam os planos de ter uma família para ser firmar profissionalmente, jovens que se separam dos pais para morar perto da universidade, descasados e solteiros que descartam a vida a dois.

2) Identifique o tipo de solteiro
Existem dois subgrupos no mercado single: o das pessoas jovens e o da terceira idade. Seus hábitos de consumo são diferentes, assim como a forma de conquistá-los. Os de menor faixa etária são mais fiéis a bens duráveis, como aparelhos de som, e semiduráveis, a exemplo das roupas. Os idosos preocupam-se principalmente com o preço e a comodidade. Por isso, faça com que sua loja consiga atender às necessidades do tipo de consumidor que você quer focar. Se forem os idosos, lide com prazos de entrega e montagem ainda menores. Caso seja um cliente que trabalhe o dia inteiro, seria interessante ter um serviço de entrega para os finais de semana.

3) Atenda de forma especializada
Geralmente, as pessoas solteiras moram em casas ou apartamentos de tamanhos menores que os de uma família. Por isso, na hora de comprar seus móveis, este tipo de consumidor opta por produtos compactos e multifuncionais. O vendedor da loja precisa saber orientar o seu cliente na melhor escolha do mobiliário, analisando suas reais necessidades de uso e de espaço físico. Uma pessoa que acabou de se separar, por exemplo, provavelmente vai precisar comprar móveis para a sua nova casa. Seria importante, para ela, que a loja que vender os móveis a ajude não só na escolha, mas também na composição dos ambientes, prestando uma assessoria completa e eficiente.

4) Venda nas quantidades e dimensões certas
Conforme pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há no Brasil pelo menos 3,8 milhões de solteiros, descasados e viúvos, que não têm com quem dividir a casa, as despesas e a comida guardada na geladeira ou no armário. Essas pessoas costumam comprar alimentos em pequenas quantidades e são grandes consumidoras de comida congelada e pratos pré-prontos, cujo preparo exige pouco tempo e esforço. Por isso, tenha em sua loja móveis de tamanhos proporcionais às necessidades das pessoas solteiras, como mesas para cozinha compactas, armários menores para as cozinhas e guarda-roupas com espaço condizentes ao uso de uma só pessoa.

5) Trabalhe com várias soluções de pagamentos
Tenha em sua loja condições de pagamento “elásticas”, ofertadas em parceria com instituições financeiras, que aproximam desejo e realização aos olhos e bolso do consumidor. Ganhar pouco sobre grandes volumes ou muito sobre quantidades reduzidas são outros posicionamentos que funcionam.

6) Ofereça soluções para organização
O conceito de que um morador solitário tem casa bagunçada foi contrastado por outra realidade: trata-se de um consumidor de serviços personalizados, inclusive na estética pessoal, na arrumação da casa e na alimentação, enfim, que se cuida melhor que a maioria das pessoas. Um indicador poderoso das mudanças ocorridas nesse núcleo de mercado é a explosão de cirurgias plásticas estéticas, em que 30% da clientela são homens. Portanto, o oferecimento de mobiliário que atenda essa tendência vai acertar em cheio o público solteiro.

7) Aposte em meios não convencionais
A caracterização desse nicho de mercado impõe, no entanto, uma advertência aos interessados: não usem os meios convencionais de venda, porque esses consumidores querem um tratamento específico, tanto no que consomem quanto na abordagem de marketing. Este é o consumidor para quem não se deve oferecer serviços estritamente convencionais. Portanto, a dica aos empresários do setor de móveis é a de prepararem suas peças publicitárias de uma forma muito especial, valorizando as características desse público.

8) Fique atento aos prestadores de serviço
O empregado prestador do serviço precisa estar satisfeito. Se ele não estiver, não vai satisfazer o cliente. Ele precisa ser treinado para dar valor aos detalhes que, na maioria das vezes, estão além do seu universo, o que prejudica a exata compreensão do seu papel. Quem trabalha com mobiliário e atua com empresa terceirizada (como na área de montagem) precisa dar um treinamento especializado a toda a sua equipe, mesmo a terceirizada.

9) Tenha na loja opções mais modernas
Conforme já dissemos, o público solteiro tem o perfil de ser mais “descolado”. Dessa forma, tudo o que remete à modernidade é bem visto. Para quem lida com móveis, nada como investir em conceitos modernos e de vanguarda.

10) Faça parcerias
Uma dica importante é procurar se associar a outros nichos de mercado direcionado a esse público. Um exemplo são as residências e apartamentos com serviços direcionados aos solteiros, divorciados e casais sem filhos. Uma boa parceria, oferecendo o mobiliário do apartamento decorado, faria a mensagem das empresas do setor chegar ao consumidor".

Artigo de Paulo Pandjiarjian (contato:pan_brasil@ig.com.br)

9/23/2007

Será que Kotler conhece o Luxo ?


Quando falamos de mercado de alto valor agregado, mercado global das indulgências, ou como se costuma dizer, Mercado de Luxo, o Marketing Kotleriano ainda resolve nossos problemas, será que os 4 P´s: Produto, Preço, Ponto e Promoção ainda são válidos ?

Para responder essa pergunta, fui buscar direto na fonte um artigo de Sidney Coldibelli que trata exatamento sobre esse assunto. O texto é muito bom e vale a pena para quem se interessa pelo assunto ou simplesmente quer matar essa dúvida.

Leia!

Para outros artigos e teses de respeitados autores, procure na fonte:
Portal do Marketing

E você, o que acha do mercado de luxo? Eu sou suspeito pra falar !

Discorde...
Colocado por ringrp


Discordia Siemens

9/21/2007

Cresce a briga no Mercado Premium


Nestlé lança produto no conceito Premium

A Nestlé lançou uma linha de sorvetes Premium, entrando no segmento de mercado que cresceu 30% nos últimos 2 anos e representa hoje 5.2% do segmento "leve pra casa",segundo a agência de pesquisa ACNielsen. O HEAVEN, depois de ser testadoe e aprovado no seu mercado-teste, a região Sul do Brasil, chega agora em todo o país.

A empresa pesquisou a necessidade dos consumidores por certos produtos mais elaborados e com embalagens mais modernas e o Heaven é resultado de toda essa pesquisa que leva o o tag da marca Nestlé.

Os sorvetes Heaven serão comercializados em embalagens de 1 litro nos sabores: Chocolate Suiço, Creme com Morangos, Doce de Leite com chocolate, Morango com Chocolate e Creme com Frutas Vermelhas.

Algo me diz que tem competição no ar, A Heaven se assemelha muito com uma linha da Kibon chamada Carte Dor, já famosa no mercado brasileiro que tem foco em sorvetes mais elaborados, com sabores diferenciados e claro preço mais alto.

A concorrência nesse setor é muito alta, mas ambas as marcas estão se posicionando com seus respectivos produtos para atender uma demanda que até então contava com marcas nacionais mais caras ou as poderosas marcas importadas de difícil acesso pra maioria das pessoas.

A briga pelo MarketShare aumenta e quem sai ganhando com isso é o consumidor. Sorte nossa !!

O setor de sorvetes está mexendo os pauzinhos para acertar no alvo os consumidores, mudar a cultura brasileira sobre sorvete e tornar o produto mais consumível na sociedade, leia-se como na Europa e Estados Unidos. Lançamentos estão por vir, fique no aguardo de mais novidades.

Uma Indulgência que deixa em paz com sua Consciência...Em Breve !

9/19/2007

Corra Lola Corra !!


Começa a agitação pelo Nike 10K

Um animado grupo de atletas profissionais e de ocasião, DJs, gente da noite, personalidades da TV e gente da moda se jogou no Museu da Casa Brasileira na noite desta terça (18.09) pra conferir o lançamento da corrida Nike 10K, tradicional corrida promovida pela marca de sportswear em todo o mundo e que chega a sua terceira edição no país.

A corrida em si acontecerá simultaneamente em mais de nove cidades da América do Sul (São Paulo, Bogotá, Buenos Aires, Caracas, Cidade do México, Lima, Montevidéu, Quito e Santiago) em 11 de novembro atraindo cerca de 130 mil corredores.

Sem radicalismo nenhum a idéia é atraia tanto iniciantes na prática, como a dupla Mixhell de DJs (Igor Cavalera e Layma Leyton),gente que sabe correr, como José Marfará da Reebok Academias e experientes, como o maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, corredor que nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, foi atacado e derrubado por um fanático religioso perto da linha de chegada.

Se impolgou, então se inscreve.. EU VOU ESTAR LÁ COM O TIME DE MARKETEIROS, FASHIONISTAS E PUBLICITÁRIOS !! HEHE

www.nike10k.com.br

Divulgação: House of Palomino e meu amigo Sandro.

9/18/2007

O Mestre dos Serviços

ESPM recebe Christopher Lovelock

O professor britânico adjunto da Yale School of Management, Christopher Lovelock, vem ao Brasil pela quarta vez cumprir uma extensa agenda. Ele vai falar sobre "Estratégia de internacionalização de marketing de serviço" nas três unidades da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). A primeira apresentação será hoje, em Porto Alegre, junto ao lançamento do Núcleo de Pós-MBA da ESPM RS. Amanhã, a palestra será na ESPM RJ e, no dia 20, na ESPM SP.

Além de ser um dos pioneiros do marketing de serviços, Lovelock presta consultoria e dirige seminários e workshops sobre gerenciamento da experiência do cliente e planejamento de estratégia de marketing de serviços. Sócio da Lovelock Associates, sua carreira acadêmica inclui 11 anos no corpo docente da Harvard Business School e dois como professor visitante no IMD, na Suíça.

Lovelock, também ocupou cargos em Berkeley, Stanford e na Sloan School, do MIT, professor visitante na University of Queens­land, na Austrália, e no INSEAD (The Business School for the World) e Theseus Institute, na França. Autor e co-autor de mais de 60 artigos, cerca de 100 casos didáticos e de duas dezenas de livros, já ganhou duas vezes o prêmio "European Case of the Year" da revista Business Week. Na sua passagem pelo Brasil, Lovelock também concedeu entrevistas que assim que forem divulgadas na mídia, serão postadas aqui.

9/14/2007

Marcas brasileiras fazem planejamento estratégico para entrar na temporada de moda de NY


Uma nova safra de marcas brasileiras investe no mercado americano a partir deste ano. São pelo menos quatro as que já traçam um plano estratégico de entrada na 7th On Sixth, a semana de moda de NY.

Colcci, Cavalera, Osklen e Daslu confirmam o movimento de migração e a Rosa Chá, que já desfila na temporada nova-iorquina desde 2000, passa agora a dar maior atenção aos seus desfiles promovidos na cidade. (Entenda a estratégia de cada marca aqui)

"Hoje, se uma marca quer se globalizar ela precisa participar de uma semana de moda no exterior", defende Edinho Vasquez, o diretor de marketing da Colcci, que pertence ao grupo AMC Têxtil, de Alexandre Menegotti, e que estréia em setembro na semana de moda de NY. "É assim que o grupo AMC Têxtil pensa e queremos fazer isso com a Sommer também", diz Edinho.

"Primeiro precisou que as modelos saíssem, agora são as marcas brasileiras que querem ir. É um processo natural", diz Ricardo Gonzales, consultor de imagem e estilo da Cavalera, que já acertou a entrada da grife no mesmo evento e que pretende fazer seu primeiro desfile em 2007.

Antes de estrear por lá, a marca do empresário de moda Alberto Turco Loco, prepara o terreno para sua chegada à cidade. "Estamos montando uma estrutura, queremos fazer tudo com calma", afirma Ricardo.

"Nossos estilistas estão indo com consistência, vamos com uma força de grupo", continua. "Quem quer ser grande precisa conquistar outros mercados", completa Edinho, da Colcci.

A Daslu também anuncia sua entrada na temporada de NY. A marca, que já estabeleceu um showroom na temporada de moda de Paris, agora pretende marcar presença com outro em NY, em frente às tendas montadas no Bryant Park, onde acontecem os desfiles.

"Nos showrooms de Paris, em que nem todos os lojistas americanos vão, os EUA já são o terceiro maior comprador da marca, com 25% das exportações da Daslu", conta a empresária Eliana Tranchesi.

A Osklen é outra que começa a dar os primeiros passos para sua entrada no line-up dos desfiles de NY. "Fomos convidados mas ainda não está nada definido", afirma Oskar Metsavaht, dono da marca. "Estamos aguardando que as conversas sobre o assunto avancem", completa Vladimir Sibylla, gerente de marketing da Osklen.

Integrante da primeira geração de marcas brasileiras a invadir a 7th On Sixth, a Rosa Chá de Amir Slama entra agora em novo momento: se desliga da SPFW e passa a lançar suas coleções da Rosa Chá internacionalmente, sempre na temporada de NY.

Segundo Amir, as exportações da Rosa Chá correspondem hoje a 20% de sua produção. "Existe uma série de novas solicitações e franquias no exterior e a expansão para outros mercados se faz necessária", declara o empresário em um comunicado oficial da marca à imprensa.

A Daslu vive a mesma situação. "O sucesso que a marca conquistou mostra que vale a pena continuar investindo nas exportações", diz Eliana. "De 2002 a 2005 expandimos nosso faturamento com exportações de US$ 100 mil para US$ 3,5 milhões e nossa expectativa é faturar US$ 8 milhões até o fim de 2006", finaliza.

Para marcas que vão para NY mercado brasileiro não está saturado nem em crise.

NA FOTO, OS EMPRESÁRIOS ELIANA TRANCHESI, DA DASLU, TURCO LOCO, DA CAVALERA E AMIR SLAMA, DA ROSA CHÁ, E A ESTILISTA LILA COLZANI, DA COLCCI

Reportagem de Hermano Silva, grande amigo.

9/07/2007

Olá, eu sou a DailyMotion !!


Content
Colocado por Dailymotion


Vai aqui uma dica pra quem adora ficar caçando novos videos na net ou simplesmente procura um video específico.
Esse portal tem um grande diferencial, diferente da concorrente, ele tem seus videos divididos por clusters, o que facilita muito a vida de quem procura pelos videos.
Para quem está na área de marketing e comunicação, o portal traz um canal chamado Publicidade, com muitos, eu disse muitas propagandas do mundo tod, separada por países e de diferentes décadas.

Da invenção da geladeira ao último spot do iPhone na mídia, você encontra aqui !!

9/05/2007

Gestão de Marcas - Branding e Design

Para aqueles profissionais que querem se aprofundar mais nos estudos, estarem preparados para entrar no mercado, ainda mais que trabalham com marketing e desing, tem uma interessante opção de especialização na área. Indicado pelo Sergio, o novo curso de extensão e Criação de gestão de marcas da Faculdade Belas Artes é focado no design estratégico e brand design. O curso foi formatado com a intenção de oferecer aos alunos uma formação mais prática e focada nas necessidades do mercado, mas sem deixar de pensar numa formação e visão mais ampla, diferenciada e inovadora para os profissionais. O Desing é uma ferramenta essencial para a criação e diferenciação dos produtos e das marcas que já são ícones no mercado, e aquelas que poderão surgir e estabelecer outros patamares com alto valor agregado.
Sérigo Lage é Consultor e professor de graduação e pós da Belas Artes e dos cursos das MBAs em Moda e de Gestão de Marcas da Anhembi Morumbi. Especialista em Branding, Comportamento do Consumidor e Marcas de Luxo. Vale a pena conferir, o curso é bem amplo e tem duração de 9 semanas. As aulas são aos sábados e iniciam dia 22/09/07 na Belas Artes.


Criação e Gestão de Marcas22/9 a 8/12, sábados das 8h20 às 14h30
Centro Universitário Belas Artes de São Paulo
Central de Extensão
R. Major Maragliano, 455 - Vila Mariana
Tel.: 5574-6277
extensao@belasartes.br
www.belasartes.br/extensao

9/04/2007



Indicação da nossa amiga Ciça, o site Brainstorm9 segue com um conteúdo super interessante sobre o mundo do merketing, com cases, novidades de empresas, de segmentos do mercado, tendências, informações complementares muito mais do que essenciais para nós que precisamos navegar nos mares da criatividade! Entra lá!

9/03/2007

Funcionalidade e valor simbólico da roupa definem compras de marcas de moda por mulheres



Olha que super interessante essa pesquisa realizada pela Ana Paula Celso. Ela analisou o comportamento de compra de mulher e a sua relação com os produtos comprados na idade entre 25 e 55 anos. O começo é meio consenso entre todas as pessoas que trabalham com moda, mas é interessante observar principalmente as diferenças entre as classes A, B e C.

Sentir-se bem para poder ser admirada. Esse é o principal dos aspectos que levam uma mulher a consumir marcas de moda. “É a qualidade do produto o primeiro fator lembrado por mulheres ao comprar uma roupa”, explica a administradora Ana Paula Celso de Miranda que analisou em sua pesquisa de doutorado o consumo simbólico de marcas de moda.

Para o estudo apresentado à Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, Ana Paula entrevistou em profundidade 24 mulheres e aplicou questionários em mais 324, todas consumidoras de marcas de moda da cidade de São Paulo, com idade entre 20 e 55 anos, de todas as classes sociais. “Não importa o que a mulher considera ser moda mas o fato de ela considerar que segue a moda. Deste modo, o consumo simbólico é ativado e a mulher não está comprando simplesmente uma roupa por seu aspecto funcional, mas também pelo simbolismo” explica a pesquisadora. O consumo simbólico é a mensagem que as pessoas querem transmitir quando elas consomem alguma coisa. O que é consumido, neste caso, não é o produto, mas sim seu significado, comum entre a pessoa e a sociedade.

“A sociedade deve entender o simbolismo do produto do mesmo modo que a pessoa, senão o consumo simbólico não faz sentido. Uma bolsa Louis Vuitton tem seu status pois é reconhecida por todas as pessoas como um símbolo. Se não fosse, não haveria o interesse na compra, pois a consumidora gasta muito dinheiro no produto para que ele seja reconhecido. A inveja é um componente forte desta relação”, explica a administradora.

Aspectos de consumo
De acordo com a pesquisadora existem três aspectos utilizados no consumo de moda: comunicacionais, sociais e motivacionais. Os comunicacionais dizem respeito ao ‘auto-simbolismo’, ao que a pessoa quer dizer de si mesma com determinada roupa, que papel ela quer representar. Os sociais, como a pessoa quer se inserir na sociedade e os motivacionais são relativos às necessidades simbólicas e funcionais.

Esses aspectos foram mencionados nas entrevistas e confirmados nos questionários. Na fase qualitativa, foram identificados agrupamentos que explicam o que as consumidoras buscam quando adotam uma marca de moda. O principal fator citado na hora de escolher uma marca foi a funcionalidade, e o último foi o prestígio. “O produto deve primeiro atender às expectativas que existem em relação à funcionalidade da marca. Se a roupa não tem qualidade, boa modelagem e durabilidade, não funciona. O simbolismo é enfatizado e confirmado pela confiança e dinheiro investidos naquela marca”, explica Ana Paula.

Na fase quantitativa do estudo, no discurso das consumidoras, foram freqüentes afirmações relativas à necessidade de sentir-se bem com determinada roupa. A administradora explica que “o que as mulheres em geral esperam do consumo simbólico de marcas é conseguir admiração. Com uma roupa de qualidade, sentindo-se confortável e bonita, assim fica mais fácil ser admirada por si mesma e pelos outros”.

Diferenças
Na análise de idades e classes sociais, foi observado que entre as classes A e B não há muita diferença no modo como enxergam o consumo de marcas de moda, exceto pela questão de buscar uma aparência formal, mais presente na classe A. “Ambas vêem a moda como inovação, exclusividade, como uma forma de se diferenciar” conta Ana Paula. “Existem uma maior concentração de mulheres da classe C que usam a marca de moda como instrumento para mostrar que são autênticas e poderosas”. Quanto mais alto o nível de renda, maior a influência da teoria da conformidade, que diz que a percepção do produto como exclusivo, novo e diferente aumenta a tendência das pessoas a gastar para adquiri-lo. Isto independente da classe social.

Em relação às idades, foram encontradas diferentes formas de se relacionar com a moda. “Dos 20 aos 25 anos, as mulheres usam moda para se sentirem poderosas e antenadas. Dos 26 aos 35, com a identidade mais definida e maior independência financeira, a moda é utilizada como uma forma de autenticidade e poder. Dos 36 a 45 anos, buscam a formalidade. Já dos 46 aos 55 anos, são mulheres que não tem um estilo marcante ou que não se enquadram a um só estilo” explica a administradora.

9/01/2007

Buzz Marketing



O que é o Buzz Marketing?
Ele é formado por várias técnicas, campanhas, ferramentas, estratégias que os profissionais de marketing utilizam para gerar visibilidade da marca, ou seja, conhecimento pela demanda de mercado, que resulta no falatório. Ele é bem mais sucedido quando a mensagem de marketing sobre a marca, não vem apenas das campanhas da empresa, mas sim, dos formadores de opinião, esses que estão sempre expondo suas opiniões e críticas nos meios de comunicação e sua principal ferramenta é a internet.

A opção pelo buzz marketing, segue como válvula de escape, para as estratégias da organização sobre a marca, pela mudança contínua do gosto, das preferencias do consumidor, da moda, com os orçamentos restritos, ele é um grande artifício para fazer de uma simples boca-a-boca, o sucesso da marca.
Tratam-se de "idéias que se espalham nos e pelos próprios segmentos interessados, espontaneamente ou planejada por um agente externo", segundo Rodrigo Carneiro Marc & Sheep.
Hoje já se pode criar essa situação, monitora-la e fazer com que funcione, gerando resultados significativos para a marca, visibilidade no mercado, sem mesmo se quer, gastar milhões em Publicidade e Propaganda. Diversas empresas já são consideradas cases de sucesso em campanhas de buzz mkt como, por exemplo, a Puma, Nike, Post-it, Red Bull, o grupo português de música Blind Zero, Google, Hotmail, Pulseiras Lance Armstrong, Palm One, Harry Potter, Sandálias Havaianas, Cerveja Brahma, Kate Spade, Bulgari, Guess, Ford, Nokia, Apple, AirWalk, 3M, dentre muitas outras.

O que agora se tornou também um fator sério. Do mesmo modo que pode ser uma oportunidade para a marca, também pode ser uma ameaça. Pelo menos para cerca de 1000 empresários e executivos de marketing que participaram da palestra do professor titular da Kellog Graduate School of management. Kotler, a lenda viva do Marketing disse aos presentes que a mídia de massa está ultrapassada e que a bola da vez é a “Consumer-Generated Media”.

“Antes, a mensagem era impositiva. Agora, o cliente participa, dá palpites e pode destruir um trabalho de brand muito rapidamente. Esse direito de escolha que a era digital trouxe, criou vozes importantes. A internet permite que o consumidor use sua voz. Ele pode ser ouvido.”


Fonte: propmark

8/31/2007

(...) 200 REAIS PRA DEIXAR A BUNDA EM PÉ !!

Inovação e boca-a-boca fazem o sucesso da Gang
Pegue todos os seus livros de Marketing. Preste atenção aos ensinamentos de diferencial que uma marca deve ter para se diferenciar da concorrência e ganhar mercado. Depois, jogue as teorias, as leis, os planejamentos e as táticas para o alto e foque na inovação e na qualidade. O restante, os consumidores farão por você. Foi assim que a grife de jeans carioca Gang conquistou o mundo e passou a vestir celebridades como Paris Hilton, Gisele Bündchen, Britney Spears, Jennifer Lopez, Christina Aguilera e Adriane Galisteu.


Luma de Oliveira é mais uma das
celebridades que aderiram ao estilo Gang

Sem nenhum tipo de planejamento estratégico e trabalhando durante 30 anos sem grandes sucessos, a Gang entrou de salto alto no mundo da moda quando o empresário Alcyr Amorim descobriu uma fórmula para valorizar o bumbum das mulheres. A calça levanta e modela até mesmo a forma menos privilegiada das japonesas, que hoje recebem mil calças por mês. O Japão está na rota de exportação que passa por mais de 30 países e escoa metade da produção artesanal de 30 mil peças fabricadas no Rio de Janeiro e são vendidas até na Oscar Freire ao lado de Dolce & Gabbana, Armani e Diesel.

Mais do que fabricar uma calça que deixa o bumbum empinado, a grife alimenta os desejos das mulheres. “Nós vendemos um sentimento de realização para a mulher que levanta a auto-estima e valoriza o corpo dela. Até mesmo quem não é um mulherão de corpo se sente poderosa”, afirma Rita Avellar, gerente de marketing da Gang. E as japonesas, “que menos têm ‘conteúdo’, ficam felizes da vida quando vêem o resultado”, completa.

Além do atributo inquestionável sentido na pelas mulheres, uma pesquisa nas sete lojas próprias do Rio de Janeiro da marca adicionou novos ingredientes à sua receita de sucesso. Das 550 clientes fiéis ouvidas, o quesito qualidade obteve maior votação, ao lado da sensação de bem-estar e conforto. Essas mulheres trabalham e têm entre 20 e 40 anos, são de todas as classes sociais e buscam qualidade e conforto sem abrir mão da sensualidade. E pagam caro por isso. Uma calça pode custar US$ 230 no exterior e no Brasil a mais barata não sei por menos de R$ 110,00.

O segredo da qualidade está na fabricação da calça, feita artesanalmente por 100 operários que produzem dois tipos de modelo. Um com jeans, algodão e lycra e outro de lycra e moletom que dá aparência de jeans e levanta mais ainda as formas do mulheril. A turbinada no bumbum, com sua modelagem exclusiva, também pode ganhar o requinte dos cristais Swarovski. Todas essas características conferem à marca um status de exclusividade. Daí para virar um objeto de desejo foi um pulo. Porém, para este salto, o marketing deveria ser parceiro incontestável.

E foi, mas não como estamos acostumados. “Sabemos que não é só o produto que faz a marca. Existe toda uma estratégia por traz do sucesso de grandes marcas globais, mas no caso da Gang, a qualidade foi fator determinante para este sucesso e o marketing foi mexer com as emoções das mulheres”, diz Rita Avellar.

Para Luciane Robic, diretora de marketing do Instituto Brasileiro de Moda (IBModa), além da inovação do jeans, a inovação focou numa questão de estética nacional: o bumbum da mulher. “Apesar de não ter feito um planejamento estratégico formal, eles escolheram um mercado que deseja bem-estar e, ao se adequar a este mercado, a Gang se tornou referência”, conta Luciane.

Com o bumbum arrebitado, nem mesmo as japonesas passam despercebidas dos olhares masculinos. Muito menos das próprias mulheres, que estão sempre farejando mil e uma formas para deixar tudo em cima, literalmente. Se da noite para o dia a colega ao lado passou a lhe fazer inveja, ninguém poderia ficar para trás. Daí começou o boca-a-boca, que pode ser feito de diversas formas

“No case da Gang, ela pegou um atributo que não era focado por outras marcas e é que muito fácil de passar para frente”, explica Gustado Fortes, diretor de planejamento e criação da Espalhe, agência de marketing de guerrilha que já desenvolveu campanhas para Vivo, Tetra Pak e Fox. “A marca nasceu com uma característica virótica. E isso começou com a idealização do produto porque tem um atributo que nenhuma outra marca tem”, diz o executivo. A fama foi tão grande que virou letra de funk: “Calça da Gang todo mundo quer/ 200 reais pra deixar a bunda em pé”.

Esse zumzumzum ficou ainda mais forte quando a grife entrou nos Estados Unidos. Ao presenciarem o milagre que a calça fazia, as celebridades internacionais passaram a comprar o jeans e aparecem na mídia vestindo Gang. “Isso deu uma outra visão para a marca”, atesta a gerente de marketing, Rita Avellar. “E não teve nenhuma estratégia para vestir as celebridades”, afirma. E nem precisa. Só a milionária Paris Hilton tem 50 calças e até o roqueiro Iggy Pop usou uma em um show no Brasil.

Agora, depois de todo esse sucesso sem investir um só centavo em propaganda e marketing, a meta da Gang é se consolidar como marca global. Mas não pense que eles passarão meses debruçados em cima de uma mesa fazendo um planejamento estratégico. Além de manter um showroom em Miami e investir em uma forte assessoria de imprensa no Brasil e nos EUA, o maior esforço para a promoção dos produtos é realizado anualmente, desde 2002, na Magic Fair, maior feira de jeans do mundo realizada em Las Vegas.


O showroom de Miami apresenta os modelos
da marca para mais de 30 compradores só nos EUA

A empresa pode não ter um planejamento definido, mas na sala da gerente de marketing há uma placa com a missão e as atribuições do marketing, além de diversos recortes de revistas de moda. “A minha missão é inserir cada vez mais a Gang num contexto global, associada a um produto que tem qualidade e luxo”, diz Rita, que também trabalha na elaboração de um perfume e de assessórios para a marca. “Temos qualidade suficiente para competir com as maiores do mundo e temos um atributo que nenhuma delas tem”, completa. “O que eles não podem perder é o foco no bumbum, que os diferenciam das outras marcas. Com isso, a Gang tem tudo para se tornar forte internacionalmente”, ensina a consultora do IBModa, Luciane Robic, ouvida por Zara, Osklen, Havaianas e Armani, deixado claro que, na Gang, o bumbum faz a diferença.

Acesse
www.gang-rio.com.br

Artigo de Bruno Mello

Ilha das Flores

Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.

Documentário de Jorge Furtado




Parte 2

8/26/2007

O restrito cotidiano do universitário

Por Tiago Ferreira da Silva

Exercitar é preciso. A inexistência de um jornal experimental não só impossibilita a prática dos alunos na escrita jornalística, como faz com que os universitários fiquem cada vez mais distanciados sobre os acontecimentos, tanto do Brasil e do Mundo, como mínimas interferências ocorridas no ambiente em que estudam.

Isso descontextualiza toda a representação da palavra Universidade, que deveria ser âmbito de experimentações, inúmeras discussões e interpretação visionária da realidade, para passar a ter o significado de presídio; pois, geralmente, o formando sai de casa ou do serviço em direção à faculdade para sentar na cadeira, escutar o que o professor tem a dizer e empenhar-se em tirar boas notas para não ficar dependente em alguma matéria.

Ou então para conversar com os amigos sobre a última balada que fizera, deixar de ir à aula para tomar cervejas no bar próximo e exercitar o dom da paquera, se encaixando na estatística de jovens que (simples e unicamente) são universitários.

Estudar é muito bom, descontrair-se, melhor ainda. Mas limitar a isso condiz em enquadrar-se no contexto de Universidade como presídio.

Isso leva a pensar: para que vir à faculdade? Pago um grande valor na mensalidade apenas para sentar na cadeira, estudar para as provas durante três ou quatro anos para ter em mãos o tão sonhado diploma?

Não se pode negligenciar que o objetivo-mor possa ser esse. Porém é um contra-senso imaginar que restringir-se dessa maneira o fará futuramente um bom profissional. Pelo contrário, só o faz mais um concorrente disputando uma boa vaga no sistemático mercado de trabalho.

A tentativa de fugir do estereótipo propicia levantar outro questionamento: faço faculdade apenas para ingressar no mercado de trabalho? Invisto uma absurda quantia somente com a esperança de ser ressarcido ganhando um ótimo salário? E o conhecimento? E a bagagem cultural? E a troca construtiva de idéias com o fim de ter uma vida mais sociável e reflexiva?

É indubitável levantar essas indagações para despertar a vontade de fazer da Universidade um ambiente de grandes experimentos e trocas quantitativas, com o fim de se tornar mais pró-ativo e estender o sentido da palavra universo - algo cada vez mais distante dos universitários.

Ampliar os conhecimentos é fundamental. Falar sobre problemas que ocorrem na sociedade, ter o altruísmo de iluminar a mente de outrem, ter noções dos conflitos para buscar uma alternativa viável com o objetivo de melhorar algo que está errado, são ações possíveis dentro de uma Universidade.

Para tanto, a informação e a capacidade de reflexão são imprescindíveis para estimular o interesse de mudar. Devemos ter a visão além do alcance para interpretar os fatos do cotidiano e compreender situações mais complexas, não apenas ver o muro da Universidade como empecilho para ampliar o saber.

Leia mais no Blog do Tiago!

8/25/2007

A ONDA DOS NOVOS RICOS


]Grupo Richemont investe em mercados emergentes

Johann Rupert rebate as afirma­ções de que seu idílico escritório no sótão de um velho chalé de ma­deira, que fica na nova sede de sua empresa, seja o lugar perfeito para uma fotografia sua.

O presidente executivo do con­selho de administração do Riche­mont, segundo maior grupo de artigos de luxo do mundo, tem um motivo para essa reticência. Esse sul-africano de 57 anos explica que frequentemente adota um disfar­ce para investigar algumas das butiques do grupo. Com sua mais no­va transformação quase concluída, ele não quer que uma fotografia recente ponha tudo a perder.

Os motivos que levam um bilionário, que além do Richemont su­pervisiona interesses privados significativos, a querer sacrificar tempo e sola de sapato andando por shopping centers, é um dos enigmas do estilo administrativo de Rupert.

0 único dos três filhos do fundador Anton Rupert a se interessar pela em­presa, ele começou como banqueiro em Nova York e Johanesburgo antes de se unir a uma companhia que prece­deu a Richemont em 1986.

Desde então, ele vem moldando o grupo, tendo reduzido sua expo­sição ao tabaco e construindo um complexo de 16 marcas de luxo, que incluem os relógios e jóias Cartier, as canetas Montblanc e os artigos de couro Dunhill.

Mesmo assim, apesar de sua proeminência como diretor exe­cutivo do conselho de administra­ção e acionista controlador, Ru­pert descreve seu estilo adminis­trativo de “descentralizado”.

“Acabo de passar um mês assistin­do jogos de criquete. Não preciso me preocupar com as questões opera­cionais. Sei que posso confiar em meus colegas para isso. Não estou mais envolvido na administração da cadeia de fornecimento, a infra-estrutura tecnológica ou até mesmo as disciplinas fiscais. Temos gente para fazer isso. Não deixe para amanhã o que você pode delegar hoje.”

Rupert nem sempre pareceu tão tranquilo. No começo da década ele guiou a Richemont por graves difi­culdades, depois que o estouro da bolha pontocom foi seguido pelos atentados terroristas aos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001, e pela epidemia de gripe aviária na Ásia. Juntos, esses eventos lançaram o setor de artigos de luxo em um re­demoinho e as vendas caíram, en­quanto os custos fixos permanece­ram insuportavelmente altos.

Tudo isso parece bem distante paa produzir relógios, anéis e ou­tros itens em velocidade suficiente para atender a demanda recorde. A recuperação económica reani­mou as vendas em mercados tradi­cionais como a Europa e os Estados Unidos, e o crescimento da riqueza na Ásia criou uma nova geração de consumidores com uma enorme consciência de marcas.

O lucro líquido da Richemont cresceu 21% no ano passado, para € 1,33 bilhão (US$ 1,8 bilhão).
Surpreendentemente, os resulta­dos recordes provocaram reações díspares e até mesmo conflitantes em Rupert. As condições estão entre as melhores que ele já viu. Mas o mercado não pode continuar forte assim indefinidamente, diz ele. Sua esperança é que o modelo do setor tenha mudado permanentemente, com os novos compradores dos mercados emergentes proporcio­nando a diversidade geográfica ne­cessária para compensar as retrações em outras partes do mundo.

“Minha sensação é de que os ris­cos estão cada vez maiores. Mas, en­quanto isso, estamos vendo uma imensa criação de riqueza. Classes médias estão surgindo na China e na índia e em algum momento elas se­rão tão grandes quanto são na Euro­pa Ocidental. Eu tento administrar os negócios de maneira conservado­ra, torcendo para que tenhamos sor­te. Aniversários, nascimentos e namoradas sempre existirão.”

Observações sinceras como es­sas são típicas de seu estilo afável. Homem corpulento, apaixonado por esportes, sua presença provoca sinais de respeito claramente visí­veis entre seu staff. Mesmo assim, seu estilo cuidadoso sinaliza uma certa distância pessoal dos relu­zentes artigos de luxo e até mesmo dos exaltados círculos social e de negócios em que ele transita.

Pelo menos Rupert não tem mais preocupações com a estrutu­ra da Richemont. Sob mudanças que ele introduziu, cada uma de suas marcas - chamadas maisons - possui uma grande independên­cia sobre seus produtos, estraté­gias e comunicações.

Esse modelo se tornou mais co­mum no setor nos últimos anos, podendo ser verificado, por exemplo, na LVMH. Mesmo assim, ele ainda contrasta com o estilo mais autocrático de alguns concorren­tes como o Swatch Group, ou o foco incansável no fundador, que pode ser visto em marcas como Giorgio Armani ou Ralph Lauren.

“A Richemont é na verdade uma holding de um grupo de compa­nhias individuais. Anos atrás decidi verticalizar os negócios ao máximo. Embora não tenha sido a escolha mais popular ou lucrativa, eu me certifiquei de que todas as marcas teriam suas próprias estruturas e li­nhas de produção. Cada uma pode­ria ser autônoma.”


O motivo está na natureza dos ar­tigos de luxo - especialmente ria ponta mais alta, em que a Riche­mont está. Com preços às vezes na casa dos seis dígitos, o valor e a integridade das marcas são essenciais. “Uma pessoa que gasta milhares de euros em um relógio Jaeger-LeCoultre ou em uma jóia Cartier quer ter certeza do que está comprando.”

As sinergias entram em ação apenas nos bastidores. Distribui­ção, tecnologia da informação e finanças, por exemplo, são sempre conduzidas em uma base integra­da para grupos de marcas que se encaixam, como o de fabricantes de relógios especializados.

As marcas são coordenadas por um pequeno grupo na sede. Como guia de última instância, Rupert preside um pequeno comité de atuais e ex-executivos. O Comitê

Estratégico de Produtos e Comuni­cação (CEPC), que se reúne cerca de dez vezes por ano. Ele examina produtos, expansão geográfica e planos de comunicação. As gran­des marcas passam por revisões anuais e as menores, como a Purdey, fabricante de armas do Reino Unido, a cada dois ou três anos. “Esse é o Santo Graal. Eu vejo o co­mité como o guardião definitivo da marca. Temos um estilo bastan­te colegiado e pessoas muito expe­rientes. Nós somos a memória ins­titucional da Richemont.”

Ocasionalmente, o CEPC veta um novo produto se achar que ele vai entrar em conflito com os valores da marca – mesmo que esse item possa reforçar as vendas e os lucros no curto prazo, aproveitando-se de uma tendência.

“Nosso papel é certificar que os planos da administração de uma Maison vão se enquadrar no que é esperado daquela marca. Poderiamos dobrar as receitas desse grupo se permitíssemos que ele fizesse produtos mais baratos ou ‘apa­nhasse os frutos mais baixos’. No entanto, não pensamos no curto prazo, mas em cinco ou dez anos.”

Então, o que o presidente do conselho do Richemont faz an­dando disfarçado por suas lojas? “Dou uma volta; cheiro, olho. An­tes de falar com o gerente, gosto de ver tudo. O que tentamos fazer é manter os produtos e a mensagem consistentes. Se fazemos isso direi­to, os números aparecem. Você acha que as pessoas compram marcas por causa das pessoas que comandam as empresas?”

Num setor caracterizado por líde­res de alta visibilidade, Johann Ru­pert é uma exceção. Ao contrário de Bernard Arnault, diretor-presidente e presidente do conselho de admi­nistração da LVMH, ou as equipes do tipo pai-e-filhos da PPR e Swatch Group, o chefe do Richemont se con­tenta em permanecer longo dos ho­lofotes. Na verdade, ele prefere isso.

“Você realmente acha que as pes­soas compram marcas por causa dos donos das empresas?”, insiste. “As pessoas não compram nem sapatos por causa deles. Eu não sou a marca e gosto da minha privacidade.”

A Richemont não fala com a im­prensa e Rupert dá poucas entrevis­tas. O grupo se mantém recuado em favor de suas marcas. “Eu até mesmo desencorajo meus colegas a apare­cerem nos jornais com muita fre­quência. Sou contra essa tendência de transformar empresários em fi­guras cultuadas”, afirma.

FINANCIAL TIMES - INGLATERRA

8/24/2007

Campanha Super Casas Bahia pelo Jornal Destak



Segundo Pesquisa da Ipsos Marplan, o Jornal tem uma tiragem de 200 mil exemplares e atinge quase 1 milhão de leitores diariamente.

Target = People



Quando se tem um plano estratégico de divulgação, dos produtos e serviços de uma organização, eis a questão: Qual meio, veículo de mídia utilizar? Muitos ainda pensam que a mídia de massa, seja a televisão, o comercial, o rádio, é a que irá levar a marca a outro patamar, o que é mirabolante; muitas vezes pode até ser, para reforçar a marca e obter resultados saciáveis ao objetivo da organização, mas depende da empresa, do produto ou serviço, do publico e da segmentação. Onde uma empresa, que preza o status de sua marca, do valor de seus produtos e foca em seus poucos clientes (esses de um segmento único de poder aquisitivo), não se cogita a veiculação de uma campanha em mídia de massa, pois isso desvaloriza a marca e acaba deixando de agregar valor e exclusividade para seus clientes já fidelizados.


Propício das Casas Bahia, Concessionárias, Planos de Saúde e outros serviços, a veiculação em jornais e revistas de grande tiragem, é benéfica e traz resultados significantes; isso porque são produtos baratos que deparam-se com uma grande competitividade no ramo, no mercado específico, onde os leitores que batem os olhos diariamente nesses canais, são aqueles que levam o preço acima de tudo. Um bom exemplo é o Jornal Metrô News, que tem a 4ª Maior tiragem na Capital de São Paulo (120 mil exemplares diários). 52% são Mulheres, 48% Homens; e perante a classe social (critério Brasil) 10% são da classe "D/E", 10% da classe "A", 35% da classe "C" e 45% da Classe B. Na faixa etária, a maioria (19%) corresponde aos leitores jovens com idade entre 20 e 24 anos. 29% são estudantes e 76% exercem alguma atividade remunerada. Ou seja, o canal ideal para veicular uma campanha específica de uma marca direcionada "para o povão".


Da água para o vinho. Quando uma Marca não quer correr o risco de perder sua visualização no mercado, perante aos seus clientes segmentados em alto-luxo, segue a estratégia e prefere direcionar os meios de comunicação com seus clientes. Diferente dos leitores do Metrô News, esses não levam em conta apenas preço, como um fator relevante na preferência de um produto, mas sim, o alto valor agregado e mais do que apenas qualidade de vida.
O exemplo dessa segmentação é a revista do grupo Siquini, a DOME, que conta com um número limitado de leitores, porem esses, são aqueles que fogem dos parâmetros dos que leram o "Jornalzinho do Metrô".
A revista Dome é voltada para o público com interesse no lar, Casa , no Habitar geral, com uma segmentação específica e bem clara. Expõe a qualidade de vida com muito mais do que valor agregado às marcas. Os leitores são da classe "AAA", com a faixa etária entre 25 a 65 anos; A revista rotula esses como um Malin VIP, de executivos, edifícios e residências de alto Luxo, moradores de condomínios fechados, famílias tradicionais de São Paulo, presidentes, esportistas de Pólo, Golf e Iate e arquitetos, designers de interiores, donos de helicópteros, entre outros. A tiragem é limitada a 10 mil exemplares que saem Trimestralmente e abrangem São Paulo, Grande São Paulo, litorial e interior - Condomínios de alto padrão, construtoras com empreendimentos, residências e corporativos, clubes, federações e associações de Polo, Golf e Iatismo, Lojas de decoração do segmento luxo, Hotéis, restaurantes e livrarias de SP. Assim como a revista Pólo life, também do grupo, que é distribuída nos hotéis: Emiliano, Fasano, Hyatt, L'Hotel, e Sofitel.

8/23/2007

DIPLOMA : Fundamental ou Complementar ?


Está em processo na Câmara o Projeto de Lei do Dep. Eduardo Paes(PSDB), que tem como objetivo regulamentar as atividades do profissional de Marketing. Foi exposto a necessidade de diploma na área para exercer a profissão e a única exceção são aqueles que comprovem que exercem a profissão por pelo menos 5 anos seguidos anteriores a lei, ou seja, essa nova lei é voltada para nós, futuros profissionais, atuais trainees e estagiários que se misturam com profissionais de comunicação e publicidade por aí. A vantagem que nós temos é o fato da proposa ter caráter conclusivo, o que significa que não precisa de votação no plenário e sim, apenas por uma comissão designada para analisar a proposta.

O primeiro artigo da proposta utiliza-se de uma definição para explicar quem são os profissionais de marketing, ele define: "O Profissional de Marketing é todo aquele que desempenha atividade especializada de caráter técnico-científico, criativo e artístico, com vistas a criar e redigir textos publicitários, roteirizar spots e comercias de TV, dirigir peças para rádio e TV, planejar investimentos e inserções de campanhas publicitárias na mídia, atender clientes anunciantes, produzir arte gráfica em publicidade e propaganda, gerenciar contas de clientes e administrar agências de publicidade". SE VOCÊ ACHOU QUE ESSA DEFINIÇÃO INCLUI EM "PROFISSIONAL DE MARKETING", PROFISSÕES COMO RELAÇÕES PÚBLICAS, PUBLICITÁRIO, EXECUTIVO DE CONTAS, DESIGNER GRÁFICO E MUITAS OUTRAS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL, VOCÊ NÃO É O ÚNICO !!

O Diretor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) do Rio de Janeiro, Alexandre Mathias, não concorda com as atribuições designadas no documento. “Há uma confusão no Projeto de Lei. Ele mistura profissionais de Marketing com os de Publicidade e Comunicação”.

O presidente da Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd), Efraim Kapulski, vê benefícios e malefícios na questão. “A regulamentação de profissões de uma maneira geral tem dois aspectos: se por um lado ajuda a disciplinar o trabalho do setor, pode ser vista como uma espécie de reserva de mercado, pois é possível que muitos profissionais de marketing sejam excepcionais sem necessariamente ter uma lei regulando a profissão”, diz o presidente da Abemd. “Há profissões que indiscutivelmente devem ser regulamentadas, como a de médico, por exemplo. Mas até que ponto é necessário regular a profissão de marketing?”, questiona Kapulski.

A regulamentação sempre foi uma das bandeiras Associação Brasileira de Marketing & Negócios (ABMN). “A medida pode gerar uma reserva de mercado, mas acho que a discussão sobre o assunto é importante. Toda profissão tem questões pertinentes a ela”, afirma o presidente da ABMN, Julio César Casares. Casares acredita que houve uma desvirtuação do conceito de profissional de Marketing que pode ser ajustado com a regulamentação. “Marqueteiro tornou-se um termo pejorativo. Está ligado a quem se utiliza de jogadas de Marketing, que são esporádicas, e não à profissão. A regulamentação fecha portas a quem se utiliza dessas condutas”, argumenta.

Apesar da relevância de seus cargos dentro do segmento de Marketing, nenhum dos entrevistados participou da elaboração do projeto. À exceção do professor Vitor Pires, eles também não tinham conhecimento do Projeto de Lei. Entretanto, todos mostraram ter interesse e se disseram à disposição para debater sobre o assunto. E você, qual é a sua opinião sobre a regulamentação da profissão de Marketing?

Entrevistas de Fábio Storino.

8/22/2007

Saia do Orkut e vá ler um Artigo !!


Começo aqui campanha "saia do orkut e vá ler um artigo", essa campanha tem o intuito de fazer com que as pessoas encontrem informações úteis na rede e valorizem os sites e blogs que buscam algum conteúdo aplicável na vida real. Seja numa conversa, em uma aula ou em uma entrevista de emprego, afinal nunca se sabe o que esperar !!

Começo hoje citando um artigo do Portal Exame, o portal é de uma das revistas de negócios mais famosas e respeitadas do Brasil e que pra quem não tem tempo de ir na banca comprá-la ou é mais net-friendly é uma ótima opção de leitura e de se antenar do que está acontecendo no mercado atual. Fundamental para qualquer MARKETER de respeito nos dias de hoje.

O artigo abaixo é capa da seção Marketing e mostra como nunca se está a frente o suficiente quando se trata de tecnologia e mercado competitivo.

QUANDO O ENCANTO ACABA E O V3 SE TORNA PRATICAMENTE OBSOLETO NA SUA CATEGORIA !!

http://portalexame.abril.uol.com.br/revista/exame/edicoes/0899/marketing/m0135414.html

8/21/2007

Agora e na Hora da nova história...Amém


A consultoria de marketing da famosa e poderosa autora dos livros Harry Potter têm uma nova missão a cumprir, divulgar e tornar um sucesso de vendas o novo livro da autora que não faz parte da famosa série que ela criou.
Mas antes disso está na hora de descobrir se a estratégia de marketing de relacionamento com os fãs da série deu certo. Será que a mudança de estilo, protagonista, rumo e história conseguirá manter os milhões de fãs da antiga série ?

J. K. Rowling não fará uma nova história com Harry Potter ou com algum dos personagens presentes na saga do maguinho.

A próxima aventura escrita pela autora escocesa deve ser um romance policial. A escritora foi vista com o seu laptop em um dos cafés de Edinburgh, cidade escocesa onde mora. Para quem não sabe, Rowling escreveu "Harry Potter e a Pedra Filosofal" dessa forma.

"Eu quero escrever algo completamente diferente. A idéia de ir perambulando pelos cafés com o meu notebook, escrevendo e vendo até onde a história me leva. Farei da mesma forma como em Harry Porter: escrever o que eu realmente quero", declarou a autora em seu site na Internet.

Para que os fãs do mago não fiquem tão decepcionados, J. K. Rowling planeja lançar uma espécie de enciclopédia sobre o mundo de Harry Potter. Ela será feita com material extra que não foi publicado nos livros da série.("o último dos moicanos")

O mito de "super escritor" já foi testado com o autor de Código Da Vinci, que viu as vendas de seus livros cair ao passar das novas hitórias serem lançadas, mas mesmo assim manteve o posto de best-seller em todos os últimos livros.

Divulgação: site Almanaque Virtual.

8/19/2007

Roteiro Marítimo

Com o apagão aéreo, estradas ruins, com o movimento "cansei", seja o que for.. Os navios estão em expansão no mercado turístico brasileiro.
Cruzeiros de luxo a cruzeiros com preços competitivos, as agências de viagem estão focadas nos mares para o verão. A demanda de passageiros por navios é bem maior e levam a preferência desses clientes, que antes, preferiam outros roteiros turísticos.




Entre o final do ano passado e o verão de 2007, algumas das grandes estrelas internacionais do mundo dos cruzeiros percorreram o litoral brasileiro pela primeira vez. Um dos destaques foi o SeaDream, considerado o mais luxuoso cinco-estrelas flutuante do mundo. Antes de aportar por aqui, a embarcação já tinha feito fama em viagens pela Europa e pelo Caribe. Com capacidade para 110 pessoas (que são recepcionadas no embarque com champanhe e caviar), o navio é conhecido pelo alto padrão de serviço e por atrações como um spa aquático e um deque que se abre para os tripulantes realizarem passeios no mar de jet-ski, windsurfe ou caiaque. Em sua passagem pelo país, os preços das cabines do SeaDream variaram de 4 200 a 17 250 dólares para roteiros de nove dias entre o Rio de Janeiro e Buenos Aires, operados pela companhia Queensberry. Outro navio que esteve no Brasil pela primeira vez na última alta temporada foi o Grand Voyager, trazido pela CVC. Um dos transatlânticos mais rápidos do mundo, o Grand Voyager levou mais de 800 passageiros a cada saída para passeios de três e quatro noites pela região de Búzios e Angra dos Reis, além de fazer viagens de seis noites para Porto Seguro e Fortaleza. Comparado ao SeaDream, o Grand Voyager foi uma pechincha: o pacote saiu a partir de 552 dólares por pessoa.

Encerrada a alta temporada brasileira, as companhias marítimas e operadoras do setor têm motivos para comemorar. No período, 12 navios realizaram cruzeiros pelo litoral brasileiro, transportando 330 000 pessoas -- um crescimento de quase 40% no número de passageiros em relação ao ano anterior. Somente a CVC, a maior operadora de turismo do Brasil, fretou cinco navios e transportou cerca de 110 000 passageiros. Animadas com esses resultados, as empresas querem bater novos recordes em 2008. A expectativa é que, no próximo verão, cerca de 430 000 brasileiros façam cruzeiros em algum dos 15 navios que virão ao país. "O mercado de viagens marítimas no Brasil é altamente promissor e deve crescer ainda mais", afirma Eduardo Nascimento, presidente da Associação Brasileira das Empresas Marítimas (Abremar).

Enquanto os representantes das companhias marítimas estouram champanhes, seus principais concorrentes, os resorts, lamentam a perda de mercado. Em 2006, o conjunto desses estabelecimentos no Brasil vendeu 1,7 milhão de diárias, queda de 4% em relação a 2005. A taxa média de ocupação no período caiu de 55% para 53%. Cruzeiros e resorts disputam o mesmo tipo de público, ou seja, os turistas que gostam de praia e um bom cardápio de mordomias à sua disposição nas viagens. Essa impressão foi corroborada com um levantamento recente do Instituto de Pesquisa, Ensino e Capacitação de Turismo, órgão vinculado ao Sindicato das Empresas de Turismo no Estado de São Paulo. Segundo esse trabalho, metade dos brasileiros que viajam regularmente nas férias admite trocar as viagens de avião por cruzeiros.
Mas o apagão aéreo não é a única explicação para o avanço dos cruzeiros. Como os pacotes marítimos são cotados em dólar, eles se tornam atraentes em períodos de desvalorização da moeda americana, como atualmente. A política agressiva de preços e a diversificação dos roteiros também têm sido motores desse negócio. Enquanto uma viagem de quatro noites em uma embarcação luxuosa pode custar menos de 900 reais para dois passageiros que dividam uma cabine, um pacote para casal em um resort, durante o mesmo período, não sai por menos de 2 000 reais. Os administradores dos resorts se queixam de que a diferença é fruto de uma concorrência injusta. Uma das vantagens dos navios é que eles não arcam com encargos trabalhistas brasileiros, já que todos têm bandeira estrangeira e operam com mão-de-obra internacional.


Roteiros variados garantem diversão em alto-mar: opções vão de gastronomia a baladas eletrônicas

A Costa e a MSC têm cruzeiros especiais para quem é bom de prato. O Prata Gourmet, que tem saídas de 13 a 24 de fevereiro de Santos no Costa Clássica, reúne gastronomia e enologia. A presença de quatro chefs garante noites temáticas inesquecíveis.

O roteiro Prata all´Italiana, também da Costa, já está em sua oitava edição. Em cada uma das nove noites, é apresentada uma região diferente da Itália. Grupos musicais e cantores italianos também são convidados para shows.

Para deixar o paladar um pouquinho de lado e dar atenção a outras partes do corpo e também à mente, embarque no Bahia Bem-estar e no Bahia Fitness, da Costa, ou no Mar & Ação e no Qualidade de Vida, da MSC. Todos os roteiros têm atividades que fazem qualquer um suar a camisa. No Mar & Ação aulas, palestras, festas na piscina e atividades físicas são coordenadas pela Body Systems.

Um pouco mais zen, O Bahia Bem-estar, no Costa Mágica, parte de Santos de 26 de janeiro a 2 de fevereiro. Embarcar no navio significa conhecer as novas tendências das academias, clínicas e centros de qualidade de vida. O cardápio é especial: o menu é todo de baixas calorias.

Agora quem quer cair no remelexo e requebrar as cadeiras, o Tango & Milonga e o Dançando a bordo, da Costa e o Baila Comigo, da MSC, são as escolhas certas.

Os roteiros, que em sua maioria saem de Santos e vão até a Argentina, têm, além de noites dedicadas a diversos ritmos, aulas, shows e muitas festas temáticas. É a oportunidade perfeita para os amantes da dança viajarem pelos mais diferentes estilos musicais.

Já os navios da Island são perfeitos para quem quer muita agitação. Música eletrônica - e também de outros estilos - não falta nos roteiros Energia na Véia, Party Cruise, Vibe Fest on board e Tribe on board.

Créditos a Carla Aranha do Portal Exame e Christian Brandão do Grupo Viagem.