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6/13/2010

Visitors, H1N1 e Suco de Laranja

Imagem: reprodução
Tão cedo, acabou a série V (The Visitors) com a glamurosa Morena Baccarin, brasileira que está estampada em outdoors pelos EUA. Linda por natureza e excelente atriz, ela é uma das protagonistas de V, ela mostra a estratégias que os alienígenas usam para conquistar o ser humano. Resumindo, eles usam uma das maiores armas para controlar o povo: a devoção. Eis que o ser humano confiou tanto nos visitors que até a vacina (tal de R6) acabaram tomando, que depois deu efeitos colaterais estranhos nas pessoas. A série acabou com um episódio emocionante e deixou um gostinho de quero mais, super recomendo.

Esse foi um final de semana totalmente cocooning. Graças à maldita gripe que me derrubou nesses últimos 3 dias. Eis que caiu bem no final de semana do dia dos namorados com dias gelados... Mas tudo bem, tive que ficar em casa, curtindo o frio, assistindo musicais, aproveitando para ficar com a minha irmã Agata, que está se mudando pra longe pra estudar. Todo um encasulamento gostoso, regado à queijos, vinhos e remédios para sarar a gripe. Isso que é irmandade.
Imagem: acervo web
Gripe: é uma doença que ataca o ser humano quando ele está com a imunidade baixa, e dura até 7 dias seguidos, podem ser dias intensos com de dores de cabeça, resfriado, tosse, mal-estar, dores pelo corpo, falta de forças e cansaço. Pior para quem tem problemas respiratórios. Mas enfim. É uma merda de bactéria que se transmite facilmente e derruba muita gente forte por aí. E depois de passar algumas vezes resfriado na vida, já não bastavam outras doenças, me aparece uma tal de Gripe Suína (H1N1 para os íntimos). Aí pronto, já vi que o bacon de muita gente estaria condenado. Mas não, logo que a mídia trabalhou tanto essa doença pelo mundo inteiro, com horas de reportagens, noticiários, coberturas, relatos e bla bla bla, que fui do contra a maioria e tive o meu feeling: isso ta errado. Existem tantas coisas que matam pessoas pelo mundo, tantas outras doenças, descasos, desastres, fome, sede, guerras... mas por que focar tanto em uma pandemia gripal espalhada pelo mundo? Não existem coisas mais importantes¿ Na boa, não tomei a vacina.

Meses depois das campanhas maçantes para vacinação contra o vírus da H1N1, etive com amigos e família reunidos no final de semana, perguntamos quem havia tomado a vacina, e o que me surpreendeu foi que 50% tomaram e 50% não tomaram. Publico o suficiente para começar uma discussão, baseada em dados de reportagens e estudos recentes que tem aparecido na mídia (online e tradicional) sobre pessoas que tiveram certa reação à vacina, testes de Aids que tem dado positivo, fora os desequilíbrios no organismo e tudo mais. Outras pessoas não tiveram reações. Enfim, a vacina mexeu com muita gente e com outros não.
Imagem: acervo web
Será que existe algo por trás dessa vacina, como ocorreu com os seres humanos na série Visitors? Fora da ficção, mas na nossa realidade, poderia ser um remelexo da mídia para aquecer o mercado da indústria farmacêutica? Interesses e influências político-econômicas?

O fato é que pessoas também estão procurando mais vitamina C, e por incrível que pareça, o segundo maior fornecedor de laranjas do mundo, na Florida,
está ameaçado por uma doença chamada greening. E até os preços do maior parque citrícola do mundo foram afetados, no Brasil, em São Paulo. Sim, nós somos os maiores produtores de laranja no mundo.

É engraçado relacionar essas coisas do mercado, parece que as notícias se encaixam por mera coincidência.

E você, já tomou a vacina contra o vírus Influenza H1N1 ou ficou no suco de laranja?

6/08/2010

Banco de Eventos cria lounge sensorial para Seda na 29ª edição do SPFW

O Banco de Eventos assina a produção do lounge de Seda na 29ª edição da marca como patrocinadora master do principal evento de moda do país. Inspirado em um novo produto que será apresentado em primeira-mão aos convidados, Banco de Eventos e Seda estão levando para o SPFW uma instalação sensorial e artística capaz de impactar todos que por ali passarem.

Para desenvolver a concepção deste espaço, o Banco de Eventos escolheu o cenógrafo Muti Randolph, pioneiro no Brasil na utilização de computadores como ferramenta e suporte para artes visuais e reconhecido pelas ilustrações gráficas em 3D.

Os convidados que visitarem o lounge de SEDA poderão agendar um tratamento nos cabelos, que inclui lavagem e secagem. O gift do lounge, que também foi desenvolvido pelo Banco de Eventos, é uma bolsa preta com céu estampado fazendo referência a cenografia do espaço. Os convidados ainda levam para casa o shampoo e condicionador da nova linha.

O espaço de 234m² está localizado no segundo andar do prédio da Fundação Bienal e todos os dias haverá sets de música eletrônica e participação de importantes cantoras da nova geração da música brasileira.

O lounge da SEDA foi montado em 10 dias, por uma equipe formada por aproximadamente 70 profissionais.

Ficha Técnica:
Atendimento: Marcela Oliveira e Patricia SerafiniCriação: Fernanda Abujamra, Fabio Romano, Daniela Camocardi, Ivan Pestana e Carlos Villarinho
Finalização: Reinaldo Junior
Produção: Vanessa Sa e Priscila Pellegrini
Cliente: Carolina Anjos, Danton Peliceo e Eduardo Campanella

Serviço
Funcionamento: de 09 a 14 de junho, das 14h às 22h


Line Up
09/06 – 18h – DJ Marcelo Sommer e Deborah Falci
10/06 - 18h – DJ de Polainas
11/06 - 18h – DJ Chantal
12/06 – 20h – Show Tiê e Thiago Pethit
13/06 – 20h – DJ Thalma de Freitas
14/06 – 20h – Show Banda Moinho e Emanuelle Araújo

5/28/2010

Empreendedor Individual

Mais um dia na Feira do Empreendedor do Estado do Pará. Com muitas novidades, cases de empreendedorismo e informação que pode ajudar muita gente que possui qualquer tipo de negócio. Na companhia de @diegoremus, conversamos com Ilma, analista do Sebrae PA. Ela nos contou um pouco sobre o EI (Empreendedor Individual) e quais são os benefícios que uma pessoa ganha ao se formalizar.

Confira o audio gravado no Gengibre:

5/21/2010

Inclusão digital valoriza o conteúdo online

Mapa da exclusão digital - via Tucano da Serra

O que valoriza uma marca, uma pessoa, um lugar? Posso dizer que a concorrência é um grande fator.


Mais uma vez me vejo frente a um projeto que me dá prazer de trabalhar e demonstrar o quão importante é a democratização da informação e a evolução de um mercado constante, baseado em preceitos políticos e interesses capitalistas que levam o consumidor e a sociedade dentro de um fluxo constante de evolução, um ciclo vicioso, tal esse que atrai interesses econômicos externos e afetam a cultura da sociedade, o meio ambiente e todos os países que estão envolvidos no mercado que está conectado na nuvem.

Eis que a inclusão digital veio sendo criticada, mas sempre pela galera que interpreta essa mobilização com olhares preconceituosos, aqueles que dizem “maldita inclusão digital” . Preconceito quanto a um povo, do próprio país, que pode acessar a internet e de alguma maneira, interagir com o resto que existe na web. E você sabe, resto é aquela nata do mercado que manipula a informação, a moda, a cultura e todos os serviços que envolvem interesses políticos e econômicos.

Mas hoje, com olhares diferentes sobre a grande mídia, a população está se conscientizando sobre as maneiras de colher informações de qualidade, peneirar e em quais informações podem acreditar ou não. Viva a credibilidade!

Com o acesso a novas mídias, o surgimento de novas tecnologias inovadoras, que fazem da vida do ser humano ser mais pratica, eficaz para não tender ao tédio passado, o antigo que é tosco, foi brega. Mas o que acontece na verdade é que muitos estão conectados nessa nuvem e nem sabem disso, ou apenas não admitem estar inclusos na rede.

Os ignorantes não querem nem saber o que está acontecendo aqui, agora, neste exato momento, em que ele está entrando no orkut, quando coloca fotos no facebook, ou fala alguma bobagem no twitter. Esse animal de tetas acha que usando seu smartphone como GPS ou montando uma pizza pelo seu lindo e prático celular, está na moda e bate o pé dizendo que não está na rede. Mas eu digo: ele está na nuvem!


Vamos deixar de lado um pouco a galera da geração Y, os super antenados, os loucos por tecnologia e seguidores da moda. O foco de hoje é naqueles que não estão na nuvem, naqueles que não tem acesso a Internet e que podem, de alguma maneira, mudar de vida com o acesso a toda essa informação que temos, e claro, também podem gerar conteúdo (de qualquer assunto e interesse).

Eis que a inclusão digital é provida da facilidade de acesso, e isso é dado para aqueles que não possuem Internet em casa. 48% do total de acessos no Brasil vem das lan houses. Hoje o Brasil possui em torno de 108 mil espaços, provendo acesso a algo em torno de 32 milhões de brasileiros. Gerando cerca de 250mil empregos diretos, destes cerca de 85% são informais por causa da legislação proibitiva que existe hoje para o ramo, segundo dados da ABCID. Veja o
raio x da inclusão digital publicado em março pela info exame.

O que está acontecendo?
Uma grande mobilização, de iniciativa de várias organizações e empresas está acontecendo para mudar esse cenário no nosso país, e abrir várias janelas para pessoas que não conhecem essa realidade.
É um movimento social que traz vários benefícios para as terras tupiniquins, como democratizar a informação, emancipar a inclusão digital, gerar emprego e renda, criar novas fontes de conteúdo e informação e, acima de tudo, mudar o cenário da educação com as plataformas de EAD.

Vejo que estamos caminhando, pegando na mão de um aqui e outro ali, paquerando empresas, lideres do governo, players e PESSOAS para fazer uma grande orgia no mercado, tendo em breve, o orgasmo da informação colaborativa e a queda das grandes mídias politizadas. Um Viva para os realizadores. Um Viva para você que está conectado.

Conheça o projeto
RAIO BRASIL, que une lan houses em todo o Brasil e orienta os seus donos sobre as boas práticas desses estabelecimentos, tornando-as “lans do bem”. Divulgue, propague esta rede para os usuários e donos de lans, ajude a mudar um pouco do seu país em um único ato de clicar aqui e ali.

5/12/2010

Está pronto pra versão BETA do mercado?


Voltando as macro-tendências que citei no post anterior, dessa vez vamos abordar uma macro-tendência que em grande parte do tempo acaba sendo um reflexo da tendência anterior 'Turbulent Teens'. O que isso quer dizer? Digamos que a tendência 'TT' vai causar muitas mudanças e a tendência que vou explorar agora vai ser a resposta do mercado pra essas mudanças.

Como reflexo dessa década de mudanças e riscos que veremos, o mercado já começou a dar sinais do que os especialistas Andrew McAfee (Enterprise 2.0) e Warren Berger (Glimmer) chamam de 'Betapreneurs'. Um termo que aproxima o mercado das chamadas edições Betas, tão conhecidas por usuários de aplicativos, programas e afins.

A economia na situação que veremos em breve, exigirá atenção das marcas que precisam ser rápidas, inteligentes e frescas para o mercado. Para fazer isso, as empresas precisam necessariamente desenvolver uma forma mais fluida, risco-friendly e também uma abordagem mais aberta a novos produtos e conceitos. O termo 'Betapreneurs' vem exatamente desse movimento de teste de conceitos.

Veremos na próxima década uma leva de marcas conservadoras e tradicionais sendo obrigadas a se reinventar, mas sem perder o equity que demoraram tanto pra conseguir. Para isso elas vão buscar a inspiração em vários termos que novamente remetem ao mundo dos aplicativos: Trial, Upgrade, Flatpack, e Ghost-branding.

Essas serão as formas de testar o mercado e experimentar o novo num período onde produtos como celulares, carros, linha branca e não-duráveis irão se comportar como roupas dentro e fora da moda, com ciclos cada vez menores de crescimento e absorção.

O estudo apontou algo que um grande professor que tive o prazer de assistir as aulas disse: "O mercado vai entrar em estafa do mesmo, vai virar para as marcas mais famosas da atualidade e dizer: O que ganho comprando você, o que você tem a me oferecer?". Como se o produto em si não fosse suficiente. E claro, aqui irão entrar inúmeras micro-tendências e movimentos que já são conhecidos de vocês como marketing de experiência, Gifting, Advertainment, entre outras como resposta a essa estafa da 'TT'.

Essas micro-tendências já são estudadas nos setores de Arquitetura da Informação e Inteligência de Mercado com tanta voracidade que juntas impulsionaram a terceira macro-tendência de mercado para a próxima década. Mas essa vai ficar para o próximo post. E você, prefere arriscar na Edição Beta ou esperar Versão Trial?

5/10/2010

Você está preparado para a "Turbulent Teens" ?


A algumas semanas, quatro das maiores agências de social trends da América Latina se reuniram em torno do briefing de tendências globais realizado pela Future Laboratory em Londres. A platéia era composta por 300 gestores de marcas de peso como Sony, Microsoft, Coca Cola, Louis Vuitton, entre outras e no palco, se revezaram os melhores pesquisadores e analistas de tendências de longo prazo do mundo.

O motivo de tanto capital humano junto era a definição das quatro maiores tendências comportamentais a nível global. Comportamentos que irão lideram os próximos 10 anos da sociedade contemporânea e por isso produzir milhares de micro-tendências, modismos e inovações no mercado empresarial.

Devo admitir que a pauta desse encontro é realmente inspiradora, não fui a Londres para o evento, mais acompanhei tudo de perto via redes sociais, graças a poderosa tecnologia e a paciência do nosso representante. O programa foi aberto com uma introdução de impacto, que já daria sinais do que viria pela frente:

"Entramos em uma década de instabilidade, mudanças e novas palavras - uma década
em que as pessoas vão cada vez mais sofrer de insuficiência de filtragem e
apnéia da informação. Vamos enfrentar um tempo de esgotamento mental, físico e estético." disse Martin Raymond, CEO da Future Lab.

"Os consumidores estão, por um lado, começando a se ajustar para fora, se desligando e procurando revisitar valores essenciais da vida mas também buscando uma abordagem mais criativa, culta e despreocupada na forma como gastam seu tempo e dinheiro."

E essa insanidade tão bem explicada pelo Raymond, foi a faísca necessária pra começarem a abordar a primeira grande tendência que vai liderar os próximos 10 anos. Os chamados 'Turbulent Teens'.

Preparem-se para um passeio de montanha-russa que irá definir 2010-2020, cheio de altos e baixos, e uma insana explosão de hormônios que só os adolescentes conseguem criar. Já apelidada de "a década da mudança", nos próximos 10 anos, nós veremos um foco no reconhecimento do ambiente, aceleração dos custos na produção de alimentos, a expansão de uma classe média global e uma subida vertiginosa dos preços no mercado energético liderados por um novo mercado jovem preocupado com mudanças de leis fiscais e acima de tudo a ignorada "logística", área da gestão que irá se tornar de extrema importância na próxima década(quem vive em Nova York, Pequim, São Paulo e Tókio tem uma idéia do que estou falando).

Dentre algumas micro-tendências que já tomam forma sob o guarda-chuva do "TT", estão obviamente a valorização das redes sociais como ferramenta de trabalho, o posicionamento do "local sobre global", novos hábitos de consumo, como o re-valorização do artístico, tomando lugar do que durante décadas, foi a posição da tecnologia no mercado e o aumento do chamado "core business" como forma de valorizar o branding, um dos poucos ativos empresariais que não sofre tanto com crises, como a qual vimos em 2008/2009.

E nesse momento já fui atingido com uma marca pioneira e que fez a lição de casa depois do Briefing da Future Lab: A Coca Cola acabou de entrar no mercado de beleza, como uma linha de esmaltes em parceria com a Nails Inc. E isso é só o começo...
Nos próximos posts, volto a falar sobre o Briefing com as outras 3 macro-tendências apresentadas no evento.

4/28/2010

Trend Report: O que é e pra que serve?

Lembram do último post que mencionei uma palestra online do StyleSight sobre tendências de moda masculina? Pois então, resolvi aproveitar esse gancho pra apresentar pra vocês um Report de Tendências de Curto Prazo.

Como a questão de domínio público desse material é bem complicada, são poucas as oportunidades que tenho de publicá-los aqui, principalmente dos portais pagos (StyleSight, LC:n, Heartbeat e etc.) pela agência que trabalho. Mas dessa vez eu, pessoa física, consegui o material e por isso tenho todo direito de usá-lo aqui.

Pra começar, um report de tendência pode ter meia página ou até 200 páginas dependendo da profundidade de análise ou do prazo de validade da tendência. Pra não ficar aqui até amanhã escrevendo vou usar um de curto prazo sobre moda masculina, que normalmente são as tendências mais curtas pra se pesquisar.

Para setores de inovação contínua e da indústria do estilo de vida(moda, beleza, tecnologia, lazer, cultura), o report é um material de consulta muito importante, além de permitir visualizar a arquitetura de informação utilizada pra chegar no conteúdo final.

A tendência de hoje é o Beatnik, estilo de vida que vem influenciar as próximas coleções de moda. O report começa explicando sobre o que é o beatnik e como no final da década de 40, alguns escritores começaram na literatura este movimento que acabou por influenciar jovens de todo o mundo, refletindo na cultura, música, cinema, moda e muito mais. Aqui já dá pra mostrar uma coisa: as tendências podem vir de qualquer lugar, a moda da literatura, a beleza do setor alimentício, a arquitetura da moda e etc.

Uma das primeiras partes de um report é a contextualização e núcleo de uma tendência, nos quais se analisa os dados históricos, as questões centrais e os principais drivers da tendência. No caso da moda, é comum utilizar referências de last seasons, da rua e de produções visuais que já apresentaram a tendência. Aqui, entra o trabalho de analistas de campo, de desk researchers e mestres das ciências sociais.

Em seguida vem um trabalho bem complexo, que é analisar se a tendência realmente é nova ou se haverá um desdobramento do comportamento atual. No caso do Beatnik, os óculos Wayfarer já estão mais que presentes nas ruas, além dos chapéus e brogues que ainda não pegaram de fato. Na verdade, a onda retrô já está por aí a bastante tempo e é uma direção que indica que o Beatnik virá contextualizado e não atualizado ou adaptado. Outra parte que aparece aqui, é a relevância dos drivers e o quanto eles tem força pra fazer uma tendência pegar. No caso do Beatnik, o movimento está sendo disseminado pelos jovens indies, que pra quem não sabe são aquelas "figuras" que substituíram os Emos nas ruas e toda sua bagagem de bandas de rock.

Também se apontam os produtores (marcas e empresas) que já deram o pontapé inicial na tendência. Na minha opinião, isso é uma arma na mão de pessoas erradas, já que muitos ao invés de criar com base na inspiração, criam com base nos inspirados, se é que vocês me entendem. No caso do Beatnik, são citados estilistas de vanguarda como Junya Watanabe, Band of Outsiders e 3.1 Philip Lim.

E por último são apresentados os conteúdos relacionados (pagos a parte, haha) da tendência, como análise de cores, estudos de modelagem e inteligência de mercado no caso de tendência de moda.

Essa brincadeira acima custa a partir de $800 dólares e demora em média de 4 a 6 meses pra ser feita, por isso as agência trabalham muito a frente do que está acontecendo pra não perder as validades.

Espero que tenha ficado claro como funciona um report de tendência pelo menos superficialmente pra vocês. Lembrando que o modelo pode ser aplicado a qualquer mercado da indústria do estilo de vida e que tenha comportamento social envolvido no consumo. Nanotecnologia e indústria farmacêutica, por exemplo, não conseguem utilizar esse modelo.

Fonte: StyleSight
Imagens: StyleSight Runway RoadMap e Springwise

Obs. Pra quem se interessou e quer conhecer um portal de tendências por dentro, a Camila do GE foi visitar o WGSN (outro gigantesco portal) em NY.

4/23/2010

Trend Alert: Studies@Networks

Sim, eu sou a favor do estudo a distância !!

Ao ler essa frase, imediatamente você pensou naqueles cursos de graduação anunciados no metrô de SP em que se pode obter tecnólogos e bacharéis via internet, certo?

Errado. Apesar de achar que o problemas desses cursos citados acima são qualidade e não a distância em si, não vou entrar em mérito disso nesse post.

Vim aqui falar de um sinal de tendência que já observo e participo a algum tempo. As palestras, workshops e conferências acadêmicas via mídias sociais. Nos últimos dois meses uma leva de mini-cursos, workshops, debates e palestras de grandes nomes da moda, tecnologia, pesquisa de mercado, design e artes apareceram nas minhas redes sociais: debates via facebook, palestras via justin.tv, workshops via twitter e mais por curiosidade resolvi responder ao chamado. E o que descobri?

Que elas funcionam! A impossibilidade geográfica de grandes nomes e interessados interagiram em assuntos variados sempre impediu o progresso do conhecimento, mas hoje as mídias sociais permitem que grandes idéias apareçam, sejam amadurecidas e disseminadas em tempo real. Vamos a alguns exemplos:

BOX1824 #webworkshop - O grupo Box se reuniu via Twitter pra discutir novos paradigmas e mudanças no mercado tecnológico, o ápice ficou por conta da palestra de David Armano que utilizou o slide-share pra expor suas idéias sobre Micro-Sociology.


StyleSight Malewear - O gigante portal de tendências StyleSight realizou ontem uma palestra com Sharon Graubard e Michael Fisher, editores do portal sobre o mercado de moda masculina pelo GoToWebinar em tempo real e com a possibilidade de enviar perguntas aos participantes.

Startup Lessons Learned Conference - Está acontecendo agora em livestream pelo Justin.tv a conferência sobre gestão+startup+tecnologia+inovação que também permite a troca de informações da audiência pelo hashtag #sllconf no Twitter.


Grupo de discussão "Tendências" do ODES - O grupo iniciado na última segunda-feira no Facebook discute novas tendências do ponto de vista metodológico e profissional, com hunters e analistas de toda a rede.

Esses são apenas alguns exemplos de estudo a distância que participei que mostram um novo caminho para as redes sociais. Possibilidades que talvez jamais seriam possíveis no mundo offline.

Se você se interessou nessa nova tendência, basta ter acesso as redes sociais e ser um pouco curioso pra achar o que está acontecendo. ESQUECE DESSA FAZENDA E VAI PARTICIPAR DE UM GRUPO !!

Imagens: divulgação.

I´m updatin´ it

Não sei se vocês já perceberam, mas o Mcdonald´s utiliza sua lendária campanha "I´m lovin´it" a quase 7 anos!! E após mais de um ano de pesquisa de comportamento, social trends e brainstorms com agências de todo mundo (os mavens em números da agência dizem que foi gasto perto de $720 mil dólares em pesquisa), a marca lançou o update da campanha para uma platéia de 16.000 franqueados e afins.

A campanha além de ser a mais longa é também a de maior sucesso na história da marca e o update busca agora além do hedonismo, a tendência do "celebration" que já pode ser vista nas campanhas da Adidas, UNIQLO, Fiat, entre outras.

A nova abordagem será feita de forma mais autêntica(really?), saturando os insights de consumidores e com formato 2.0, já que mudanças drásticas em 117 países e mais de 10 idiomas não é algo barato de se fazer.

Pra mim, o resultado de tanta pesquisa é uma comunicação mais emocional, voltada para comportamentos sociais de grandes metrópoles e engraçada, com mais historinhas e conteúdo sincronizado.

Segue abaixo o novo approach da marca, avaliem vocês se valeu todo o tempo e dólares investidos.







Fonte: AdAge e LC:n Inspire.
Vídeos: divulgação.

4/19/2010

Innovation Insights: SOS Esquenta


Inovação + Geração 18-24 + Empreendedores sempre é uma combinação que me chama a atenção. Hoje vou reproduzir uma matéria da Época Negócios da Lilian Sobral que entrevistou a equipe do SOS Esquenta !

Experimentem e quem sabe, Inspirem-se !

Jovens lucram com “delivery de pré-balada”
Batizada de SOS Esquenta, a empresa faz a entrega de bebidas, cigarros, petiscos e até camisinhas em horários inusitados.

Antes de sair para a “balada”, os grupos de amigos se reúnem para conversar sobre tudo o que não vão falar depois, em meio ao barulho das festas. Em geral, estas reuniões vêm acompanhadas de salgadinhos e bebidas (afinal, dentro das casas noturnas, tudo é mais caro). As sessões de “esquenta”, como são chamados esses encontros, viraram um grande negócio na visão de dois jovens empreendedores de São Paulo.

Thiago Apolinário, de 23 anos, e Marco Fenili, de 22, montaram a SOS Esquenta, uma empresa que entrega em domicílio e em horários inusitados tudo o que é imprescindível para uma pré-balada. No cardápio são cinco tipos de cerveja, destilados, água, refrigerante, petiscos, salgadinhos, gelo e carvão. Até preservativo, cigarro e isqueiro fazem parte do “menu” de entregas. Os preços são bastante convidativos. Uma lata de cerveja custa entre R$ 1,80 e R$ 2,10 – enquanto, na balada, pode chegar a R$ 5 a unidade. O produto mais caro é a garrafa de Black Label, que custa R$ 124,90. Para as entregas abaixo de R$ 50, a dupla cobra um taxa de R$ 5. “Nós fazíamos estes encontros em casa. Sempre acabava alguma coisa e ninguém queria sair para comprar. Foi assim que tive a ideia e logo chamei o Thiago para ajudar”, diz Fenili. Do dia em que nasceu o projeto até partir para a prática, foram cinco meses.

Os dois amigos se dividem entre o emprego em uma emissora de televisão e a SOS Esquenta, que funciona às quintas e sextas-feiras à noite e vai até altas horas, e de sábado e domingo, quando atendem também durante a tarde. “Trabalhamos em nosso ‘outro emprego’ entre 9h e 18h. Nos dias em que a empresa funciona, saímos do trabalho e vamos direto para lá. Costumo dizer que estamos aprendendo a não dormir”, diz o sócio Apolinário. Como em qualquer empreendimento que está iniciando, eles são parte da mão de obra. Além dos dois sócios, a SOS Esquenta conta com um designer, que trabalha a imagem da empresa nas redes sociais (principal canal de divulgação da marca), e motoboys terceirizados.

Por enquanto, a empresa entrega apenas em alguns bairros da cidade de São Paulo, em geral, próximos à sede da empresa no Morumbi. Além da zona sul da capital, a SOS Esquenta também atende uma pequena parte da zona Oeste, como o bairro de Pinheiros, tradicionalmente boêmio. Mas os planos são ambiciosos. Além de querer expandir a entrega pela cidade com uma unidade própria, os sócios já receberam consultas de interessados em montar franquia em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e na cidade de Campinas, interior de São Paulo. O interesse não é à toa. Com pouco mais de um mês de operação, os sócios afirmam que costumam receber uma média de 15 pedidos por noite e lucram cinco vezes mais do que esperavam faturar inicialmente.

Além de não informar o quanto a empresa fatura, os jovens empreendedores não revelam o valor do investimento para montar a empresa, mas dão uma ideia. “Meu sonho era comprar uma Harley-Davidson. A moto se transformou na empresa”, diz Fenili. Para ajudar a fazer as contas, vale dizer que o modelo zero quilometro mais barato desta marca custa R$ 27.900.

Mais que o capital inicial, os amigos investiram tempo. Nem os produtos, nem os horários de funcionamento da empresa, foram decididos ao acaso. Os empreendedores, que ainda estão se acostumando com este novo ‘título’, passaram um mês na porta de faculdades fazendo pesquisa com o público-alvo. Eles visitaram cinco universidades nas regiões em que eles atuariam e identificaram o perfil de seus consumidores em potencial. Hoje, atendem principalmente pessoas de 18 a 35 anos, das classes A e B. A maior parte, homens.

O trabalho rende histórias interessantes e, é claro, boas risadas. “Já aconteceu de nos ligarem depois de já terem bebido um pouco e a pessoa não conseguir fazer o pedido. Quando isto acontece, eu tento chutar o nome do que o cliente quer e ele só responde sim ou não”, conta Apolinário. No site da empresa, há um bom sinalizador dos resultados da empresa. Um mural mostra fotos de clientes satisfeitos após receberem suas bebidas.

Com base no volume de entregas, a dupla é unânime ao dizer que o bairro mais “baladeiro” de São Paulo é Moema. A região da Avenida Paulista, acredite, fica em segundo lugar.

4/16/2010

Quando o Foursquare encontra o Marketing

Pra isso que serve o marketing, pegar uma idéia simples e torná-la rentável.

Pra quem utiliza o Twitter já deve ter se deparado com um aplicativo chamado Foursquare, provavelmente alguém que você segue já deve ter te dado dicas de lugares ou avisado onde estava naquele momento. Pra quem não conhece, uma breve apresentação:

O Foursquare é um aplicativo de geolocalização via mobile, basicamente ele permite que o usuário avise aonde está dentre uma lista de lugares. Você indica o lugar que chegou e avisa seus amigos por check-in que irão descobrir via tweet. O aplicativo permite ver opiniões e sugestões sobre o que fazer naquele lugar que você chegou.


Pensando nas inúmeras possibilidades que o aplicativo e o geomarketing permitem, foi criado o Snacksquare, um aplicativo com a mesma base do Foursquare só que com a possibilidade da interação entre usuário e local.

Resumo: Snacksquare é um provedor de publicidade gastronômica baseado em localização que facilita os negócios locais ao automaticamente entregar mensagens de texto SMS aos clientes potenciais que fizeram check-in em seus telefones perto do local.

A sacada genial: O sistema permite que os restaurantes achem você quando estiver na região e enviem um convite para fazer chech-in no local. O aplicativo possibilita promoções exclusivas, cruzamento de interesses e locais e claro, publicidade à vontade. Fazendo uma mão-dupla de interação que o Foursquare não permitia.

O site do aplicativo oferece o antídoto aos caos para novatos, curiosos e turistas, é a solução perfeita para explorar a cidade. Os usuários podem obter um preview dos locais em um mapa, filtrar por categorias, enviar convites a outros usuários e até entrar em contato com o local sem mesmo ter informações de serviço. Futuro, galera!


Apesar de parecer uma ferramente de marketing de relacionamento, o Snacksquare é muito mais que isso, é a mais nova forma de Push Marketing, de decisão de compra por impulso em serviços. Utilizando magicamente o banco de dados do sistema, os locais podem te enviar convites com base no lugar que você esteve por último: um café depois do jantar, um drink depois do teatro, uma balada depois da confraria.

O serviço logicamente é pago pelos locais e precisa ser liberado pelos usuários cadastrados, afinal SMS da Vivo e ligações da Ed. Abril extremamente invasivas são muito last season.

Fonte: Mashable Mag.
Imagens: Acervo e reprodução.

4/08/2010

Absolut Vodka + Artes


A vodka Absolut lançou essa semana a sua nova contribuição para o mundo das artes: Thirty Days NY.

A marca se reuniu com David Jacob Kramer e Sammy Harkham, os fundadores da megastore Family, voltada para conteúdos cults e artísticos (megastore cult is to me perfection), em Los Angeles, para realizar uma exposição durante um mês em NY, reunindo vários formatos de arte de vários locais do mundo.

A proposta é reunir toda a exposição em um loft, localizado no número 70 da Franklin Street. O local será palco de performances artísticas, exibições de arte, filmes e outros eventos, reunindo escritores, diretores, músicos, pintores e também funcionando como uma das livrarias Family. O espaço estará aberto do dia 8 de Abril a 7 de Maio.

Mas o conceito mais legal, é a proposta de Loft Surfing, já que depois de NY, o loft viajará outras grandes cidades com todo seu conteúdo junto.

Thirty Days NY Artist Series: Aska from Thirty Days NY on Vimeo.

Para quem não sabe, a Absolut há algum tempo lançou a campanha “In an Absolut World”, conceito que reforça a criatividade como peça principal e o consumidor é convidado de uma forma divertida a entrar em um mundo inspirador e "absoluto", onde a marca lança diversas campanhas e ações focadas em temas artísticos.

O projeto já esteve no Brasil com foco em música, artes visuais e moda, com curadoria de grandes experts brasileiros nas respectivas áreas. Dá uma olhada aqui.

Fonte: Absolut Mango Blog
Vídeo: Aska - uma das participantes do ThirtyDaysNY

4/06/2010

1º Digital Works SP - Fazendo 360o nos meios digitais

EADA apresenta Management Para o Século XXI

A Escuela de Alta Dirección y Administración (EADA), de Barcelona, Espanha, traz para o Brasil a palestra " Management Para o Século XXI ", ministrada pelo professor visitante Dirk Schwenkow. No evento, a representante de São Paulo Alessandra Faria, os diretores do EADA Jordí Diaz e Giulio Toscani realizarão uma sessão informativa sobre a EADA.

Fundada em 1957, a EADA foi uma das primeiras instituições da Espanha a oferecer programas de treinamento executivo para a comunidade empresarial. Cerca de 100.000 pessoas de mais de 40 países participaram dos cursos de uma das mais inovadoras e conhecidas escolas de administração da Espanha. A EADA conquistou as acreditações AMBA e EQUIS, como reconhecimento da qualidade de seus programas de mestrado e MBA. Atualmente, apenas quatro outras escolas de administração espanholas têm essas acreditações, e 42 no mundo todo. A EADA é membro do Executive MBA Council.

Dirk Thomaz Schwenkow, nascido em 1956 em São Paulo / Brasil, estudou na EAESP FGV, diplomou-se em administração de empresas e fez pós-graduação com ênfase em produção e mestrado com ênfase em economia. Entre as empresas em que atuou estão DOW e Bayer no Brasil, McKinsey na Alemanha, DAMART Itália e Áustria (presidente), grupo MELTRA na Alemanha (presidente & CEO). Atua com professor em diversas faculdades de administração: EADA Espanha, Webster University Vienna, Universidade Anhembi Morumbi, FISP, Ad Homines, IBMEC, UNIT, UNAERP, entre outras.

Data: 28 de abril de 2010
Horário: das 19h às 21h
21h00 – Coquetel
Local: Hotel Fasano São Paulo
Rua Vittorio Fasano, 88 – Jardins
Cidade: São Paulo
Inscrições: EadaBrasil
Evento gratuito / Estacionamento no local / Vagas limitadas.

3/31/2010

30 anos em prol da Cultura Jovem


A MTV, que está quase se tornando uma balzaquiana, já pode ser considerada um ícone de cultura e da juventude, sendo utilizada por vários antropólogos como driver de mudanças comportamentais e geradora de tribos urbanas.

Para divulgar a evolução do canal nesses 30 anos junto aos jovens, a marca está veiculando uma série de spots que mostram a mudança no zeitgeist da juventude, formada ao longo desse tempo pelas gerações X e Y. “Generation Youth” mostra as principais tribos que acompanham a evolução do canal e mostra como a nova geração, com a internet e tudo mais, adapta a cultura e se difere (evolui) das gerações anteriores.

As culturas exploradas são as mais diversas possíveis. Skatistas, grafiteiros, yuppies,etc.

A trilha sonora é um capítulo a parte, evoluindo de Peter Bjorn & John até OK Go, que afinal de contas é a grande responsável por toda essa evolução. Estilo, hábitos e grupos encadeados simplesmente pela Música.







Vídeos: Ads of the World

3/30/2010

E se pudessemos viver os melhores momentos de novo?!

Comercial incrível da Orange produzido na Índia sobre a tecnologia de rewind aplicada na nossa vida.



Fonte:@everspeaking

Por que não juntam os 4 num ovo só? - Que 4? São 3!



3/25/2010

Acenda essa idéia e Apague as luzes !!

Chega de trabalhar em casa


Vocês conhecem o sistema de co-working que chegou chegando em São Paulo?

O G1 fez uma matéria super legal com os dois maiores existentes por aqui e explicou o conceito que veio lá de San Francisco. Para ler, basta clicar aqui em baixo.

ESCRITÓRIOS DE CO-WORKING

Eu, particularmente, amo esse conceito. Depois que o grupo que eu trabalho foi ampliado com mais uma empresa-irmã, algumas reuniões, grupos de pesquisa e até briefing com clientes estão sendo feitos no The Hub citado na matéria.

Indico a todos irem conhecer o sistema, que é ideal para pessoas visionárias, inovadoras e engajadas encontrarem pessoas visionárias, inovadoras e engajadas. Feels like Heaven.

Serviço:

Imagem: The Hub Sao Paulo

Tecnologia muda, Humanos não (quase)

Durante o dia de hoje e amanhã, a Box1824 realiza mais um Workshop Digital via mídias sociais com a participação dos pesquisadores de diversas áreas da empresa e correspondentes internacionais.

O tema não é limitado, o foco é a convergência de sinais tanto de tecnologia quanto comportamento humano e pra iniciar as apresentações, David Armano desenvolve com perfeição seu estudo social sobre as mudanças do comportamento humano devido aos novos caminhos da internet.

The Micro-Sociology of Networks
View more presentations from David Armano.


Se você tem Twitter e quer acompanhar o workshop, basta digitar o hashtag #webworkshop no link de buscas.

David Armano é VP da Edelman Digital e escreve no blog Logic + Emotion, considerado um dos 20 melhores blogs de marketing segundo a Ad Age Power 150.

3/24/2010

Recorra ao Antropomarketing?


Continuando a análise e crítica de algumas novas modalidades da pesquisa de marketing, hoje, apresento a vocês o supertrendy Antropomarketing, Antro-Social Approach, Marketing Etnográfico, chamem como quiser.

Como estou em fase de aprendizado nessa modalidade, deixo a vocês a opinião de pesquisadores experientes no assunto. Para começar, a explicação e opinião de Everardo Rocha sobre a Antropologia a serviço do Marketing.

EVERARDO ROCHA

Everardo apresentou com bastante clareza tudo que os alienados e iniciantes sobre o assunto devem saber. Em seguida segue a entrevista com a genial Lívia Barbosa sobre os mantras, erros e a real complexidade do Marketing Etnográfico, termo criado, inclusive, por ela.

LÍVIA BARBOSA

Ao meu parecer, o uso da antropologia e das ciências sociais na pesquisa de marketing é fundamental e uma vantagem competitiva nos dias de hoje, mas com o Boom de agências, empresas e institutos oferecendo pesquisa de tendências, análise de comportamento do consumidor e estudos etnográficos é necessário realmente conhecer sobre o assunto e tomar muito cuidado com mudanças e adaptações das metodologias para o ambiente corporativo.

Ambos pesquisadores citados acima são referência no assunto e aos mais interessados fica a dica de acompanhar o que eles andam escrevendo a respeito.


Fonte: Ambas as entrevistas foram feitas pelo portal Mundo do Marketing.
Imagem: HSM UpdateorDie.

3/18/2010

Recorra ao Design Thinking?!


Recorra ao Design Thinking! De segunda-feira até hoje ouvi essa frase quatro vezes e pra mim, isso é mais do que o suficiente pra realmente pensar sobre ele. Você ainda não ouviu? Agora só se fala em design thinking como a solução mágica para todos os problemas do mercado. Mas será que é tudo isso mesmo? Primeiro vamos entender do que se trata e depois decidir se vamos recorrer a ele.

Para explicar isso a vocês vou lançar mão dos conceitos de Roger Martin, colunista da Business Week, que no final do ano passado na AIGA Design Conference, foi o primeiro a dizer pra mim: Recorra ao Design Thinking!

Martin começa explicando que o homem está rodeado de mistérios em seu ambiente e por isso tenta de qualquer forma organizar o conhecimento e as informações de forma que consiga entende-las, na maioria das vezes apelando para as heurísticas. Vem daí a nossa compulsão de rotular as coisas e pessoas para conseguir compreendê-las. Se isso for concretizado são desenvolvidos algoritmos para solucionar questões. Super funciona para a área tecnológica, por isso não cabe aqui criticá-la. Já no marketing, às vezes dá certo, Nike e Coca Cola podem provar isso, mas na maioria dos casos, esse método produz profissionais compulsivos por fórmulas, que desde o final do século passado passaram a falhar na hora de solucionar problemas de inovação.

Esse jeitinho racional de pensar se chama, o analytic thinking, é importante porque reduz custos e torna os processos mais eficientes. Aliás, as universidades vivem basicamente de pensar assim (no strings attached).

O objetivo do pensamento analítico é gerar regras usando a lógica indutiva ou dedutiva, sem fazer julgamento de valor e isso acaba gerando olhares para o passado de maneira imparcial, recolhendo dados para concluir algo que possa ser utilizado no futuro com segurança e de maneira consistente, o abre-alas desse pensamento são as Séries Temporais e os Forecastings. Aliás, o foco não é descobrir algo adequado, mas principalmente uma regra que faça sentido e possa ser explicada, usada, desmontada, entendida.

O método divergente a esse é o intuitivo (intuitive thinking). Nesse caso, o objetivo é entender, mas não necessariamente usando a razão. Ao contrário do anterior, o intuitivo não considera os dados do passado, seu foco é o que poderia ser, a pergunta é “por que não?“.

Nesse caso se faz julgamento de valor sem critérios objetivos; não se está preocupado em provar nada. O intuitivo quer chegar num resultado que resolva o problema, mas não se ocupa em reproduzir essa solução ou investigar se ela se aplica também a questões semelhantes. Isso às vezes funciona, mas custa caro e é muito arriscado, porém é como a maior parte das inovações nasce.

Em cima do muro penso, devo voar ou fincar os pés no chão?

De acordo com o filósofo Charles Pierce (conhecido por seu trabalho em semiótica), nenhuma idéia realmente nova parte da lógica indutiva ou dedutiva, pois, se ela é nova de verdade, ainda não existe passado para ser analisado. Idéia nova significa tudo novo, ou seja, aquele mistério com o qual começamos a conversa.

No dia a dia das empresas que precisam de idéias novas, a maneira de prover mais segurança para o sistema é produzir o tal passado, amadurecendo a idéia por tempo suficiente para que ela possa ser pensada de maneira analítica. Resumindo: tenha idéias de maneira livre e intuitiva, mas depois construa protótipos e os submeta à segurança e eficiência do pensamento analítico para que elas possam se transformar em produtos factíveis.

Então, o grande desafio do design thinking é basicamente esse: pensar analítica e intuitivamente de maneira simultânea — meio algodão, meio poliéster. Voar, mas tendo pelo menos um pé preso ao chão (algo como um bungee jump).

Se o caminho do meio termo do design thinking vai mesmo resolver o impasse entre analíticos e intuitivos não se sabe, mas olhando assim, parece promissor. Não sei quanto a vocês, mas eu vou Recorrer ao Design Thinking!

*Aos interessados no assunto, os livros acima são a melhor combinação para entender melhor o conceito e aplicações do design thinking.

Imagem: Ideo.com

3/17/2010

II Prêmio BE – Fornecedor Sustentável


Vencedores:

1º Lugar -
Grupo Eco com o projeto “Brindes Corporativos Sustentáveis”
Uma linha de produtos inovadores, com design inspirado na cultura e na biodiversidade brasileiras, para diferenciar as campanhas e as ações de marketing das empresas.

2° Lugar - Ateliê Brasil com o projeto “Casa sustentável do Papai Noel” Permitir uma maior visibilidade dos conceitos de sustentabilidade na prática, com a construção de uma casa sustentável.

3º Lugar - Interbros Tecnologia e Soluções de Internet com o projeto “
Carona BrasilMelhorar a qualidade de vida das comunidades. Melhorar a mobilidade urbana nos centros de convergência. Apostamos na criação de redes de caronas dentro de organizações para diminuir em até 20% o número de carros que chegam e partem de um mesmo ponto diariamente.

A entrega do prêmio foi feita pela Diretora Geral do Banco de Eventos, Andréa Galasso.

3/16/2010

Além dos selos de excelência - Imóveis na rede

Uma apresentação muito bacana do Observatório de publicidade em Tecnologias Digitais sintetiza muito bem as estratégias em mídias digitais e social media das empresas no mercado imobiliário. Vale a pena conferir.

O mercado imobiliário, o lado sustentável e humanístico

Imagem: Rivaldo Barbosa
Aproveitando toda essa sinergia da economia brasileira, de estarmos entre os melhores mercados do mundo, temos um olhar mais do que otimista para muitos projetos internos, que fazem parte de um núcleo influenciador para a sociedade. São empresas, entidades, organizações e até mesmo o governo, que aproveitam o andar da carroagem brasileira dentro de um mercado competitivo, para criar selos de excelência, premiações, certificados, controles de qualidade e programas de incentivo que garantem ao consumidor e a sociedade como um todo, a segurança de viver/consumir de uma forma justa, sendo ela com o bolso e com o terceiro setor.

Um dos mercados que mais está bombando no momento nas terras tupiniquins estremece os pilares das necessidades básicas do ser humano: o lar doce lar.
Nada mais justo para quem coloca em seu planejamento de vida, o objetivo de comprar, construir, alugar, vender ou investir, dentro de um cenário tão promissor e cheio de oportunidades que é o atual mercado imobiliário brasileiro.

Para o profissional de marketing que trabalha na área, o mercado conta com inúmeras oportunidades que, ao serem incluídas no planejamento, projetos e ações, se tornam forças propulsoras dentro do ambiente de negócio. E não é para poucos. Muitas instituições fazem das próprias empresas do setor líderes em excelência e qualidade, o que aumenta a credibilidade com compradores, condomínios, moradores, vendedores e profissionais envolvidos no setor.

Programas de incentivo do governo como o “minha casa, minha vida”, com investimento de R$ 34 bilhões para beneficiar milhões de famílias, fizeram muito mais do que movimentar pencas de cimento e mão-de-obra. Esses projetos fazem com que as empresas avaliem melhor a sua atuação e o impacto causado na sociedade e no meio ambiente antes de qualquer plano de construção, incorporação, planejamento urbano, compra, venda, loteamentos e até administração de condomínios. E é nesse caminho que vemos um futuro mais humano, verde e comunicativo.

Digno é aquele que está envolvido neste mercado, e pensa com cabeça de gente grande, que sabe o que a sociedade quer, o que o mercado pede e o que o mundo precisa. Por isso, nada melhor do que estar “em cima do muro”, ou seja: nem do lado do consumidor, nem do lado do governo ou empresas, mas sim, em prol da sinergia de todos. É neste patamar que fica o Secovi, uma entidade brasileira que faz do mercado imobiliário um dos que mais crescem com qualidade, força e responsabilidade verde e social.

Mais um selo de excelência?
O Secovi-SP possui o Programa de Qualificação Essencial (PQE para os íntimos) que fornece a certificação de qualidade diferenciada às empresas que atuam na atividade imobiliária. O PQE promove cursos, palestras, reuniões que alinham as tendências de mercado do ramo imobiliário, junto às exigências sociais e ambientais, o que faz do “Selo” um atrativo nominal de Credibilidade para as empresas do setor.

Esta semana o Secovi-SP debate sustentabilidade, e traz à mesa as ações coletivas de consumo responsável que podem ser fundamentais para um mundo sustentável. Dia 18/03 (quinta-feira), na sede do Secovi.

Mais infos:
Secovi-SP

3/15/2010

Banco de Eventos realiza a entrega do II Prêmio BE – Fornecedor Sustentável

O Prêmio BE Fornecedor Sustentável foi criado pelo Banco de Eventos e é considerado uma inovação do mercado de marketing promocional. Tem como objetivo fomentar o desenvolvimento de iniciativas sustentáveis no mercado de promoções e eventos, contribuindo para que a agência seja referência no movimento da sustentabilidade neste mercado.

Em 2009 foram 32 projetos inscritos e a premiação acontece na sede do Banco de Eventos no dia 16 de março de 2010 para os três primeiros colocados.

O Banco de Eventos é a primeira empresa de marketing promocional do Brasil a trabalhar o conceito de gestão responsável, inserindo extensões de ações sociais e ambientais em seus planos de negócios e buscando clientes que também adotem esse modelo.

Nesta edição puderam participar qualquer instituição nacional, que atuasse no mercado de promoções e eventos e desenvolvessem projetos relativos à sustentabilidade.

As categorias foram:

· Desenvolvimento de produtos/serviços sustentáveis - para fornecedores que tenham desenvolvido tecnologias, produtos ou serviços que minimizem o impacto no meio ambiente ou gerem benefícios para a sociedade; e de

· Boas práticas de Responsabilidade Social - para ações realizadas pelas empresas, que gerem benefícios ambientais, inclusão social ou que promovam a transparência e a qualidade de relacionamento com os envolvidos no seu negócio.

A análise de cada projeto foi feita por um comitê liderado pela Lynx, Consultoria em Responsabilidade Social, formado por empresários, profissionais de comunicação e pessoas ligadas às práticas sustentáveis que julgaram minuciosamente os projetos inscritos e selecionaram os três melhores de cada categoria.

Por tratar-se de um prêmio pioneiro dirigido aos fornecedores do Banco de Eventos e também por nem todas as empresas possuírem projetos sustentáveis, neste ano todos os inscritos participaram de uma mesma categoria: Desenvolvimento de produtos/serviços sustentáveis.

Todos os premiados irão receber certificados, os primeiros e segundos colocados uma viagem temática para representantes da empresa com despesas inclusas e os terceiros colocados um café da manhã orgânico na empresa.

A entrega do prêmio será feita pela Diretora Geral do Banco de Eventos, Andréa Galasso.

O que é AMOR pra você hoje?

Divulgo hoje para vocês uma nova série de pesquisas feita pela incrível Dani Arrais sobre uma coisa simples de ser perguntada e difícil de ser respondida. Por isso algumas pessoas deram o seu parecer sobre a pergunta irritante do dia.


Por Clarice


Por João


Por Clarah


Por Didi


Por Mari


Por Dudu


Por Bruna


Por Tatiana

E pra você, o que é o AMOR hoje? Responda com um texto, citações, fotos, vídeos, links, cores, etc.

Pode me enviar por email ou quem sabe não é escolhido no acaso pra responder em vídeo.

3/12/2010

High Fashion Sci-fi of Awesomeness


A Nowness, revista online do poderoso grupo de luxo LVMH (Louis Vuitton Möet Hennessy) funciona a base de posts diários sobre algum projeto, lançamento ou inovação das 60 marcas do grupo. Os assuntos quase sempre giram em torno de cultura contemporânea, moda, música, artes, design ou cinema, uma verdadeira fonte de inspiração para os caçadores do hype.

E um dos posts mais épicos da revista mostra o curta genial criado pela Rodarte, maison fundada em 2005 pelas irmãs Mulleavy onde a coleção spring 2010 é mostrada em clima pós-apocalíptico numa mistura de Sci-Fi e High Fashion que surpreende até os mais céticos em moda.

Se você acompanha a moda vanguardista, assista! Se você gosta de ficção científica, assista? E se você está no tédio nessa sexta-feira, assista!

Devido a direitos autorais não posso publicar o vídeo, mas basta clicar no link abaixo para acessar o vídeo na Newness.


Fonte: Nowness eMag.

3/11/2010

Editando o seu "WebSurfing"


No meio do gigantesco acervo da internet encontrei mais uma coisa que pode ser bem útil principalmente pra quem salva links pra visualizar mais tarde durante o "web surfing".

O Pearltrees é um site de visualização de dados que na prática é um diretório de links semelhante aos Favoritos que possuímos em nossos navegadores. Mas a diferença, e a parte mais legal, é a forma de visualização:

O site organiza os links em forma de redes neurais ou mapas mentais, chamem como quiser, criando uma espécie de árvore com galhos interligando os hubs. Pra quem acha que não faz muita diferença, está enganado, já que a visualização do Pearltrees permite entender as conexões dos links por assuntos, interesses ou autores. Muito melhor que o sistema de pastas do Favoritos.

Cada círculo (pearl) no mapa representa um favorito e como não podia faltar o lado "Social" do site, quando uma pessoa na rede tem o mesmo círculo que você, o Pearltress conecta as duas pessoas.

Vale também citar que em telas touchscreen a experiência é ainda mais legal, como acessar o site pelo iTouch, como eu fiz.

Se acha complicado no começo, esse vídeo ajuda e muito na hora de usar.

Fonte: Pearltrees e TheOtherSchoolofEconomics.

3/04/2010

Por que pesquisamos tendências?


O novo mercado e o novo consumidor dos anos 2000. Um reflexo do estouro das redes sociais na moda e no comportamento, alavancado pela globalização cultural que pontua o novo milênio.

Depoimentos de Sabina Deweik, representante no Brasil do instituto de pesquisa de tendências de consumo Future Concept Lab, Gabriel Rosemberg, sócio da Zooma, empresa especializada em tendências, e Carolina Semiatzh, do Projeto Novo, responsável pela curadoria de palestras e eventos com novos nomes da moda no Brasil.

O vídeo é uma produção da Estação Elétrica Filme e Vídeo, em parceria com a agência de publicidade GlobalComm para a Conexão Converse. Aqui você encontra outros temas que foram assunto no mundo Converse All Star

Fontes: futureconceptlab; coolhunting; bestviral; digital-marketeer; goviral; mashable; novodonovo