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4/28/2010

Trend Report: O que é e pra que serve?

Lembram do último post que mencionei uma palestra online do StyleSight sobre tendências de moda masculina? Pois então, resolvi aproveitar esse gancho pra apresentar pra vocês um Report de Tendências de Curto Prazo.

Como a questão de domínio público desse material é bem complicada, são poucas as oportunidades que tenho de publicá-los aqui, principalmente dos portais pagos (StyleSight, LC:n, Heartbeat e etc.) pela agência que trabalho. Mas dessa vez eu, pessoa física, consegui o material e por isso tenho todo direito de usá-lo aqui.

Pra começar, um report de tendência pode ter meia página ou até 200 páginas dependendo da profundidade de análise ou do prazo de validade da tendência. Pra não ficar aqui até amanhã escrevendo vou usar um de curto prazo sobre moda masculina, que normalmente são as tendências mais curtas pra se pesquisar.

Para setores de inovação contínua e da indústria do estilo de vida(moda, beleza, tecnologia, lazer, cultura), o report é um material de consulta muito importante, além de permitir visualizar a arquitetura de informação utilizada pra chegar no conteúdo final.

A tendência de hoje é o Beatnik, estilo de vida que vem influenciar as próximas coleções de moda. O report começa explicando sobre o que é o beatnik e como no final da década de 40, alguns escritores começaram na literatura este movimento que acabou por influenciar jovens de todo o mundo, refletindo na cultura, música, cinema, moda e muito mais. Aqui já dá pra mostrar uma coisa: as tendências podem vir de qualquer lugar, a moda da literatura, a beleza do setor alimentício, a arquitetura da moda e etc.

Uma das primeiras partes de um report é a contextualização e núcleo de uma tendência, nos quais se analisa os dados históricos, as questões centrais e os principais drivers da tendência. No caso da moda, é comum utilizar referências de last seasons, da rua e de produções visuais que já apresentaram a tendência. Aqui, entra o trabalho de analistas de campo, de desk researchers e mestres das ciências sociais.

Em seguida vem um trabalho bem complexo, que é analisar se a tendência realmente é nova ou se haverá um desdobramento do comportamento atual. No caso do Beatnik, os óculos Wayfarer já estão mais que presentes nas ruas, além dos chapéus e brogues que ainda não pegaram de fato. Na verdade, a onda retrô já está por aí a bastante tempo e é uma direção que indica que o Beatnik virá contextualizado e não atualizado ou adaptado. Outra parte que aparece aqui, é a relevância dos drivers e o quanto eles tem força pra fazer uma tendência pegar. No caso do Beatnik, o movimento está sendo disseminado pelos jovens indies, que pra quem não sabe são aquelas "figuras" que substituíram os Emos nas ruas e toda sua bagagem de bandas de rock.

Também se apontam os produtores (marcas e empresas) que já deram o pontapé inicial na tendência. Na minha opinião, isso é uma arma na mão de pessoas erradas, já que muitos ao invés de criar com base na inspiração, criam com base nos inspirados, se é que vocês me entendem. No caso do Beatnik, são citados estilistas de vanguarda como Junya Watanabe, Band of Outsiders e 3.1 Philip Lim.

E por último são apresentados os conteúdos relacionados (pagos a parte, haha) da tendência, como análise de cores, estudos de modelagem e inteligência de mercado no caso de tendência de moda.

Essa brincadeira acima custa a partir de $800 dólares e demora em média de 4 a 6 meses pra ser feita, por isso as agência trabalham muito a frente do que está acontecendo pra não perder as validades.

Espero que tenha ficado claro como funciona um report de tendência pelo menos superficialmente pra vocês. Lembrando que o modelo pode ser aplicado a qualquer mercado da indústria do estilo de vida e que tenha comportamento social envolvido no consumo. Nanotecnologia e indústria farmacêutica, por exemplo, não conseguem utilizar esse modelo.

Fonte: StyleSight
Imagens: StyleSight Runway RoadMap e Springwise

Obs. Pra quem se interessou e quer conhecer um portal de tendências por dentro, a Camila do GE foi visitar o WGSN (outro gigantesco portal) em NY.

4/23/2010

Trend Alert: Studies@Networks

Sim, eu sou a favor do estudo a distância !!

Ao ler essa frase, imediatamente você pensou naqueles cursos de graduação anunciados no metrô de SP em que se pode obter tecnólogos e bacharéis via internet, certo?

Errado. Apesar de achar que o problemas desses cursos citados acima são qualidade e não a distância em si, não vou entrar em mérito disso nesse post.

Vim aqui falar de um sinal de tendência que já observo e participo a algum tempo. As palestras, workshops e conferências acadêmicas via mídias sociais. Nos últimos dois meses uma leva de mini-cursos, workshops, debates e palestras de grandes nomes da moda, tecnologia, pesquisa de mercado, design e artes apareceram nas minhas redes sociais: debates via facebook, palestras via justin.tv, workshops via twitter e mais por curiosidade resolvi responder ao chamado. E o que descobri?

Que elas funcionam! A impossibilidade geográfica de grandes nomes e interessados interagiram em assuntos variados sempre impediu o progresso do conhecimento, mas hoje as mídias sociais permitem que grandes idéias apareçam, sejam amadurecidas e disseminadas em tempo real. Vamos a alguns exemplos:

BOX1824 #webworkshop - O grupo Box se reuniu via Twitter pra discutir novos paradigmas e mudanças no mercado tecnológico, o ápice ficou por conta da palestra de David Armano que utilizou o slide-share pra expor suas idéias sobre Micro-Sociology.


StyleSight Malewear - O gigante portal de tendências StyleSight realizou ontem uma palestra com Sharon Graubard e Michael Fisher, editores do portal sobre o mercado de moda masculina pelo GoToWebinar em tempo real e com a possibilidade de enviar perguntas aos participantes.

Startup Lessons Learned Conference - Está acontecendo agora em livestream pelo Justin.tv a conferência sobre gestão+startup+tecnologia+inovação que também permite a troca de informações da audiência pelo hashtag #sllconf no Twitter.


Grupo de discussão "Tendências" do ODES - O grupo iniciado na última segunda-feira no Facebook discute novas tendências do ponto de vista metodológico e profissional, com hunters e analistas de toda a rede.

Esses são apenas alguns exemplos de estudo a distância que participei que mostram um novo caminho para as redes sociais. Possibilidades que talvez jamais seriam possíveis no mundo offline.

Se você se interessou nessa nova tendência, basta ter acesso as redes sociais e ser um pouco curioso pra achar o que está acontecendo. ESQUECE DESSA FAZENDA E VAI PARTICIPAR DE UM GRUPO !!

Imagens: divulgação.

I´m updatin´ it

Não sei se vocês já perceberam, mas o Mcdonald´s utiliza sua lendária campanha "I´m lovin´it" a quase 7 anos!! E após mais de um ano de pesquisa de comportamento, social trends e brainstorms com agências de todo mundo (os mavens em números da agência dizem que foi gasto perto de $720 mil dólares em pesquisa), a marca lançou o update da campanha para uma platéia de 16.000 franqueados e afins.

A campanha além de ser a mais longa é também a de maior sucesso na história da marca e o update busca agora além do hedonismo, a tendência do "celebration" que já pode ser vista nas campanhas da Adidas, UNIQLO, Fiat, entre outras.

A nova abordagem será feita de forma mais autêntica(really?), saturando os insights de consumidores e com formato 2.0, já que mudanças drásticas em 117 países e mais de 10 idiomas não é algo barato de se fazer.

Pra mim, o resultado de tanta pesquisa é uma comunicação mais emocional, voltada para comportamentos sociais de grandes metrópoles e engraçada, com mais historinhas e conteúdo sincronizado.

Segue abaixo o novo approach da marca, avaliem vocês se valeu todo o tempo e dólares investidos.







Fonte: AdAge e LC:n Inspire.
Vídeos: divulgação.

4/19/2010

Innovation Insights: SOS Esquenta


Inovação + Geração 18-24 + Empreendedores sempre é uma combinação que me chama a atenção. Hoje vou reproduzir uma matéria da Época Negócios da Lilian Sobral que entrevistou a equipe do SOS Esquenta !

Experimentem e quem sabe, Inspirem-se !

Jovens lucram com “delivery de pré-balada”
Batizada de SOS Esquenta, a empresa faz a entrega de bebidas, cigarros, petiscos e até camisinhas em horários inusitados.

Antes de sair para a “balada”, os grupos de amigos se reúnem para conversar sobre tudo o que não vão falar depois, em meio ao barulho das festas. Em geral, estas reuniões vêm acompanhadas de salgadinhos e bebidas (afinal, dentro das casas noturnas, tudo é mais caro). As sessões de “esquenta”, como são chamados esses encontros, viraram um grande negócio na visão de dois jovens empreendedores de São Paulo.

Thiago Apolinário, de 23 anos, e Marco Fenili, de 22, montaram a SOS Esquenta, uma empresa que entrega em domicílio e em horários inusitados tudo o que é imprescindível para uma pré-balada. No cardápio são cinco tipos de cerveja, destilados, água, refrigerante, petiscos, salgadinhos, gelo e carvão. Até preservativo, cigarro e isqueiro fazem parte do “menu” de entregas. Os preços são bastante convidativos. Uma lata de cerveja custa entre R$ 1,80 e R$ 2,10 – enquanto, na balada, pode chegar a R$ 5 a unidade. O produto mais caro é a garrafa de Black Label, que custa R$ 124,90. Para as entregas abaixo de R$ 50, a dupla cobra um taxa de R$ 5. “Nós fazíamos estes encontros em casa. Sempre acabava alguma coisa e ninguém queria sair para comprar. Foi assim que tive a ideia e logo chamei o Thiago para ajudar”, diz Fenili. Do dia em que nasceu o projeto até partir para a prática, foram cinco meses.

Os dois amigos se dividem entre o emprego em uma emissora de televisão e a SOS Esquenta, que funciona às quintas e sextas-feiras à noite e vai até altas horas, e de sábado e domingo, quando atendem também durante a tarde. “Trabalhamos em nosso ‘outro emprego’ entre 9h e 18h. Nos dias em que a empresa funciona, saímos do trabalho e vamos direto para lá. Costumo dizer que estamos aprendendo a não dormir”, diz o sócio Apolinário. Como em qualquer empreendimento que está iniciando, eles são parte da mão de obra. Além dos dois sócios, a SOS Esquenta conta com um designer, que trabalha a imagem da empresa nas redes sociais (principal canal de divulgação da marca), e motoboys terceirizados.

Por enquanto, a empresa entrega apenas em alguns bairros da cidade de São Paulo, em geral, próximos à sede da empresa no Morumbi. Além da zona sul da capital, a SOS Esquenta também atende uma pequena parte da zona Oeste, como o bairro de Pinheiros, tradicionalmente boêmio. Mas os planos são ambiciosos. Além de querer expandir a entrega pela cidade com uma unidade própria, os sócios já receberam consultas de interessados em montar franquia em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e na cidade de Campinas, interior de São Paulo. O interesse não é à toa. Com pouco mais de um mês de operação, os sócios afirmam que costumam receber uma média de 15 pedidos por noite e lucram cinco vezes mais do que esperavam faturar inicialmente.

Além de não informar o quanto a empresa fatura, os jovens empreendedores não revelam o valor do investimento para montar a empresa, mas dão uma ideia. “Meu sonho era comprar uma Harley-Davidson. A moto se transformou na empresa”, diz Fenili. Para ajudar a fazer as contas, vale dizer que o modelo zero quilometro mais barato desta marca custa R$ 27.900.

Mais que o capital inicial, os amigos investiram tempo. Nem os produtos, nem os horários de funcionamento da empresa, foram decididos ao acaso. Os empreendedores, que ainda estão se acostumando com este novo ‘título’, passaram um mês na porta de faculdades fazendo pesquisa com o público-alvo. Eles visitaram cinco universidades nas regiões em que eles atuariam e identificaram o perfil de seus consumidores em potencial. Hoje, atendem principalmente pessoas de 18 a 35 anos, das classes A e B. A maior parte, homens.

O trabalho rende histórias interessantes e, é claro, boas risadas. “Já aconteceu de nos ligarem depois de já terem bebido um pouco e a pessoa não conseguir fazer o pedido. Quando isto acontece, eu tento chutar o nome do que o cliente quer e ele só responde sim ou não”, conta Apolinário. No site da empresa, há um bom sinalizador dos resultados da empresa. Um mural mostra fotos de clientes satisfeitos após receberem suas bebidas.

Com base no volume de entregas, a dupla é unânime ao dizer que o bairro mais “baladeiro” de São Paulo é Moema. A região da Avenida Paulista, acredite, fica em segundo lugar.

4/16/2010

Quando o Foursquare encontra o Marketing

Pra isso que serve o marketing, pegar uma idéia simples e torná-la rentável.

Pra quem utiliza o Twitter já deve ter se deparado com um aplicativo chamado Foursquare, provavelmente alguém que você segue já deve ter te dado dicas de lugares ou avisado onde estava naquele momento. Pra quem não conhece, uma breve apresentação:

O Foursquare é um aplicativo de geolocalização via mobile, basicamente ele permite que o usuário avise aonde está dentre uma lista de lugares. Você indica o lugar que chegou e avisa seus amigos por check-in que irão descobrir via tweet. O aplicativo permite ver opiniões e sugestões sobre o que fazer naquele lugar que você chegou.


Pensando nas inúmeras possibilidades que o aplicativo e o geomarketing permitem, foi criado o Snacksquare, um aplicativo com a mesma base do Foursquare só que com a possibilidade da interação entre usuário e local.

Resumo: Snacksquare é um provedor de publicidade gastronômica baseado em localização que facilita os negócios locais ao automaticamente entregar mensagens de texto SMS aos clientes potenciais que fizeram check-in em seus telefones perto do local.

A sacada genial: O sistema permite que os restaurantes achem você quando estiver na região e enviem um convite para fazer chech-in no local. O aplicativo possibilita promoções exclusivas, cruzamento de interesses e locais e claro, publicidade à vontade. Fazendo uma mão-dupla de interação que o Foursquare não permitia.

O site do aplicativo oferece o antídoto aos caos para novatos, curiosos e turistas, é a solução perfeita para explorar a cidade. Os usuários podem obter um preview dos locais em um mapa, filtrar por categorias, enviar convites a outros usuários e até entrar em contato com o local sem mesmo ter informações de serviço. Futuro, galera!


Apesar de parecer uma ferramente de marketing de relacionamento, o Snacksquare é muito mais que isso, é a mais nova forma de Push Marketing, de decisão de compra por impulso em serviços. Utilizando magicamente o banco de dados do sistema, os locais podem te enviar convites com base no lugar que você esteve por último: um café depois do jantar, um drink depois do teatro, uma balada depois da confraria.

O serviço logicamente é pago pelos locais e precisa ser liberado pelos usuários cadastrados, afinal SMS da Vivo e ligações da Ed. Abril extremamente invasivas são muito last season.

Fonte: Mashable Mag.
Imagens: Acervo e reprodução.

4/08/2010

Absolut Vodka + Artes


A vodka Absolut lançou essa semana a sua nova contribuição para o mundo das artes: Thirty Days NY.

A marca se reuniu com David Jacob Kramer e Sammy Harkham, os fundadores da megastore Family, voltada para conteúdos cults e artísticos (megastore cult is to me perfection), em Los Angeles, para realizar uma exposição durante um mês em NY, reunindo vários formatos de arte de vários locais do mundo.

A proposta é reunir toda a exposição em um loft, localizado no número 70 da Franklin Street. O local será palco de performances artísticas, exibições de arte, filmes e outros eventos, reunindo escritores, diretores, músicos, pintores e também funcionando como uma das livrarias Family. O espaço estará aberto do dia 8 de Abril a 7 de Maio.

Mas o conceito mais legal, é a proposta de Loft Surfing, já que depois de NY, o loft viajará outras grandes cidades com todo seu conteúdo junto.

Thirty Days NY Artist Series: Aska from Thirty Days NY on Vimeo.

Para quem não sabe, a Absolut há algum tempo lançou a campanha “In an Absolut World”, conceito que reforça a criatividade como peça principal e o consumidor é convidado de uma forma divertida a entrar em um mundo inspirador e "absoluto", onde a marca lança diversas campanhas e ações focadas em temas artísticos.

O projeto já esteve no Brasil com foco em música, artes visuais e moda, com curadoria de grandes experts brasileiros nas respectivas áreas. Dá uma olhada aqui.

Fonte: Absolut Mango Blog
Vídeo: Aska - uma das participantes do ThirtyDaysNY

4/06/2010

1º Digital Works SP - Fazendo 360o nos meios digitais

EADA apresenta Management Para o Século XXI

A Escuela de Alta Dirección y Administración (EADA), de Barcelona, Espanha, traz para o Brasil a palestra " Management Para o Século XXI ", ministrada pelo professor visitante Dirk Schwenkow. No evento, a representante de São Paulo Alessandra Faria, os diretores do EADA Jordí Diaz e Giulio Toscani realizarão uma sessão informativa sobre a EADA.

Fundada em 1957, a EADA foi uma das primeiras instituições da Espanha a oferecer programas de treinamento executivo para a comunidade empresarial. Cerca de 100.000 pessoas de mais de 40 países participaram dos cursos de uma das mais inovadoras e conhecidas escolas de administração da Espanha. A EADA conquistou as acreditações AMBA e EQUIS, como reconhecimento da qualidade de seus programas de mestrado e MBA. Atualmente, apenas quatro outras escolas de administração espanholas têm essas acreditações, e 42 no mundo todo. A EADA é membro do Executive MBA Council.

Dirk Thomaz Schwenkow, nascido em 1956 em São Paulo / Brasil, estudou na EAESP FGV, diplomou-se em administração de empresas e fez pós-graduação com ênfase em produção e mestrado com ênfase em economia. Entre as empresas em que atuou estão DOW e Bayer no Brasil, McKinsey na Alemanha, DAMART Itália e Áustria (presidente), grupo MELTRA na Alemanha (presidente & CEO). Atua com professor em diversas faculdades de administração: EADA Espanha, Webster University Vienna, Universidade Anhembi Morumbi, FISP, Ad Homines, IBMEC, UNIT, UNAERP, entre outras.

Data: 28 de abril de 2010
Horário: das 19h às 21h
21h00 – Coquetel
Local: Hotel Fasano São Paulo
Rua Vittorio Fasano, 88 – Jardins
Cidade: São Paulo
Inscrições: EadaBrasil
Evento gratuito / Estacionamento no local / Vagas limitadas.

3/31/2010

30 anos em prol da Cultura Jovem


A MTV, que está quase se tornando uma balzaquiana, já pode ser considerada um ícone de cultura e da juventude, sendo utilizada por vários antropólogos como driver de mudanças comportamentais e geradora de tribos urbanas.

Para divulgar a evolução do canal nesses 30 anos junto aos jovens, a marca está veiculando uma série de spots que mostram a mudança no zeitgeist da juventude, formada ao longo desse tempo pelas gerações X e Y. “Generation Youth” mostra as principais tribos que acompanham a evolução do canal e mostra como a nova geração, com a internet e tudo mais, adapta a cultura e se difere (evolui) das gerações anteriores.

As culturas exploradas são as mais diversas possíveis. Skatistas, grafiteiros, yuppies,etc.

A trilha sonora é um capítulo a parte, evoluindo de Peter Bjorn & John até OK Go, que afinal de contas é a grande responsável por toda essa evolução. Estilo, hábitos e grupos encadeados simplesmente pela Música.







Vídeos: Ads of the World

3/30/2010

E se pudessemos viver os melhores momentos de novo?!

Comercial incrível da Orange produzido na Índia sobre a tecnologia de rewind aplicada na nossa vida.



Fonte:@everspeaking

Por que não juntam os 4 num ovo só? - Que 4? São 3!



3/25/2010

Acenda essa idéia e Apague as luzes !!

Chega de trabalhar em casa


Vocês conhecem o sistema de co-working que chegou chegando em São Paulo?

O G1 fez uma matéria super legal com os dois maiores existentes por aqui e explicou o conceito que veio lá de San Francisco. Para ler, basta clicar aqui em baixo.

ESCRITÓRIOS DE CO-WORKING

Eu, particularmente, amo esse conceito. Depois que o grupo que eu trabalho foi ampliado com mais uma empresa-irmã, algumas reuniões, grupos de pesquisa e até briefing com clientes estão sendo feitos no The Hub citado na matéria.

Indico a todos irem conhecer o sistema, que é ideal para pessoas visionárias, inovadoras e engajadas encontrarem pessoas visionárias, inovadoras e engajadas. Feels like Heaven.

Serviço:

Imagem: The Hub Sao Paulo

Tecnologia muda, Humanos não (quase)

Durante o dia de hoje e amanhã, a Box1824 realiza mais um Workshop Digital via mídias sociais com a participação dos pesquisadores de diversas áreas da empresa e correspondentes internacionais.

O tema não é limitado, o foco é a convergência de sinais tanto de tecnologia quanto comportamento humano e pra iniciar as apresentações, David Armano desenvolve com perfeição seu estudo social sobre as mudanças do comportamento humano devido aos novos caminhos da internet.

The Micro-Sociology of Networks
View more presentations from David Armano.


Se você tem Twitter e quer acompanhar o workshop, basta digitar o hashtag #webworkshop no link de buscas.

David Armano é VP da Edelman Digital e escreve no blog Logic + Emotion, considerado um dos 20 melhores blogs de marketing segundo a Ad Age Power 150.

3/24/2010

Recorra ao Antropomarketing?


Continuando a análise e crítica de algumas novas modalidades da pesquisa de marketing, hoje, apresento a vocês o supertrendy Antropomarketing, Antro-Social Approach, Marketing Etnográfico, chamem como quiser.

Como estou em fase de aprendizado nessa modalidade, deixo a vocês a opinião de pesquisadores experientes no assunto. Para começar, a explicação e opinião de Everardo Rocha sobre a Antropologia a serviço do Marketing.

EVERARDO ROCHA

Everardo apresentou com bastante clareza tudo que os alienados e iniciantes sobre o assunto devem saber. Em seguida segue a entrevista com a genial Lívia Barbosa sobre os mantras, erros e a real complexidade do Marketing Etnográfico, termo criado, inclusive, por ela.

LÍVIA BARBOSA

Ao meu parecer, o uso da antropologia e das ciências sociais na pesquisa de marketing é fundamental e uma vantagem competitiva nos dias de hoje, mas com o Boom de agências, empresas e institutos oferecendo pesquisa de tendências, análise de comportamento do consumidor e estudos etnográficos é necessário realmente conhecer sobre o assunto e tomar muito cuidado com mudanças e adaptações das metodologias para o ambiente corporativo.

Ambos pesquisadores citados acima são referência no assunto e aos mais interessados fica a dica de acompanhar o que eles andam escrevendo a respeito.


Fonte: Ambas as entrevistas foram feitas pelo portal Mundo do Marketing.
Imagem: HSM UpdateorDie.

3/18/2010

Recorra ao Design Thinking?!


Recorra ao Design Thinking! De segunda-feira até hoje ouvi essa frase quatro vezes e pra mim, isso é mais do que o suficiente pra realmente pensar sobre ele. Você ainda não ouviu? Agora só se fala em design thinking como a solução mágica para todos os problemas do mercado. Mas será que é tudo isso mesmo? Primeiro vamos entender do que se trata e depois decidir se vamos recorrer a ele.

Para explicar isso a vocês vou lançar mão dos conceitos de Roger Martin, colunista da Business Week, que no final do ano passado na AIGA Design Conference, foi o primeiro a dizer pra mim: Recorra ao Design Thinking!

Martin começa explicando que o homem está rodeado de mistérios em seu ambiente e por isso tenta de qualquer forma organizar o conhecimento e as informações de forma que consiga entende-las, na maioria das vezes apelando para as heurísticas. Vem daí a nossa compulsão de rotular as coisas e pessoas para conseguir compreendê-las. Se isso for concretizado são desenvolvidos algoritmos para solucionar questões. Super funciona para a área tecnológica, por isso não cabe aqui criticá-la. Já no marketing, às vezes dá certo, Nike e Coca Cola podem provar isso, mas na maioria dos casos, esse método produz profissionais compulsivos por fórmulas, que desde o final do século passado passaram a falhar na hora de solucionar problemas de inovação.

Esse jeitinho racional de pensar se chama, o analytic thinking, é importante porque reduz custos e torna os processos mais eficientes. Aliás, as universidades vivem basicamente de pensar assim (no strings attached).

O objetivo do pensamento analítico é gerar regras usando a lógica indutiva ou dedutiva, sem fazer julgamento de valor e isso acaba gerando olhares para o passado de maneira imparcial, recolhendo dados para concluir algo que possa ser utilizado no futuro com segurança e de maneira consistente, o abre-alas desse pensamento são as Séries Temporais e os Forecastings. Aliás, o foco não é descobrir algo adequado, mas principalmente uma regra que faça sentido e possa ser explicada, usada, desmontada, entendida.

O método divergente a esse é o intuitivo (intuitive thinking). Nesse caso, o objetivo é entender, mas não necessariamente usando a razão. Ao contrário do anterior, o intuitivo não considera os dados do passado, seu foco é o que poderia ser, a pergunta é “por que não?“.

Nesse caso se faz julgamento de valor sem critérios objetivos; não se está preocupado em provar nada. O intuitivo quer chegar num resultado que resolva o problema, mas não se ocupa em reproduzir essa solução ou investigar se ela se aplica também a questões semelhantes. Isso às vezes funciona, mas custa caro e é muito arriscado, porém é como a maior parte das inovações nasce.

Em cima do muro penso, devo voar ou fincar os pés no chão?

De acordo com o filósofo Charles Pierce (conhecido por seu trabalho em semiótica), nenhuma idéia realmente nova parte da lógica indutiva ou dedutiva, pois, se ela é nova de verdade, ainda não existe passado para ser analisado. Idéia nova significa tudo novo, ou seja, aquele mistério com o qual começamos a conversa.

No dia a dia das empresas que precisam de idéias novas, a maneira de prover mais segurança para o sistema é produzir o tal passado, amadurecendo a idéia por tempo suficiente para que ela possa ser pensada de maneira analítica. Resumindo: tenha idéias de maneira livre e intuitiva, mas depois construa protótipos e os submeta à segurança e eficiência do pensamento analítico para que elas possam se transformar em produtos factíveis.

Então, o grande desafio do design thinking é basicamente esse: pensar analítica e intuitivamente de maneira simultânea — meio algodão, meio poliéster. Voar, mas tendo pelo menos um pé preso ao chão (algo como um bungee jump).

Se o caminho do meio termo do design thinking vai mesmo resolver o impasse entre analíticos e intuitivos não se sabe, mas olhando assim, parece promissor. Não sei quanto a vocês, mas eu vou Recorrer ao Design Thinking!

*Aos interessados no assunto, os livros acima são a melhor combinação para entender melhor o conceito e aplicações do design thinking.

Imagem: Ideo.com

3/17/2010

II Prêmio BE – Fornecedor Sustentável


Vencedores:

1º Lugar -
Grupo Eco com o projeto “Brindes Corporativos Sustentáveis”
Uma linha de produtos inovadores, com design inspirado na cultura e na biodiversidade brasileiras, para diferenciar as campanhas e as ações de marketing das empresas.

2° Lugar - Ateliê Brasil com o projeto “Casa sustentável do Papai Noel” Permitir uma maior visibilidade dos conceitos de sustentabilidade na prática, com a construção de uma casa sustentável.

3º Lugar - Interbros Tecnologia e Soluções de Internet com o projeto “
Carona Brasil”Melhorar a qualidade de vida das comunidades. Melhorar a mobilidade urbana nos centros de convergência. Apostamos na criação de redes de caronas dentro de organizações para diminuir em até 20% o número de carros que chegam e partem de um mesmo ponto diariamente.

A entrega do prêmio foi feita pela Diretora Geral do Banco de Eventos, Andréa Galasso.

3/16/2010

Além dos selos de excelência - Imóveis na rede

Uma apresentação muito bacana do Observatório de publicidade em Tecnologias Digitais sintetiza muito bem as estratégias em mídias digitais e social media das empresas no mercado imobiliário. Vale a pena conferir.

O mercado imobiliário, o lado sustentável e humanístico

Imagem: Rivaldo Barbosa
Aproveitando toda essa sinergia da economia brasileira, de estarmos entre os melhores mercados do mundo, temos um olhar mais do que otimista para muitos projetos internos, que fazem parte de um núcleo influenciador para a sociedade. São empresas, entidades, organizações e até mesmo o governo, que aproveitam o andar da carroagem brasileira dentro de um mercado competitivo, para criar selos de excelência, premiações, certificados, controles de qualidade e programas de incentivo que garantem ao consumidor e a sociedade como um todo, a segurança de viver/consumir de uma forma justa, sendo ela com o bolso e com o terceiro setor.

Um dos mercados que mais está bombando no momento nas terras tupiniquins estremece os pilares das necessidades básicas do ser humano: o lar doce lar.
Nada mais justo para quem coloca em seu planejamento de vida, o objetivo de comprar, construir, alugar, vender ou investir, dentro de um cenário tão promissor e cheio de oportunidades que é o atual mercado imobiliário brasileiro.

Para o profissional de marketing que trabalha na área, o mercado conta com inúmeras oportunidades que, ao serem incluídas no planejamento, projetos e ações, se tornam forças propulsoras dentro do ambiente de negócio. E não é para poucos. Muitas instituições fazem das próprias empresas do setor líderes em excelência e qualidade, o que aumenta a credibilidade com compradores, condomínios, moradores, vendedores e profissionais envolvidos no setor.

Programas de incentivo do governo como o “minha casa, minha vida”, com investimento de R$ 34 bilhões para beneficiar milhões de famílias, fizeram muito mais do que movimentar pencas de cimento e mão-de-obra. Esses projetos fazem com que as empresas avaliem melhor a sua atuação e o impacto causado na sociedade e no meio ambiente antes de qualquer plano de construção, incorporação, planejamento urbano, compra, venda, loteamentos e até administração de condomínios. E é nesse caminho que vemos um futuro mais humano, verde e comunicativo.

Digno é aquele que está envolvido neste mercado, e pensa com cabeça de gente grande, que sabe o que a sociedade quer, o que o mercado pede e o que o mundo precisa. Por isso, nada melhor do que estar “em cima do muro”, ou seja: nem do lado do consumidor, nem do lado do governo ou empresas, mas sim, em prol da sinergia de todos. É neste patamar que fica o Secovi, uma entidade brasileira que faz do mercado imobiliário um dos que mais crescem com qualidade, força e responsabilidade verde e social.

Mais um selo de excelência?
O Secovi-SP possui o Programa de Qualificação Essencial (PQE para os íntimos) que fornece a certificação de qualidade diferenciada às empresas que atuam na atividade imobiliária. O PQE promove cursos, palestras, reuniões que alinham as tendências de mercado do ramo imobiliário, junto às exigências sociais e ambientais, o que faz do “Selo” um atrativo nominal de Credibilidade para as empresas do setor.

Esta semana o Secovi-SP debate sustentabilidade, e traz à mesa as ações coletivas de consumo responsável que podem ser fundamentais para um mundo sustentável. Dia 18/03 (quinta-feira), na sede do Secovi.

Mais infos:
Secovi-SP

3/15/2010

Banco de Eventos realiza a entrega do II Prêmio BE – Fornecedor Sustentável

O Prêmio BE Fornecedor Sustentável foi criado pelo Banco de Eventos e é considerado uma inovação do mercado de marketing promocional. Tem como objetivo fomentar o desenvolvimento de iniciativas sustentáveis no mercado de promoções e eventos, contribuindo para que a agência seja referência no movimento da sustentabilidade neste mercado.

Em 2009 foram 32 projetos inscritos e a premiação acontece na sede do Banco de Eventos no dia 16 de março de 2010 para os três primeiros colocados.

O Banco de Eventos é a primeira empresa de marketing promocional do Brasil a trabalhar o conceito de gestão responsável, inserindo extensões de ações sociais e ambientais em seus planos de negócios e buscando clientes que também adotem esse modelo.

Nesta edição puderam participar qualquer instituição nacional, que atuasse no mercado de promoções e eventos e desenvolvessem projetos relativos à sustentabilidade.

As categorias foram:

· Desenvolvimento de produtos/serviços sustentáveis - para fornecedores que tenham desenvolvido tecnologias, produtos ou serviços que minimizem o impacto no meio ambiente ou gerem benefícios para a sociedade; e de

· Boas práticas de Responsabilidade Social - para ações realizadas pelas empresas, que gerem benefícios ambientais, inclusão social ou que promovam a transparência e a qualidade de relacionamento com os envolvidos no seu negócio.

A análise de cada projeto foi feita por um comitê liderado pela Lynx, Consultoria em Responsabilidade Social, formado por empresários, profissionais de comunicação e pessoas ligadas às práticas sustentáveis que julgaram minuciosamente os projetos inscritos e selecionaram os três melhores de cada categoria.

Por tratar-se de um prêmio pioneiro dirigido aos fornecedores do Banco de Eventos e também por nem todas as empresas possuírem projetos sustentáveis, neste ano todos os inscritos participaram de uma mesma categoria: Desenvolvimento de produtos/serviços sustentáveis.

Todos os premiados irão receber certificados, os primeiros e segundos colocados uma viagem temática para representantes da empresa com despesas inclusas e os terceiros colocados um café da manhã orgânico na empresa.

A entrega do prêmio será feita pela Diretora Geral do Banco de Eventos, Andréa Galasso.

O que é AMOR pra você hoje?

Divulgo hoje para vocês uma nova série de pesquisas feita pela incrível Dani Arrais sobre uma coisa simples de ser perguntada e difícil de ser respondida. Por isso algumas pessoas deram o seu parecer sobre a pergunta irritante do dia.


Por Clarice


Por João


Por Clarah


Por Didi


Por Mari


Por Dudu


Por Bruna


Por Tatiana

E pra você, o que é o AMOR hoje? Responda com um texto, citações, fotos, vídeos, links, cores, etc.

Pode me enviar por email ou quem sabe não é escolhido no acaso pra responder em vídeo.

3/12/2010

High Fashion Sci-fi of Awesomeness


A Nowness, revista online do poderoso grupo de luxo LVMH (Louis Vuitton Möet Hennessy) funciona a base de posts diários sobre algum projeto, lançamento ou inovação das 60 marcas do grupo. Os assuntos quase sempre giram em torno de cultura contemporânea, moda, música, artes, design ou cinema, uma verdadeira fonte de inspiração para os caçadores do hype.

E um dos posts mais épicos da revista mostra o curta genial criado pela Rodarte, maison fundada em 2005 pelas irmãs Mulleavy onde a coleção spring 2010 é mostrada em clima pós-apocalíptico numa mistura de Sci-Fi e High Fashion que surpreende até os mais céticos em moda.

Se você acompanha a moda vanguardista, assista! Se você gosta de ficção científica, assista? E se você está no tédio nessa sexta-feira, assista!

Devido a direitos autorais não posso publicar o vídeo, mas basta clicar no link abaixo para acessar o vídeo na Newness.


Fonte: Nowness eMag.

3/11/2010

Editando o seu "WebSurfing"


No meio do gigantesco acervo da internet encontrei mais uma coisa que pode ser bem útil principalmente pra quem salva links pra visualizar mais tarde durante o "web surfing".

O Pearltrees é um site de visualização de dados que na prática é um diretório de links semelhante aos Favoritos que possuímos em nossos navegadores. Mas a diferença, e a parte mais legal, é a forma de visualização:

O site organiza os links em forma de redes neurais ou mapas mentais, chamem como quiser, criando uma espécie de árvore com galhos interligando os hubs. Pra quem acha que não faz muita diferença, está enganado, já que a visualização do Pearltrees permite entender as conexões dos links por assuntos, interesses ou autores. Muito melhor que o sistema de pastas do Favoritos.

Cada círculo (pearl) no mapa representa um favorito e como não podia faltar o lado "Social" do site, quando uma pessoa na rede tem o mesmo círculo que você, o Pearltress conecta as duas pessoas.

Vale também citar que em telas touchscreen a experiência é ainda mais legal, como acessar o site pelo iTouch, como eu fiz.

Se acha complicado no começo, esse vídeo ajuda e muito na hora de usar.

Fonte: Pearltrees e TheOtherSchoolofEconomics.

3/04/2010

Por que pesquisamos tendências?


O novo mercado e o novo consumidor dos anos 2000. Um reflexo do estouro das redes sociais na moda e no comportamento, alavancado pela globalização cultural que pontua o novo milênio.

Depoimentos de Sabina Deweik, representante no Brasil do instituto de pesquisa de tendências de consumo Future Concept Lab, Gabriel Rosemberg, sócio da Zooma, empresa especializada em tendências, e Carolina Semiatzh, do Projeto Novo, responsável pela curadoria de palestras e eventos com novos nomes da moda no Brasil.

O vídeo é uma produção da Estação Elétrica Filme e Vídeo, em parceria com a agência de publicidade GlobalComm para a Conexão Converse. Aqui você encontra outros temas que foram assunto no mundo Converse All Star

Fontes: futureconceptlab; coolhunting; bestviral; digital-marketeer; goviral; mashable; novodonovo

2/26/2010

O que perdermos com essa velocidade?

Hoje me deparei com essa imagem abaixo. E ao invés de ir procurar sua veracidade, sua história e sua real fonte, parei e comecei a lembrar de 1998, o último ano que mandei uma carta pessoal, fui buscar uma informação na Barsa e iniciei uma pesquisa escolar com lápis e papel na Biblioteca Municipal.


Hoje, 12 anos depois e milhares de gadgets a mais me vejo fazendo as mesmas coisas, só que agora elas se chamam Scraps, Search e Google Scholar.

Longe de mim ser saudosista, está aí uma coisa que nunca fui e acredito que nunca serei, vide minha profissão, mas começo a pensar nos efeitos da tecnologia informacional e da comunicação sobre as novas gerações que estão crescendo com a premissa de que NATUREZA=TECNOLOGIA e TECNOLOGIA=NATUREZA.

Hoje mesmo joguei um tema que estava sedento por conhecer melhor no Google e mesmo com 423.000 resultados em 0,20 segundos fiquei estupidamente insatisfeito com o que encontrei. Talvez se tivesse tirado uma tarde e ido a biblioteca fazer a mesma pesquisa provavelmente acharia muito menos, mas dentro do proposto até que seria aceitável.

O maior problema hoje na Era Google, na minha opinião, é saber que o máximo já não é o suficiente e isso pode causar uma certa angústia e frustração que prefiro deixar para os psicólogos analisarem.

Pra que mandar uma carta se posso mandar 300 scraps? Pra que consultar a Barsa se posso achar 423.000 fontes sobre um mesmo assunto? Pra que ir a Biblioteca se tenho o maior acervo da história a um click?

Se ainda existisse o serviço do Google via correios eu iria mandar o tema que pesquisei para eles. Demoraria 30 dias para a resposta, mas talvez não ficaria tão insatisfeito com o resultado devido as circunstâncias propostas.

Imagem: DullHunk

2/11/2010

A única rede que assusta a Rede Globo

Não tem idéia do tamanho das Redes Sociais no Brasil?

Que tal usar comparações inteligentes e perspicazes pra entender melhor esse mundo que cresce em paralelo enquanto você assiste ao Big Brother Brasil 10?




Fonte: Ag. Click.

2/05/2010

ZEITGEIST(ing)

Existem inúmeros métodos para identificação de tendências no mundo e todos os dias, as principais agências do setor criam novas metodologias para serem mais precisas e mais rápidas nesse processo.

Um dos métodos mais comuns para isso é a Análise de Conteúdo, seja por centimetragem (não gosto) ou por análise de relevância. Método que permite identificar o chamado Zeitgeist da sociedade e mostrar qual assunto é o mais comentado, mais citado e claro utilizado dentro das conversas.

Para isso, vocês mesmos podem utilizar uma ferramenta muito bacana chamada NewsMap que mostra pelo o tamanho da fonte o quanto o assunto está chamando a atenção e sendo comentado na web e as cores indicam a editoria da notícia. A ferramenta leva em consideração não só o número de publicações em mídia online, mas também o número de links de outros sites, assuntos compartilhados em redes sociais, número de comentários em blogs e tempo de leitura.

Não vamos confundir essa ferramenta com “Ranking de notícias mais lidas” que leva em conta apenas a quantidade de cliques. O NewsMap, se bem utilizado, pode ser bem útil também aos editores de veículos, para se guiar/pautar pelos assuntos, servir de termômetro e melhorar a precisão na escolha de pautas e manchetes.

Fiz um teste rápido para São Paulo e entre Enchentes e Beyoncés, a minha escolha é óbvia.


Imagem: NewsMap

2/04/2010

Um domingo qualquer com a realidade aumentada

Encontrei mais um vídeo futurista abordando a Realidade Aumentada e o potencial que ela tem para facilitar nossa vida. Esse vídeo produzido por uma aluna do Mestrado em Arquitetura na Bartlett School em Londres simula o que será nossa rotina doméstica se a realidade aumentada atingir o seu ápice nos próximos 10 anos.

O lado bom: As possibilidades que essa tecnologia pode trazer na nossa vida são infinitas, desde o auxílio a vários campos da medicina até o suporte a vertente mais efêmera da moda.

O lado ruim: O possível excesso de propaganda caso muitas empresas decidam utilizar essa tecnologia no ambiente doméstico. E sejamos sensatos, para oferecer vários desses serviços será necessário algum tipo de patrocinador.

Vejam vocês mesmos e analisem !

Augmented (hyper)Reality: Domestic Robocop from Keiichi Matsuda on Vimeo.


Fonte: Keiichi Matsuda

2/03/2010

Ainda não é um microondas, mas já pode ser um video game


Tudo bem que o iPhone ainda não vem com a função PIPOCA do microondas, mas sabe onde ele já está se enfiando e se dando muito bem? No lugar do seu Xbox em baixo da tevê. E tudo indica que o iPad vai fazer isso aumentar ainda mais.

Durante minhas aventuras na Campus Party, vi muita gente comentando sobre isso – o quanto o Ipad tem potencial para se tornar uma plataforma de games. Vamos a alguns sinais de que isso vai acontecer em breve:

- Os jogos que eu mais gosto como The Sims 3 e GTA são vendidos para a maioria das plataformas em torno de US$ 35 e 50. Na lojinha da iTunes, a versão para iPhone custa menos de US$ 10.

- O jogo mais baixado para iPhone na lojinha é o Pocket God (quase o sim city) e custa apenas US$ 1, mostrando que preço, sim conta nesse mercado.

- Já saíram entrevistas e comentários de grandes executivos da Sega e Eletronic Arts falando sobre a velocidade de processamento do novo iPhone 3GS e o quanto isso permite a criação de jogos mais complexos e com melhores gráficos.

- Por contar com a usabilidade do GPS e acessibilidade do sistema de rede, os novos jogos chamados de Social Games (tão visionados pelo Xbox) funcionam super bem no iPhone, imagina então no iPad.

Esses são os sinais que achei dentro de uma matéria bem legal sobre o crescimentos do mercado de jogos para iPhone. Segue o link para quem quiser ver a matéria na íntegra.

O mercado quase não é competitivo e agora chega mais um nome de peso pra mostrar suas armas. Se Nintendo Wii tem maior interação, Playstation III tem os melhores gráficos e Xbox tem a melhor usabilidade...o iPad chega com a qualidade mais perseguida pelo mercado tecnológico: Portabilidade.

Imagem: GamePro
Fonte: NY Times

2/02/2010

Jogos políticos - Saiba jogar

A revista Você S\A, trouxe na edição de novembro do ano passado, uma matéria que falava sobre os jogos políticos nas empresas. Fiquei realmente interessado no assunto e decidi estudar um pouco mais sobre isso e observar as atitudes de alguns profissionais do meu cotidiano.

O comportamento das pessoas nos negócios é outro, totalmente diferente do que ela leva na sua vida social (sem tem vida social). Como foi dito no ultimo post aqui no MKTfocus, sobre o uso dos avatares nas empresas, os jogos políticos além de possuírem “máscaras”, são baseados em estratégias de profissionais com interesse único e exclusivo de obter vantagens, a fim de obter resultados, seja individualista ou em grupo.

Esse ambiente “estratégico” vem prejudicando muitos profissionais que se entregam corpo e alma ao trabalho, com ética profissional, mas não sabem lidar com os jogos políticos, ou mesmo, nem sabem que estão fazendo parte desses jogos.

Um bom exemplo de uma dessas estratégias são as reuniões pré-definidas pelo alto escalão – ou seja, diretores, CIOs e executivos de liderança, que já possuem um plano de negócios definido, realizam reuniões com as equipes para dar a sensação de “interação” no plano, onde todos os funcionários podem opinar, dar sugestões, apresentar novas soluções, sendo que todas elas irão para a lata do lixo. Uma maneira de perder tempo e enganar a própria equipe.

Um excelente executivo nunca pode estar errado, certo? pois irá perder a sua credibilidade dentro da organização e no seu círculo profissional. Para que isso não aconteça, ele joga os seus gravíssimos erros para um subordinado, que geralmente, esteve envolvido no projeto, e assim é o funcionário que acaba sendo o prejudicado.

Cuidado com aquele profissional que preza o reconhecimento individualista, e não tem o mínimo de ética, atropela qualquer pessoa que passar pela sua frente. Ele fala mal de outros colegas de trabalho, participa de fofocas na empresa, e se for necessário, irá derrubar o projeto de outro que poderia “brilhar” mais que ele.

Para que você não seja alvo de uma dessas jogadas sujas do mercado, tome cuidado! Se previna sempre, copiando emails a outros colegas, enviando documentos com datas, horários, jobs para que todos saibam o trabalho que você está fazendo. Assim, além de manter a transparência no ambiente corporativo, você não vira alvo de uma estratégia mal intencionada.

Infelizmente, os jogos políticos estão presentes em várias organizações, e ofuscam o trabalho de profissionais sérios e que levam a ética profissional acima de tudo, esses que podem dar mais resultados do que aquele que está jogando sujo no ambiente corporativo.

Esse post foi inteiramente dedicado à pessoa que quis jogar comigo, mas acabou perdendo alguns milhões por não saber quem eu era.

Ética profissional é tudo!

2/01/2010

Ecológica, Experimental e Eletrônica - A nova cara da indústria da Beleza


O setor de cosméticos ainda é a menina dos olhos do mercado mundial. Apesar da crise de 2008/2009, o setor apresentou crescimento considerável e uma ampla quantidade de novos produtos foi lançada para homens e mulheres. As tendências abaixo indicam sinais em canais, mídia espontânea e, principalmente, em novos produtos.

Enquanto as vendas em drogarias e perfumarias permaneceram no mesmo nível do ano anterior, mais e mais fabricantes descobriram a web como um mercado adicional e poderoso. Outra tendência clara que surgiu nos últimos anos foi o aumento dos produtos naturais e o posicionamento eco-friendly. Com a sustentabilidade e os recursos ecológicos de produção se tornando altamente populares, o campo de cuidados com o corpo se destacou em melhor utilizar os recursos em prol das marcas, se tornando trendysetter para inúmeros outros setores, como o alimentício, vestuário e a arquitetura.

Com uma quota de 3,2 % de buzz, a indústria de cosméticos pegou o 3º lugar no estudo Ethority "Marcas na Mídia Social”. Cosméticos são freqüentemente discutidos em fóruns, blogs e plataformas de vídeos on-line. O contexto é absoluto - opiniões sobre bens de alto valor agregado e preços altíssimos são trocadas com outros usuários no momento pré-compra.

Portanto é evidente que as empresas de cosméticos precisam recolher informações sobre os clientes atuais e principalmente os prospectos, a fim de gerenciar essa massa de opiniões que estão coçando os dedos para usar seus cartões de crédito. Isto hoje pode ser feito facilmente por meio das mídias sociais com instrumentos de acompanhamento como o sistema Gridmaster ®.

O setor de cosméticos é o campeão no número de experimentadores – consumidores que compram novos produtos/marcas freqüentemente – e isso só mostra o quanto os clientes mais fiéis da Nivea podem se tornar prospectos da L´oreal num estalar de dedos.

Os dados citados foram retirados do estudo de Marcas na Mídia Social do Ethority.

Imagem: Guia de Beleza da Sephora - trendsetter no varejo de cosméticos.